Foram encontradas 40 questões.
Sobre a autonomia didático-científica da Universidade, considere as afirmações abaixo.
I - Consiste na faculdade de estabelecer sua política de ensino, pesquisa e extensão, indissociáveis no âmbito da Universidade.
II - Consiste na faculdade de criar, organizar, modificar e extinguir cursos, programas e quaisquer atividades didático-científicas, observadas as exigências do meio social, econômico, científico e cultural.
III - Consiste na faculdade de estabelecer o regime escolar e didático.
IV - Consiste na faculdade de fixar critérios para seleção, admissão, promoção e habilitação de alunos.
Quais estão corretas, nos termos do Estatuto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul?
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Tubicanga era uma pequena cidade de três ou quatro mil habitantes, muito pacífica, em cuja estação, de onde em onde, os expressos davam a honra de parar.
Há cinco anos não se registrava nela um furto ou roubo. As portas e janelas só eram usadas... porque o Rio as usava.
O único crime notado em seu pobre cadastro fora um assassinato por ocasião das eleições municipais; mas, atendendo que o assassino era do partido do governo e a vítima, da oposição, o acontecimento em nada alterou os hábitos da cidade, continuando ela a exportar o seu café e a mirar as suas casas baixas e acanhadas nas escassas águas do pequeno rio que a batizara.
Mas, qual não foi a surpresa dos seus habitantes quando se veio a verificar nela um dos mais repugnantes crimes de que se tem memória! Não se tratava de um esquartejamento ou parricídio; não era o assassinato de uma família inteira ou um assalto à coletoria; era coisa pior; sacrílega aos olhos de todas as religiões e consciências: violavam-se as sepulturas do “Sossego”, do seu cemitério, do seu campo santo.
Em começo, o coveiro julgou que fossem cães, mas, revistando bem o muro, não encontrou senão pequenos buracos. Fechou-os; foi inútil. No dia seguinte, um jazigo perpétuo arrombado e os ossos saqueados; no outro, um carneiro e uma sepultura rasa. Era gente ou demônio. O coveiro não quis mais continuar as pesquisas por sua conta, foi ao subdelegado e a notícia espalhou-se pela cidade.
A indignação na cidade tomou todas as feições e todas as vontades. A religião da morte precede todas e certamente será a última a morrer nas consciências.
Contra a profanação, clamaram os seis presbiterianos do lugar. Até mesmo a filha do engenheiro residente da estrada de ferro, que vivia desdenhando aquele lugarejo, sem notar sequer os suspiros apaixonados locais, sempre esperando que o expresso trouxesse um príncipe a desposá-la – a linda e desdenhosa Cora não pôde deixar de compartilhar da indignação e do horror que tal ato provocara em todos do vilarejo. Que tinha ela com o túmulo de antigos escravos e humildes roceiros? Em que podia interessar aos seus lindos olhos pardos o destino de tão humildes ossos? Porventura o furto deles perturbaria os seus sonhos?
Adaptado de: BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e
outros contos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras sacrílega, desdenhando e Porventura, tais como foram empregadas no texto.
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Sobre instalação de condutores, de acordo com a norma NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão, considere as afirmações abaixo.
I - A seção mínima de condutores de cobre utilizados em circuitos de iluminação é 2,5 mm2.
II - O condutor neutro não pode ser comum a vários circuitos.
III - Somente podem ser utilizados eletrodutos não propagantes de chama.
Quais estão corretas?
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Sobre o dimensionamento de condutores para instalações elétricas de baixa tensão, considere as afirmações abaixo.
I - A capacidade de condução de corrente varia com a redução da temperatura ambiente.
II - O material dos condutores afeta a capacidade de condução de corrente.
III - O tipo de isolante determina as temperaturas máximas dos condutores.
Quais estão corretas?
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O sociólogo italiano Domenico De Masi afirma que, até o século 20, o ser humano valia mais “do pescoço para baixo”, devido ao reconhecimento do alto valor da capacidade de uso da força para atividades repetitivas.
O trabalho braçal era feito por pessoas(a) devido à falta de tecnologia da época. O autor conclui, então, que no século 21(a) o ser humano valeria mais “do pescoço para cima” e que teria seu maior valor na capacidade de pensar, refletir, inovar e criar.
Nesta linha, o cientista Sílvio Meira aponta que os métodos de educação baseados em conteúdo sistematizam o conhecimento do passado para oferecer uma performance no presente, produzindo um estoque de saber. Enfaticamente,(b) diz que o futuro não é de quem tem mais conhecimento, e sim(b) de quem tem maior capacidade de aprender durante a vida. Segundo Meira,(c) até meados de 2030, teremos mais 14% de vagas deslocadas para serem feitas por robotização ou Inteligência Artificial, dobrando o número de desempregados em relação a hoje. E finaliza dizendo que é preciso se focar nas pessoas e não nas atividades que se tornarão ultrapassadas. Isso só se faz com investimento em Educação.
Os referidos empregos obsoletos que vão desaparecer em todo o mundo massivamente em 15 anos são as atividades de máquina. Aquelas classificadas por De Masi como as realizadas “do pescoço para baixo”. Em geral são funções repetitivas, ineficientes, caras, lentas e poluentes, que nunca deveriam ter sido feitas por seres humanos.(c) Concordo com Meira(d) ao dizer que a educação conteudista – de decorar a fórmula e saber a resposta certa – se presta para formar pessoas exatamente para estes postos de trabalho moribundos.
