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528207 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Como norma de segurança, é muito importante saber apagar incêndios que porventura possam ocorrer dentro de um laboratório. Para apagar um incêndio causado por equipamento elétrico energizado, madeira e líquido inflamável, é indicado utilizar:
 

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528155 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Sobre orientação a objetos em PHP 5, assinale a alternativa correta:
 

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528152 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A profissão de Técnico em Prótese Dentária foi criada oficialmente e regulamentada pela Lei Federal nº 6710 de 05/11/1979. Esta lei impõe algumas restrições ao exercício da profissão.
I – Fazer serviço de prótese dentária para terceiros que não sejam habilitados pelo CRO (Conselho Regional de Odontologia);
II – Manter equipamento e instrumental específicos de consultório dentário em seu laboratório ou local de trabalho;
III – Fazer propaganda de seus serviços ao público em geral;
IV – Fazer próteses removíveis para parentes ou amigos de qualquer natureza.
Assinale a alternativa que aponta corretamente tais restrições.
 

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528135 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Assinale a alternativa em que o uso de proteção adicional por dispositivos a corrente diferencial-residual (DR) de alta com corrente diferencial-residual nominal I∆n igual ou inferior a 30 mA é obrigatório, considerando a NBR 5410, além dos casos especificados na seção que trata de requisitos complementares para instalações ou locais específicos, e qualquer que seja o esquema de aterramento.
 

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528130 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Read text and answer question
I Stopping by Woods on a Snowy Evening
by Robert Frost
Whose woods these are I think I know.
His house is in the village though;
He will not see me stopping here
To watch his woods fill up with snow.
My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.
He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound’s the sweep
Of easy wind and downy flake.
The woods are lovely, dark and deep,
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.
The meaning of stop in the title of the poem may be
 

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527784 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
O único conjunto de equação que representa um possível caso de escoamento bi-dimensional de um fluido incompressível é:
 

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527768 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
O monitoramento dos sinais emitidos pela vibração dos componentes de equipamentos mecânicos, além de oferecer maior precisão no diagnóstico, permite prolongar o prazo para intervenção nos mesmos, evitando assim a substituição de peças desnecessariamente.
Nesse tipo de sistema de manutenção, o sinal do equipamento monitorado é:
 

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527720 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

O gráfico seguinte mostra a distribuição da população por grupos de idade de acordo com os dados obtidos pelo Censo Demográfico 2010.

Enunciado 527720-1

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

Com base neste gráfico, é correto afirmar que:

 

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527697 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Dado o equilíbrio químico:
2 NOCl (g)↔2NO(g)+Cl2 (g) ∆H>0 Kc=4,9x10-4mol/L
Desejando aumentar o rendimento da reação, obtendo maior concentração de NO, um Químico da UFRJ optou por fazer a reação sob três condições. Dentre as alternativas, assinale a que aponta o aumento do rendimento da reação.
 

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527655 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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TEXTO: Carro: o cigarro do século 21?
(Reinaldo Canto)
Até pouco tempo incontestável, o automóvel já não ocupa mais o mesmo lugar no imaginário das pessoas.
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.
Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual o mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?
No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!
Para as novas gerações fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!
A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.
Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo, foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.
Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.
Em relação aos carros algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados entre outras razões pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.
Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.
Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público como ônibus e metrô e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?
(Fonte: CANTO, Reinaldo. Carro: o cigarro do século 21? Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo-21-4760.html. Acesso em: 26 abr. 2014).
Os trechos a seguir exemplificam o posicionamento negativo do texto quanto ao uso de automóveis particulares ou ao hábito de fumar, EXCETO em:
 

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