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Sobre a Arquitetura Cliente-Servidor, assinale a opção INCORRETA.
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De acordo com a lei 8.112/90, assinale a opção que descreve hipótese em que a responsabilidade administrativa do servidor público será afastada.
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O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, sequestro ou penhora, EXCETO nos casos de
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Sobre os comandos SQL, assinale a opção CORRETA.
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Popularmente utilizada no compartilhamento de música e vídeos, nesta arquitetura, indivíduos que constituem um grupo livre podem-se comunicar com outros participantes do grupo, não existindo qualquer divisão estrita entre clientes e servidores. Assim, cada nó realiza tanto funções de cliente quanto de servidor. A afirmação trata da arquitetura:
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- AbrangênciaWAN: Wide Area Network
- Arquitetura de RedesArquitetura Cliente/Servidor e P2P
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailHTTP: Hyper Text Transfer Protocol
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Fibra Óptica
Assinale a opção INCORRETA.
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Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça!$ ^{(I)} !$ foi avisar a polícia!$ ^{(II)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia!$ ^{(III)} !$. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe!$ ^{(IV)} !$ e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto ao uso do acento grave, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “veio à cabeça” , o acento grave está corretamente empregado, haja vista que o verbo ‘vir’ exige preposição ‘a’ e o substantivo ‘cabeça’ admite o artigo feminino ‘a’;
II. Em “foi avisar a polícia” , o não uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo direto;
III. Em “devo avisar à polícia” , o uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo indireto;
IV. Em “o amor à mãe” , pode-se confirmar o adequado emprego do acento grave antes do substantivo ‘mãe’ a partir da permuta deste por um masculino correlato.
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Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar!$ ^{(I)} !$ um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(II)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar!$ ^{(IV)} !$: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
No que toca aos processos de referenciação, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “É a loteria que poderia lhes assegurar” , o pronome ‘lhes’ se refere, no parágrafo anterior, a ‘dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo’;
II. Em “nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos” , o pronome ‘nos’ refere-se tanto ao casal de moradores de rua quanto à autora do texto;
III. Todas as formas do pronome ‘lhe’ (singular) que ocorrem no texto referem-se a ‘Rejaniel de Jesus Silva Santos’;
IV. Em “Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar” ), o nome próprio retoma a ideia anterior de que a autora foi “entendendo as razões do casal”. Essa estratégia, no entanto, não foi bem desenvolvida, uma vez que, em todo parágrafo, a referência é só a Rejaniel e não ao casal.
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Considere as seguintes afirmativas sobre a linguagem XML:
I. XML é case sensitive, portanto, difere letras maiúsculas e minúsculas;
II. Um DTD (Document Type Definition) é um conjunto de regras usado para definir uma linguagem de marcação XML particular;
III. XSLT é uma linguagem de marcação XML usada para criar documentos XSL, que, por sua vez, definem a apresentação dos documentos XML;
IV. XML Schema é uma linguagem usada para expressar restrições sobre documentos XML.
Assinale a opção que representa as afirmativas CORRETAS.
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A topologia de rede descreve o layout de uma rede de computadores, representando a forma como os dados transitam nas linhas de comunicação e como os dispositivos estão conectados a ela. Em vista disso, assinale a opção que NÃO corresponde a uma topologia de rede.
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