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Considerando uma análise usando um espectrômetro na região do ultravioleta/visível, assinale a alternativa correta.
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A alcalinidade de uma água expressa a quantidade de íons na água que reagirão para neutralizar os íons hidrogênio. Neste sentido, este parâmetro mede a capacidade da água de neutralizar os ácidos, e consequentemente, a capacidade de resistir às mudanças de pH (capacidade tampão). A alcalinidade da água natural é, tipicamente, uma combinação de:
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706371
Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Qual dos procedimentos indicados a seguir, está de acordo com as normas de segurança na estocagem e na manipulação de substâncias em um laboratório químico?
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A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012, Economia, p.4. Adaptado.
O leitor encontra a seguinte informação no Texto:
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Numa análise gravimétrica para determinar o teor de chumbo (207,2 g/mol) numa amostra, o material é tratado de tal forma que todo o chumbo seja precipitado na forma de iodeto de chumbo (PbI2 – 461 g/mol). Considere que uma amostra de 0,4144 g foi tratada, produzindo 100mL de solução. Uma alíquota de 25mL dessa solução foi posta em contato com iodeto de potássio, gerando 4,61 mg de precipitado de PbI2. Qual o teor (em % m/m) de chumbo na amostra?
(Dados de massa atômica: K=39; I=127; Pb=207)
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Na padronização de uma solução de hidróxido de sódio 0,1 M, utilizou-se 0,2215g de ftalato ácido de potássio – KHP (99% e 204 g/mol), sendo necessário 11,0mL da solução de NaOH para titular usando fenolftaleína como indicador. Considerando essa única medida, qual a concentração molar da solução de NaOH?
(Dados de massa atômica: H=1; O=16; Na=23; K=39; P=31)
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667758
Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Quanto às normas de biossegurança em um laboratório de análises químicas, é correto afirmar que:
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Algumas recomendações sobre atividades desenvolvidas no laboratório de química são apresentadas a seguir, analise-as.
1) Não se deve pipetar solventes com a boca.
2) Não se deve adicionar ácido à água e, sim, água ao ácido.
3) Não se deve usar a mesma pipeta para medir soluções diferentes.
4) Não se deve forçar as válvulas dos cilindros de gás com martelos ou outras ferramentas.
Estão corretas, apenas:
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A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012, Economia, p.4. Adaptado.
Ao afirmar que “o desejo pelo diploma universitário [...] mascara um preconceito enraizado na sociedade”, o autor do Texto pretendeu dizer que o desejo pelo diploma universitário:
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Sobre o aplicativo Microsoft Office Excel, assinale a alternativa incorreta.
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