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Mãe refere que os olhos e a pele do seu bebê estão amarelados. O recém-nascido de 20 dias está em aleitamento materno exclusivo e ganhando peso dentro do esperado. Apresenta fezes líquido-pastosas amareladas com grumos, e a urina é clara. A mãe é do grupo sanguíneo A+, e o RN, do O+. Ao exame físico: RN ativo, levemente ictérico, reflexos adequados, sem hepatoesplenomegalia. Foram colhidos exames no dia da consulta, e os resultados revelaram: bilirrubina total de 10,3 mg/dL, bilirrubina indireta de 9,4 mg/dL, hemograma e leucograma normais. Nesse caso, o pediatra deverá
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Mãe de um lactente de cinco meses está preocupada, pois seu filho não sustenta a cabeça. A criança nasceu de parto vaginal, banhado em mecônio espesso, necessitando de reanimação na sala de parto, Apgar 1/3/7, peso ao nascimento de 2.700 g com 49 cm de comprimento. Ao ser examinado, apresentava: semiflexão dos cotovelos e pronação do antebraço, flexão de punhos e dedos bem como reflexo tônico cervical assimétrico, reflexo de Moro exacerbado e elevação momentânea da cabeça em posição prono. Nessa situação, o pediatra deve informar à mãe que o seu filho apresenta
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Recém-nascido com 15 dias de vida é levado à UBS por sua mãe. O RN está em amamentação exclusiva com peso atual de 3.570g, tendo pesado 3.300g ao nascer. A mãe é G1P1 e queixa-se de fissura em mama direita com sangramento local. Nesse caso, a conduta é
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Kevin, 15 anos de idade, estava em uma festa quando usou uma substância psicoativa não identificada. Poucas horas depois, ele comparece à emergência do hospital, apresentando agitação, taquicardia (FC: 100 bpm), hipertensão (PA: 150 X 95 mmHg), pupilas midriáticas, temperatura axilar de 39,1 ºC e sudorese. A substância responsável por esse evento é, provavelmente,
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O pediatra avalia um adolescente de 13 anos e 5 meses com queixa de crescimento insuficiente, mas sem história de patologias prévias nos antecedentes pessoais e familiares. O pai apresenta estatura de 169 cm, e a mãe, 156 cm, sem consanguinidade. Não há evidência de parada de crescimento. O adolescente tem alimentação adequada, sono e funções eliminatórias normais, pratica atividade física 3 vezes por semana e apresenta bom rendimento escolar e social. O resultado do exame físico foi normal, com Tanner G1P2 e com estatura no escore Z de -1,5 e peso no escore Z -0,8. Raio X revela uma idade óssea compatível com 11 anos, segundo o critério de Greulich-Pyle. A hipótese diagnóstica mais provável para esse paciente é
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Lactante de 15 meses, sexo feminino, apresenta, desde os seis meses de vida, otites médias de repetição (5 episódios), sendo três episódios com supuração. Não há alteração no desenvolvimento pôndero-estatural. Sendo assim, o pediatra a encaminha para o imunologista por suspeita de imunodeficiência do tipo
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Pedro, de 2 anos e 6 meses, chegou ao pronto atendimento com história de tremores limitados ao membro superior direito, em ambiente domiciliar, com duração aproximada de 30 minutos. A temperatura axilar, no momento da crise, era 38,7 ºC. Durante o atendimento, a criança estava febril, com alterações neurológicas pós-ictais, não tendo apresentado nova crise epiléptica durante sua permanência no ambiente hospitalar. Esse caso é sugestivo de uma crise febril complexa, devido
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Escolar do sexo masculino com seis anos de idade é admitido na emergência pediátrica com dor abdominal. A mãe refere perda de peso e aumento do consumo de água. Ao exame, a criança encontra-se em regular estado geral, escala de coma de Glasgow 15, corado, acianótico, com desidratação leve, anictérico e perfusão capilar periférica de 3 segundos. Apresenta hálito cetônico, temperatura axilar de 37 ºC, FC = 164 bpm, FR = 41 irpm, sem esforço respiratório. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Abdome flácido e doloroso à palpação superficial, sem massas ou visceromegalias palpáveis. Diante do quadro apresentado pelo paciente, o médico de plantão iniciou imediatamente a hidratação venosa e a coleta de exames laboratoriais. Diante do exposto, o provável diagnóstico é
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Lactente de cinco meses é atendida no setor de emergência pediátrica com história de queda do carrinho de bebê. Os pais relatam que a criança teria caído no momento de amarrar o cinto de segurança do carrinho. Eles afirmam que a criança, antes da queda, chorou sem parar durante, aproximadamente, duas horas e, depois, caiu do carrinho, ficando desacordado após a queda. Os pais não identificaram em qual parte do corpo a criança sofreu o trauma. Entretanto, ao exame, apresenta quadro de nível de consciência deprimido, escala de coma de Glasgow = 7, ausculta sem particularidades, abdome flácido, sem visceromegalias e sem equimoses abdominais, membros sem edemas, mas com a presença de discretos hematomas bilaterais em antebraços. A fundoscopia realizada revelou hemorragia retiniana bilateral. A criança estava, previamente, hígida, e os pais negam história de febre, alterações neurológicas prévias, lesões em pele ou outros sintomas. Após o atendimento, a criança foi intubada, colocada em ventilação mecânica e transferida para UTI pediátrica. Provavelmente, essa criança apresenta
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Menor de 4 anos apresenta palidez e aumento de volume abdominal repentinos nas últimas 3 horas. Mãe relata que sua criança é portadora de uma anemia diagnosticada no teste do pezinho. Ao exame físico, constatou-se o seguinte: regular estado geral, a febril, hipocorado 3+/4+, anictérico, taquipneico, hidratado, perfusão periférica lenta, taquicárdico com 3ª bulha na ausculta cardíaca. A palpação abdominal revela abdome globos o, fígado no rebordo costal direito e baço a 6cm do rebordo costal esquerdo. Os resultados do hemograma foram: Hb de 4,5g/dL, leucócitos 6.700/mm3 e plaquetas 165.000/mm3. Diante desse quadro, a complicação e o diagnóstico etiológico mais prováveis são, respectivamente,
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