Foram encontradas 490 questões.
Paciente sexo feminino, 35 anos, comparece ao ambulatório para consulta préanestésica, pois será submetida à colecistectomia videolaparoscópica eletiva. Nega comorbidades, alergias e cirurgias prévias. Durante a anamnese, não foi identificada nenhuma alteração na investigação sintomatológica dos diversos sistemas bem como no exame físico. Em relação aos exames pré-operatórios, o anestesiologista deve solicitar
Provas
Paciente, 30 anos, 80 kg, primigesta, encontra-se em trabalho de parto, com 7 centímetros de dilatação cervical, queixando-se de dor nota 8 na escala verbal numérica. Possui insuficiência mitral devido à cardiopatia reumática, com antecedente de fibrilação atrial. Atualmente, está em uso de enoxaparina 40 mg subcutânea uma vez ao dia, sendo a última dose administrada há 15 horas. O ecocardiograma realizado recentemente mostrou aumento discreto do átrio esquerdo, sem sinais de disfunção sistólica dos ventrículos e sem sinais de hipertensão pulmonar. Os sinais vitais são: PA = 150 x 80 mmHg; FC = 110 bpm; pulso regular; FR = 28 irpm; SatO2 = 98%. Após a análise desse quadro clínico, a obstetra solicita analgesia de parto para a paciente. Nesse caso, a conduta do médico anestesiologista deve ser
Provas
Paciente, 28 anos, primigesta, profissional da área da saúde, será submetida à cesariana eletiva. Na avaliação pré-anestésica, a paciente afirma ter história pregressa de asma sem crises de broncoespasmo durante a gestação, possuir alergia alimentar a abacaxi e a banana bem como desconhecer alergias medicamentosas. Foi submetida a dois procedimentos cirúrgicos sem intercorrências. Questionada sobre reações cutâneas, relata que apresenta edema de lábio ao insuflar balões de aniversário e prurido nas mãos após a utilização de luvas convencionais durante atividades laborais. Diante desse caso, considere as assertivas abaixo.
I Recomenda-se que o procedimento cirúrgico seja realizado em sala isenta de látex, pelo alto risco de sensibilização da paciente.
II A anestesia geral é a técnica anestésica preferencial devido à asma e à possível alergia ao látex.
III O uso de corticosteroides e bloqueadores H1 e H2 venosos são imprescindíveis, devendo ser administrados, de forma profilática, antes do início da anestesia.
IV O uso de ocitocina como uterotônico deve ser evitado devido ao risco de reação cruzada, optando-se por massagem uterina após extração fetal e outro tipo de agente uterotônico.
Das assertivas, estão corretas
Provas
O exame de hemograma e plaquetas deve ser realizado em todos os pacientes com classificação clínica B, C ou D da dengue. Nesses casos, o hemograma tem como finalidade principal avaliar o hematócrito para identificação de hemoconcentração que indica provável
Provas
O paciente que apresenta a Síndrome do Choque da Dengue é classificado como do Grupo D. Nesse caso, ele deve ser encaminhado para acompanhamento em
Provas
Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A dengue é uma doença dinâmica, em que o paciente pode evoluir de uma fase para outra rapidamente. A Síndrome do Choque da Dengue é um dos sinais de agravamento da doença, e seu tratamento não difere daquele dispensado a qualquer paciente chocado. Para isso, é importante identificar, precocemente, os sinais e sintomas dessa síndrome que são, entre outros,
Provas
Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A fase crítica da dengue, normalmente, tem início com o declínio da febre (defervescência), entre o 3° e o 7° dia do início da doença. Os sinais de alarme, quando presentes, decorrem
Provas
Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A Prova do Laço (PL) deve ser utilizada rotineiramente na prática clínica como um dos elementos de triagem na dengue. Por se tratar de um procedimento técnico que exige conhecimento das boas práticas, a prova do laço, considerando a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, pode ser realizada
Provas
Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
De acordo com o Ministério da Saúde (2017), a prova do laço (PL) deve ser utilizada na prática clínica como um dos elementos de triagem na suspeita de dengue. A PL positiva, apesar de não ser específica, serve para
Provas
Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A sorologia para dengue deve ser realizada a partir do 6º dia da febre, pois esse exame baseia-se em
Provas
Caderno Container