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Um tiro no escuro
A escolha profissional é um caso típico de tomada de decisão na ausência de informações
Por Thomaz Wood Jr.
O conto Profession, publicado em 1957 por Isaac Asimov, retrata a Terra em um futuro
distante e distópico. As crianças são educadas por um sistema central, que liga diretamente seus
cérebros a um computador. As futuras profissões são defin idas com base em um algoritmo. Não
cabe aos indivíduos escolherem seus ofícios. Profession é uma entre muitas obras de ficção
científica a tratar da questão da escolha ou direcionamento profissional.
O tema também ocupa lugar de destaque entre as preocupaç ões de jovens, pais,
psicólogos, educadores e gestores da área. No Brasil, temos uma associação de orientadores
profissionais e uma revista científica dedicada ao tema. Em nosso país, todos os anos, no
segundo semestre, centenas de milhares de jovens prepa ram-se para a maratona dos exames
vestibulares.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o
Brasil ultrapassou, em 2012, a marca de 7 milhões de alunos no ensino superior. Eles estão
matriculados em 32 mil cursos, of erecidos por mais de 2 mil instituições de ensino. Nosso
sistema superior de educação cresceu aceleradamente desde o fim da década de 1990 e quase
duplicou nos últimos dez anos.
No entanto, o crescimento e o gigantismo não foram ainda suficientes para aten der à
demanda por formação de alta qualidade. Nos cursos mais procurados e nas instituições de
maior renome, a relação candidato/vaga frequentemente supera a dezena e vez ou outra se
aproxima da centena. O funil de acesso coloca legiões de pais e filhos à beira de um ataque de
nervos.
Nos últimos anos, a realização de um curso superior tornou -se aspiração de novos
contingentes de jovens, antes alijados da universidade por barreiras econômicas. Em paralelo,
visando atender ao novo “mercado”, nasceram e prosp eraram instituições privadas de ensino
superior com um olho na educação e outro no bolso, não necessariamente nessa ordem. Na
esquina ideológica oposta, o sistema público, caro e anacrônico, salta de crise em crise, a vergar
sob o peso de querelas políticas, governança excêntrica e interesses corporativistas. Enquanto
isso, o mundo gira e o mercado de trabalho é convulsionado por estripulias econômicas, algumas
profissões emergem e outras submergem, enquanto certas carreiras rompem as fronteiras
tradicionais.
No meio da confusão, nossos jovens enfrentam o descabido desafio de, aos 17 anos,
definir o próprio futuro. Os manuais de autoajuda vocacional costumam ser pródigos em
sugestões tão sensatas quanto inexequíveis: conheça a si próprio, as profissões, os
profissionais, trabalhe e experimente. Alguns jovens têm vocação clara, mas são raros. Outros
pensam tê-la, mas titubeiam diante dos primeiros choques de realidade. A maioria lança -se
semiconsciente ao mar, torcendo para que uma corrente amiga a leve a um p orto seguro.
A escolha profissional é um caso típico de tomada de decisão na ausência de
informações. Quem sou eu? Quais são meus potenciais? O que quero da vida? São perguntas
básicas, mas difíceis de responder aos 17 anos. A outra ponta não é mais simple s. Como estará
o mercado de trabalho daqui a quatro ou cinco anos? Quais serão as melhores profissões do
futuro? O que me trará satisfação? O que me garantirá uma vida confortável?
E, não bastassem as dificuldades naturais, as paixões e as ansiedades envol vidas, as
decisões são tomadas em um teatro de consumo, no qual escolas secundárias competem pelas
maiores taxas de sucesso no vestibular, cursinhos vendem seus serviços e as novas instituições
de ensino tentam atrair recrutas para suas “propostas diferenciadas”.
Não é incomum muitos jovens iniciarem cursos superiores, os interromperem pouco
depois e tentarem outros caminhos. Há também aqueles fiéis à escolha original que, mesmo
frustrados, terminam o curso e seguem a padecer pela vida profissional afora. O custo da
escolha malfeita é alto para os jovens, seus pais e a sociedade. Mais sábios seriam, na opinião
de alguns, os nossos pares do Hemisfério Norte, que oferecem aos seus universitários a
oportunidade de inícios com conteúdos mais genéricos e conseque nte adiamento das decisões
profissionais para momentos de maior maturidade e lucidez.
CARTA NA ESCOLA. São Paulo: Confiança, n 92, dez. 2014. p. 64. [Adaptado]
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- Sistemas e Processos Construtivos
- Ensaios em Sistemas e Processos Construtivos
- Estudos Preliminares
- Limpeza e Preparo do Terreno
A figura a seguir apresenta a curva granulométrica obtida para uma determinada amostra de solo.

