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A osteoartrite (OA) é uma doença importante que atinge grande parte da população com mais de 40 anos. Ela é caracterizada por dor e mobilidade limitada e é confirmada pela deterioração progressiva da cartilagem, que se pode avaliar com radiografias e outras técnicas de imagem. Hoje, não existe um tratamento específico para a restauração da cartilagem articular artrítica do joelho; portanto, os tratamentos são sintomáticos, farmacológicos ou não farmacológicos, e, eventualmente, cirurgia para substituição do joelho artrósico pode ser considerada. Em relação ao tratamento da osteoartrose do joelho,
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A articulação femuropatelar goza de bom acesso a diagnósticos por imagem, por meio de radiografias, tomografias e ressonâncias além do exame artroscópico. Da mesma forma, é uma articulação bastante acessível ao exame físico. A disponibilidade desses métodos facilita muito o diagnóstico etiopatológico da instabilidade femuropatelar. Porém, após considerar uma boa história clínica do paciente com queixas de instabilidade no joelho, podem-se levar em conta os fatores de risco, aqueles que predispõem o paciente à subluxação ou à luxação de patela, no exame físico. Na posição ortostática ou na marcha, dois desses fatores que podem ser identificados são
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A tenossinovite de D’Quervain acomete, mais comumente, mulheres e pode estar associada a atividades repetitivas do punho e do polegar, ocasionando tensão nos tendões localizados no primeiro túnel extensor do punho. A estenose da bainha que acomoda esses tendões promove hipertrofia e dor local. Considerando a Instrução Normativa nº. 98/2003, do INSS, órgão que elabora convenções referentes aos distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT), analise as afirmativas abaixo.
I Relaciona-se ao trabalho que realiza estabilização do polegar em pinça seguida de rotação ou desvio ulnar do carpo, principalmente, se acompanhado de força.
II Relaciona-se ao trabalho cuja execução envolve digitar, fazer montagens industriais e empacotar.
III Deve-se realizar diagnóstico diferencial com doenças reumáticas, tendinite da gravidez (particularmente bilateral) e estiloidite do rádio.
IV Relaciona-se ao trabalho cuja execução envolve apertar parafusos, desencapar fios, tricotar e operar motosserra.
Associam-se, corretamente, à Tenossinovite de D’Quervain as afirmativas
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Uma fratura relacionada a traumatismo de baixa energia em indivíduo acima de 60 anos de idade remete à apresentação clínica da osteoporose. Concorre para o diagnóstico em idosos outros fatores epidemiológicos, como a redução da estatura, a deformidade da coluna vertebral ou a osteopenia radiológica, que norteiam suspeitas da existência da perda de massa óssea. Diante disso, analise as afirmativas abaixo.
I O estudo radiográfico deve ser indicado para os doentes com história de redução na estatura e com presença de deformidade nova ou progressiva da coluna.
II É alta a correlação entre o grau de colapso do corpo vertebral e o nível de dor.
III O estudo radiográfico é útil para identificar fraturas vertebrais em indivíduos assintomáticos com osteopenia densitométrica.
IV Osteófitos escleróticos e densos indicam que a fratura é aguda mas também podem estar presentes pela doença degenerativa da coluna.
V O déficit neurológico por comprometimento radicular ou medular está presente em 80% dos acometidos de fraturas osteoporóticas.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Fraturas de mão são comuns nos pacientes ortopédicos pediátricos. O diagnóstico preciso, o planejamento do tratamento e, algumas vezes, o prognóstico dependem da compreensão da anatomia fisária e da ossificação dos ossos imaturos, sendo o tratamento dessas fraturas influenciado amplamente pela anatomofisiologia fisária. Nesse contexto, no tratamento das fraturas de mão em crianças,
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As fraturas do fêmur proximal podem levar a várias consequências negativas. A incapacidade permanente resultante das complicações, quando ocorre, causa impacto sobre os índices de deficiência, afetando geralmente a marcha independente e as atividades essenciais e instrumentais da vida diária, como dirigir e ir ao mercado. Em relação às complicações em fraturas subtrocantéricas, analise as afirmativas abaixo.
I Morbidade e mortalidade têm relação com a escolha do tratamento com placas e parafusos.
II Uma das complicações é a falha do implante ortopédico relacionada a ossos osteopênicos.
III Osteotomia em valgo com utilização de enxerto ósseo trata desvios em varo.
IV Coxa brevis está associada, principalmente, às ações de abdutores do quadril.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Em 1992, a Sociedade Americana de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (ASES) definiu a capsulite adesiva do ombro como “uma condição de etiologia incerta caracterizada por significante restrição da mobilidade ativa e passiva do ombro que ocorre na ausência de alterações intrínsecas dessa articulação”. Na capsulite adesiva,
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A Doença de Legg-Calvé-Perthes (DLCP) foi definida, pela primeira vez, como uma entidade clínica nova em 1910, pelo norte-americano Arthur Legg, pelo francês Calvé e pelo alemão Perthes, de maneira independente, embora Waldenström, em 1909, já tivesse descrito todas as suas fases radiográficas e atribuído a doença a um foco tuberculoso de baixa virulência. A DLCP é caracterizada pela necrose avascular idiopática da cabeça femoral, parcial ou total, de evolução autolimitada, com suas complicações associadas, que acomete crianças sem correlação com outras doenças. Nesse contexto, NÃO faz parte do diagnóstico da Doença de Perthes
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica muitos sarcomas de partes moles pela Origem Tecidual Presumida, ou o tecido normal com o qual mais se assemelha o tumor, tais como o lipossarcoma e o sarcoma sinovial. O histórico de dor e tumoração, em tempo menor que três meses, sugere lesão agressiva, enquanto o de dor e tumoração mais arrastadas, acima de seis meses, sugere lesão benigna. A faixa etária é outro fator importante para sugerir a presença de benignidade. Dessa forma, são tumores benignos cogitados em pacientes menores de 20 anos:
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Estima-se que cerca de 5% das fraturas de ossos longos evoluem para não consolidação óssea, também chamada de pseudoartrose. Considerando essa incidência, é importante que o ortopedista saiba os aspectos necessários para reconhecer essa complicação, de forma a desenvolver a tomada de decisão para cada tipo de paciente. Nesse sentido, de acordo com
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