Qual é a melhor abordagem terapêutica farmacológica para tratar uma mulher com angina estável, de 60 anos, dislipidêmica, que apresenta dosagem sérica de triglicerídeos de 413mg/dL?
É importante que o profissional da área da saúde conheça e utilize as definições mundialmente aceitas de aleitamento materno. Por exemplo, quando uma criança recebe somente leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano procedente de outra fonte, sem ingerir outros líquidos ou sólidos, com exceção de medicamentos, observa-se um caso de
Todo laboratório deve possuir um sistema de exaustão, chamado de capela. As capelas devem ser construídas com material , possuir sistema de exaustão com no mínimo dois pontos de captação e potência para promover a exaustão dos vapores. A altura das chaminés de exaustão deve ser de metros do telhado, para que os gases emitidos sejam diluídos no ar. Devem dispor de janelas de vidro de segurança e fonte de gás, eletricidade e água, com controle . A localização das capelas deve ser afastada das , e também de locais de intenso trânsito de pessoas.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto acima.
A classificação ABC é amplamente utilizada na gestão de estoques de medicamentos e produtos para a saúde em Centrais de Abastecimento Farmacêuticos (CAF).
Em relação a esta classificação, é correto afirmar que
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus.noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avisteimoça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficavauns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesaseu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.