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O terapeuta ocupacional trabalha com adaptações que podem ser:
I – Do local: analisando se é melhor propor em local fechado ou aberto, isolado ou em área comum.
II – Estrutural: adaptando a ferramenta ou material que se usa na terapia ocupacional de acordo com a capacidade funcional do paciente.
III – Física: aumentando as repetições exigidas, a resistência do material para o paciente adquirir força muscular, alterar material para complexificar a habilidade do paciente.
Assinale a alternativa correta:
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Num servidor DNS, o registro que mapeia um endereço IP a um nome de host para permitir buscas reversas é o:
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TEXTO: Carro: o cigarro do século 21?
(Reinaldo Canto)
Até pouco tempo incontestável, o automóvel já não ocupa mais o mesmo lugar no imaginário das pessoas.
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.
Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual o mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?
No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!
Para as novas gerações fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!
A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.
Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo, foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.
Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.
Em relação aos carros algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados entre outras razões pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.
Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.
Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público como ônibus e metrô e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?
(Fonte: CANTO, Reinaldo. Carro: o cigarro do século 21? Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo-21-4760.html. Acesso em: 26 abr. 2014).
A tipologia textual do texto é predominantemente:
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A intoxicação é a manifestação clínica do efeito tóxico. Qualquer substância química em interação com o organismo é capaz de produzir um efeito adverso. Nesse sentido, considerase que um processo de intoxicação ocorre em quatro fases. A fase que corresponde ao período de exteriorização dos efeitos do agente tóxico, isto é, ao aparecimento dos sinais e sintomas de intoxicação é denominada:
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Na prática da microfilmagem, o termo “modo de filmagem” é utilizado para designar:
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Em transformadores são necessários alguns ensaios para a determinação do circuito equivalente. Dentre as alternativas, assinale a que condiz ao ensaio referente às perdas no cobre e às perdas no ferro:
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Leia o texto abaixo e responda à questão a seguir.

Le Monde.fr | 30.04.2014 à 15h58 • Mis à jour le 30.04.2014 à 17h16 |Par Pascale Santi
Véritable phénomène de société, l’e-cigarette a séduit à ce jour environ 1,5 million de personnes. Mais environ 900 000 personnes fument encore quelques cigarettes. Environ 10 millions de Français, soit près d’un Français sur cinq, l’ont déjà testée. Nombre de fumeurs ont en effet trouvé là une alternative au tabac, un phénomène que n’avaient pas vu venir les professionnels de santé. Dans ce contexte, une dizaine d’experts de l’OFT a présenté mercredi 45 constats pour donner des conseils sur la façon d’utiliser la cigarette électronique. Des outils pour aider les professionnels de santé à répondre aux interrogations de leurs patients vapoteurs.
Le marché de la cigarette électronique ne cesse de croître
« Nous ne sommes pas favorables à la cigarette électronique, mais nous sommes pour l’arrêt du tabac, qui cause la mort de 73 000 personnes par an en France », martèle le professeur Bertrand Dautzenberg, président de l’OFT. Ni produit du tabac, ni médicament, ni dispositif médical, la e-cigarette fait partie de la panoplie de l’arrêt du tabac.
Quant aux risques, les experts indiquent que la cigarette électronique n’est pas un produit considéré comme sain en raison de son potentiel addictif et irritant et des inconnues sur d’autres effets. « Elle doit être absolument déconseillée à l’ancien fumeur ou à quelqu’un qui voudrait l’expérimenter », insiste le professeur Dautzenberg. « Mais le niveau de danger n’a rien à voir avec le tabac », indique la tabacologue Marion Adler.
Face aux accidents, « la prudence s’impose avec la nicotine contenue dans les e-liquides », souligne l’OFT. La dose réputée létale chez un non-fumeur est de 60 mg. Or, un flacon de 10 ml de nicotine à 20 mg/ml
contient 200 mg de nicotine. Tous les flacons avec nicotine doivent donc porter le logo de danger avec la tête de mort. De même, comme ils ressemblent à certains flacons de collyre, la vigilance s’impose. « C’est comme pour l’eau de Javel, il ne faut pas les laisser traîner », résume le professeur Dautzenberg.
LA VAPOTE BIENTÔT INTERDITE DANS CERTAINS LIEUX PUBLICS ?
Au final, l’objectif de cet avis, qui intervient un an après le rapport de l’OFT remis au ministère de la santé, est d’aider un plus grand nombre de fumeurs à quitter le tabac. Tout cela « en l’état actuel des connaissances scientifiques », car c’est un phénomène nouveau sur lequel des données sont parcellaires.
Alors que la cigarette électronique est depuis mardi 29 avril interdite à New York dans les lieux publics, restaurants, parcs, à l’instar des cigarettes et du tabac, la ministre de la santé, Marisol Touraine, s’est dite favorable mercredi 30 avril sur BFM-TV à l’interdiction de la cigarette électronique dans « certains lieux publics » en France.
http://www.lemonde.fr/societe/article/2014/04/30/l-ecigarette-contribue-a-faire-baisser-la-consommation-detabac_4409824_3224.html
A leitura do texto nos leva a concluir que:
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A destilação é uma técnica de separação baseada no fenômeno de equilíbrio líquido-vapor. Esta técnica baseia-se no fato de que os vários componentes das misturas têm pontos de ebulição diferentes. Sobre esta técnica, é INCORRETO afirmar que:
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As guilhotinas, máquinas que executam corte linear, de modo geral, são constituídas por um corpo único contendo um porta-facas, uma mesa plana e lisa, um balancim e um esquadro móvel. Pode se afirmar que uma das funções do balancim é:
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No que se refere à medida de acidez e alcalinidade da solução de molha, assinale a alternativa que melhor indica o que um pH muito ácido pode causar no processo de impressão.
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