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Foram encontradas 50 questões.

593161 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A classificação do aluno em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do Ensino Fundamental, pode ser feita através de:
 

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593160 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A Educação Básica poderá organizar-se em:
 

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593159 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A Educação Básica tem por finalidade:
 

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593158 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Plano Nacional de Educação, através de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas, deve:

 

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593157 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE

Qual das alternativas abaixo relacionadas, caracteriza o Art. 205 da Constituição Federal aprovada em 1988?

 

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593156 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Qual das alternativas é incompatível com funções constitutivas do sistema organizacional de uma instituição?
 

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593155 Ano: 2010
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Assinale a alternativa correta em relação à organização da educação escolar no Brasil.
 

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591375 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
Analise as informações apresentadas a seguir.
1) Saber descrever bem uma língua não é garantia de melhor desempenho no uso dessa língua.
2) A escola deve ser o espaço privilegiado para que os profissionais se tornem especialistas em língua portuguesa.
3) A competência nas atividades de leitura e de escrita prescinde de maior aprofundamento do conhecimento gramatical.
4) Todos os profissionais deveriam ter conhecimento aprofundado da gramática de sua língua, já que ela é um bem comum a todos.
Estão em consonância com o Texto:
 

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591374 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
É correto afirmar que o Texto trata, primordialmente:
 

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546199 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
A língua portuguesa que amo tanto
Que canto enquanto encanto-me ao ouvi-la
Em cada canto é fala, é riso, é pranto
E nada há que a cale e que a repila.
É essa língua tórrida e faceira
Inebriante e meiga e doce e audaz
Que envolve e enleia a gente brasileira
E quem a utiliza é quem a faz.
[...]
Não há quem fale errado ou fale mal
De norte a sul, é belo o que é falado
Na língua de Brasil e Portugal.
Para julgar quem fala certo ou fala errado
Não há no mundo lei, nem haverá:
Quem faz da fala língua é quem a fala
Gramática nenhuma a calará
Gramático nenhum irá cegá-la!
LOPES, Oldney. Disponível em: http://www.oldney.net/visualizar.php?idt=433893. Acesso em 23/09/2010. Adaptado.
Há, no Texto, a defesa explícita de que:
 

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