A partir da curva granulométrica ilustrada, considere as afirmativas a seguir:
I A curva granulométrica em análise demonstra que o tamanho dos grãos encontra -se uniforme.
II A curva granulométrica em análise apresenta comportamento descontínuo.
III O solo em análise possui, em sua composição, uma grande quantidade de argila.
IV Da análise da curva granulométrica, verifica-se a existência de um solo granular.
Dentre as afirmativas, estão corretas
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Um bloco de concreto tem dimensões de 140 mm x 190 mm x 390 mm (largura, altura, comprimento) e espessura de paredes longitudinal e transversal de 25 mm (figura ao lado).
A determinação da resistência à compressão desse bloco é realizada dividindo-se a força de ruptura medida na máquina de ensaio pela

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Um técnico em edificações, ao realizar um ensaio de determinação da massa específica seca, massa específica saturada e absorção de água do agregado graúdo, obteve os seguintes resultados:

Com base nesses resultados, é correto afirmar que a massa específica seca, em g/cm3 , do agregado graúdo em análise é de, aproximadamente,
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Uma das principais propriedades das argamassas é a resistência de aderência à tração. A NBR 15258 prevê a determinação da resistência potencial de aderência à tração através de um ensaio de arrancamento como mostrado na figura ao lado.
Considerando um ensaio de resistência potencial de aderência à tração numa situação em que foram utilizadas pastilhas de 5 cm de diâmetro e a força de arrancamento produzida na argamassa tenha sido de cem kilo-Newtons, tem-se que a resistência de aderência em MPa é de

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Os estudos de investigação geotécnica são realizados no intuito de identificar e avaliar o estado em que as diversas camadas de solo se encontram. Dentre as técnicas usuais de investigações geotécnicas, pode-se destacar a sondagem do tipo Standard Penetration Test (SPT).
Sobre esse tipo de sondagem, considere as afirmativas a seguir:
I A sondagem SPT consiste de um método indireto em que não há a retirada de solo.
II Na sondagem do tipo SPT, é possível avaliar a resistência a penetração nas camadas de solo investigadas.
III Para a sondagem SPT, é previsto um martelo de massa padronizada de 85 kg.
IV O documento gerado após a sondagem SPT é denominado de Boletim de Sondagem.
Dentre as afirmativas, estão corretas
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- Sistemas e Processos Construtivos
- Materiais de construção em Edificações
- Ensaios em Sistemas e Processos Construtivos
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Os aditivos químicos são utilizados em pequenas quantidades para conferir características específicas aos concretos. Atualmente os aditivos redutores de água são imprescindíveis na produção de concretos bombeados e nos concretos autoadensáveis.
Sobre o aditivo do tipo superplastificante, considere as seguintes afirmativas:
I- É o aditivo que, sem modificar a trabalhabilidade da mistura no estado fresco, acelera o tempo de pega do concreto.
II- É o aditivo que, sem modificar a consistência do concreto no estado fresco, permite elevada redução no conteúdo de água de um concreto.
III- É o aditivo que, sem alterar a quantidade de água, aumenta consideravelmente o abatimento e a fluidez do concreto.
IV- É o aditivo que, sem alterar a quantidade de água, permite retardar o tempo de pega do concreto.
São características dos aditivos redutores de água do tipo superplastificante o que se afirma em
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