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Foram encontradas 480 questões.

975191 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Durante alguns momentos da história da Terra, é possível observar, através do regi stro fossilífero, eventos de extinção em massa. Alguns desses eventos tornaram -se famosos, como o evento que extinguiu os dinossauros. Outros foram de enormes proporções, como a extinção do limite Permiano/Triássico. Este último evento
 

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975190 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Fácies são extremamente importantes para se descreverem as sucessões estratigráficas em que se registram os fósseis. Assim, fácies
 

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975189 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em livros de ficção, desenhos animados e filme, o Homo sapiens, comumente, é visto convivendo com dinossauros, pterossauros e com alguns répteis marinhos, como o Mosasaurus. Utilizando o seu conhecimento sobre os dinossauros, o Homo sapiens e a distribuição de ambos durante o tempo geológico, é correto afirmar:
 

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975188 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Relatos sobre fósseis brasileiros são conhecidos desde o início do século XIX, por meio de diversas expedições científicas (por exemplo, a de Thayer e Morgan), comandadas por estrangeiros interessados em conhecer as riquezas naturais do Brasil. Entretanto, um dinamarquês destacou-se organizando uma vasta coleção de mamíferos pleistocênicos encontrados em Minas Gerais e descrevendo diversas novas espécies entre os anos de 1836 e 1844. Por todo esse empenho, ficou conhecido como o Pai da Paleontologia Brasileira. Esse pesquisador é
 

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975186 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Desde a década de 1950, com o advento da Sistemática Filogenética, pesquisadores vêm utilizando um sistema de classificação que reflete, de maneira clara e direta, as relações de parentesco dos grupos formados, enfatizando a necessidade de se buscar grupos que possuam um ancestral comum e todos os seus descendentes. Partindo desse princípio, observe, nos cladogramas I, II e III, reproduzidos a seguir, as elipses neles presentes.

Enunciado 975186-1

Nos cladogramas I, II e III, as elipses representam, respectivamente, os grupos

 

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975177 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Suponha que você é o responsável pelo funcionamento da gráfica de um determinado centro acadêmico. Nos últimos tempos, os usuários têm reclamado que a impressão dos materiais não é de boa qualidade. Para isso, você identificou um equipamento mais moderno que permite uma impressão de melhor qualidade e sugeriu ao seu superior imediato a aquisição desse equipamento, que é classificado como
 

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975172 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A fabricação de um produto ou a prestação de serviços envolve gastos de diversas naturezas. Suponha que a gráfica de uma Universidade adquiriu papel e tinta para impressão de um livro. Esse gasto é considerado como
 

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975168 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Nas organizações públicas, o processo orçamentário é feito por meio da utilização de ferramentas previstas na legislação. Essas ferramentas são:
 

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975161 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A linguagem empregada no texto é predominantemente denotativa, mas há traços de conotação em:
 

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975160 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Astrônomos desconfiam que topamos com civilização alienígena superavançada

Por Fábio Marton

Há algo estranho no céu da Via Láctea. Astrônomos em colaboração com o Instituto SETI da Universidade de Berkley (EUA) anunciaram que pretendem apontar radiotelescópios para uma estrela na qual, suspeitam, pode existir uma civilização superavançada.

A estrela atende pelo indigesto nome de KIC 8462852 e vem sendo observada pelo telescópio espacial Kepler desde 2009, em busca de planetas. Um grupo de colaboradores pela internet – o Kepler traz tanta informação que os cientistas precisam de uma mãozinha de amadores – descobriu algo muito esquisito ali.

Caçar planetas não é exatamente como as pessoas imaginam. Como a tecnologia ainda não permite observá-los diretamente, isso é feito por pequenas oscilações na luz das estrelas, que acontecem quando um planeta passa em frente a elas. Os colaboradores observaram duas pequenas oscilações em 2009, seguidas por uma grande em 2011, que durou quase uma semana, e uma série de várias que diminuíram a luz da estrela de forma significativa em 2013.

Planetas não funcionam assim. Eles geralmente alteram a luz por um período de poucas horas. E essas oscilações se repetem, com as mesmas características – porque, afinal, eles estão em órbita, indo e voltando o tempo todo. O que pode ser então?

Explicações mundanas

Vamos deixar um grande negrito no "desconfiam" do título. A astrônoma Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale, publicou um estudo anteontem, oferecendo várias explicações mundanas para o que aconteceu. A mais provável, segundo ela, é que um grupo de cometas passou pela estrela e foi desintegrado por sua gravidade, levando aos diversos pontos de 2013.

Mas há a teoria divertida: nos anos 60, o matemático Freeman Dyson escreveu que uma civilização alienígena suficientemente avançada precisaria de tanta energia que desenvolveria a tecnologia para cercar uma estrela inteira com coletores solares. Essa megaconstrução hipotética passou a ser chamada de Esfera de Dyson.

E essa é a pulga atrás da orelha dos astrônomos. "Aliens deviam ser sempre a última hipótese que você considera, mas isso pareceu algo que você esperaria que uma civilização alienígena construísse", afirmou Jason Wright, da Penn State University, que está capitaneando o projeto para observar mais de perto a estrela. Assim como Boyajian – ela não arriscou sua carreira mencionando essa possibilidade em seu estudo, mas está dentro nessa de procurar alienígenas. A proposta deles é apontar o Green Bank Telescope – o maior radiotelescópio do mundo – para a estrela. Se os resultados parecerem promissores, então seria a vez de usar o Very Large Array, um complexo com 27 radiotelescópios. Se o projeto for adiante, as observações devem começar em janeiro.

A relatividade é uma estraga-prazeres

Tá certo, a proposta parece, com o perdão do trocadilho, de outro mundo (e já prevejo o inevitável "por que não gastam esse dinheiro com câncer?" nos comentários). Mas vamos viajar um pouco com ela. KIC 8462852 fica a 1480 anos-luz de distância. O que quer dizer, pela Teoria da Relatividade, que a luz levou 1480 anos para chegar aqui. Assim, estamos vendo como eram as coisas lá há (o que mais?) 1480 anos. Se realmente são alienígenas, o que observamos é seu passado distante. Nada garante que não tenham se aniquilado numa incrível guerra galáctica ou invasão zumbi desde então.

Do lado deles, se olhassem para nós, nos veriam na baixa Idade Média, logo após o fim do Império Romano. Não pegaria rádio nenhum. Se, mesmo assim, conseguissem nos detectar, não quer dizer que seria viável voar até aqui – porque a viagem levaria, novamente pela relatividade, mais de 1480 anos, tirando por wormholes e outras possibilidades altamente especulativas.

Então não, não é hora de sair pesquisando por "Conspiração em Roswell" no Google.

Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/astronomos-desconfiam-que-topamos-com-civilizacao-alienigena-superavancada>. Acessado em 7 de jan. de 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Wormholes: atalhos [em tradução livre].

De acordo com o texto, depreende-se que
 

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