Tal método utiliza intencionalmente estratégias de aprendizagem baseadas na repetição(d) e na memorização para estocar saberes.
A ciência nos mostra que, para formar pessoas com competências “do pescoço para cima”, baseadas em resolução de problemas e criatividade, precisamos focar em experiências educacionais transformadoras e intencionalmente para esse fim. Necessitamos fazer isso agora ou estaremos condenando nossas crianças já,(e) na largada, a engrossar a fila dos desempregados.(e)
MARTINS, Rodrigo de Quadros. No século dos robôs e da
Inteligência Artificial, o que mais vale é ser humano.
Jornal do Comércio, Opinião, 11/07/2019. Disponível em
https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/opiniao/
2019/07/693008-no-seculo-dos-robos-e-da-inteligencia-
artificial-o-que-mais-vale-e-ser-humano.html.
Acesso em 11/07/2019.
São exemplos de adjuntos adverbiais as seguintes expressões do texto:
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O sociólogo italiano Domenico De Masi afirma que, até o século 20, o ser humano valia mais “do pescoço para baixo”, devido ao reconhecimento do alto valor da capacidade de uso da força para atividades repetitivas.
O trabalho braçal era feito por pessoas devido à falta de tecnologia(I) da época. O autor conclui, então, que no século 21 o ser humano valeria mais “do pescoço para cima” e que teria seu maior valor na capacidade de pensar, refletir, inovar e criar.
Nesta linha, o cientista Sílvio Meira aponta que os métodos de educação baseados em conteúdo sistematizam o conhecimento do passado para oferecer uma performance no presente, produzindo um estoque de saber. Enfaticamente, diz que o futuro não é de quem tem mais conhecimento, e sim de quem tem maior capacidade de aprender durante a vida. Segundo Meira, até meados de 2030, teremos mais 14% de vagas deslocadas para serem feitas por robotização ou Inteligência Artificial, dobrando o número de desempregados em relação a hoje. (II) E finaliza dizendo que é preciso se focar nas pessoas e não nas atividades que se tornarão ultrapassadas. Isso só se faz com investimento em Educação.
Os referidos empregos obsoletos que vão desaparecer em todo o mundo massivamente em 15 anos são as atividades de máquina. Aquelas classificadas por De Masi como as realizadas “do pescoço para baixo”. Em geral são funções repetitivas, ineficientes, caras, lentas e poluentes, que nunca deveriam ter sido feitas por seres humanos. Concordo com Meira ao dizer que a educação conteudista – de decorar a fórmula(III) e saber a resposta certa – se presta para formar pessoas exatamente para estes postos de trabalho moribundos.
Tal método utiliza intencionalmente estratégias de aprendizagem baseadas na repetição e na memorização para estocar saberes.
A ciência nos mostra que, para formar pessoas com competências “do pescoço para cima”, baseadas em resolução de problemas e criatividade, precisamos focar em experiências educacionais transformadoras e intencionalmente para esse fim. Necessitamos fazer isso agora ou estaremos condenando nossas crianças já, na largada, a engrossar a fila dos desempregados.
MARTINS, Rodrigo de Quadros. No século dos robôs e da
Inteligência Artificial, o que mais vale é ser humano.
Jornal do Comércio, Opinião, 11/07/2019. Disponível em
https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/opiniao/
2019/07/693008-no-seculo-dos-robos-e-da-inteligencia-
artificial-o-que-mais-vale-e-ser-humano.html.
Acesso em 11/07/2019.
Com relação ao emprego do acento indicativo de crase, considere as seguintes afirmações.
I - O emprego do acento indicativo de crase na expressão devido à falta de tecnologia é facultativo.
II - Na expressão em relação a hoje, não há contexto para o emprego do acento indicativo de crase, pois a palavra relação não é regida pela preposição a.
III - Na expressão decorar a fórmula, não há contexto para o emprego do acento indicativo de crase, pois não há aqui fusão da preposição a com o artigo definido a.
Quais estão corretas?
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Um técnico emprega um voltímetro digital para efetuar a medição da tensão eficaz em uma rede de 100 Veficaz.
O manual do instrumento informa que a precisão para essa escala é de ±(0,7%+1) da leitura. Nesse caso, o instrumento apresenta uma leitura segundo a qual a tensão estará entre
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Ao se realizar seleção do nível de iluminância de um ambiente, deve-se considerar
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“O valor da força eletromotriz induzida em uma espira de área A é igual à taxa de variação do fluxo magnético através dessa espira, sendo o sentido desta força eletromotriz induzida tal que em um circuito eletricamente fechado produza uma corrente elétrica que se oponha à variação do fluxo magnético que a produziu.
O enunciado acima refere-se à
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No que diz respeito ao Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, considere os itens baixo.
I - Plano anual de capacitação.
II - Balancete semestral orçamentário-fiscal da unidade federativa participante.
III - Relatório de execução do plano anual de capacitação.
IV - Sistema de gestão por competência.
Quais são instrumentos da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal?
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