Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1331759 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
Após a apresentação de resultados de uma pesquisa que envolvia o manejo de perfurocortantes pela equipe técnica e auxiliar de enfermagem durante a semana de Enfermagem do Hospital Universitário, um médico da plateia destacou a importância da supervisão permanente dos serviços e deu o seguinte exemplo: “Quando viajamos de avião percebemos que, em cada voo, conexão ou escala, qualquer um que viaje por esse meio ouvirá as orientações de segurança. É necessário fazer o mesmo, não somente com a equipe de enfermagem, mas com toda a equipe multiprofissional em saúde”. Levando em consideração a incidência de acidentes com perfurocortantes, todas as orientações que seguem são pertinentes para evitar acidentes desse tipo, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1331503 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Levando-se em conta o enunciado “Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano” , a substituição sinonímica da lexia ‘arremedo’ só NÃO é possível por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1331037 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Com base na leitura global do texto, é possível afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330978 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Quanto ao regime previdenciário no serviço público federal, é CORRETO afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330889 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Terêncio Ribeiro Nava, servidor público federal estável, foi demitido do serviço público após processo administrativo disciplinar. Insatisfeito, ajuizou ação judicial na qual requereu a anulação da decisão administrativa. Julgada a ação, Terêncio obteve decisão transitada em julgado com resultado favorável a seu pedido. Para que o servidor possa retornar a seu cargo de origem ainda existente, conforme a lei 8.112/90, a decisão judicial deverá ter determinado sua
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330348 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
A composição de equipes de saúde multiprofissionais foi fortalecida pela Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990, que estabelece como princípio que as equipes profissionais em saúde se orientem por um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. A opção que indica o princípio descrito na lei citada é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330341 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
Os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) devem orientar e fornecer retaguarda, a fim de que os agravos à saúde relacionados ao trabalho possam ser atendidos em todos os níveis de atenção do SUS, de forma integral e hierarquizada. No que se refere aos procedimentos para implantação de um CEREST, é INCORRETO afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1330329 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado!$ ^{(I)} !$. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar!$ ^{(II)} !$ um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe!$ ^{(III)} !$ que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar!$ ^{(IV)} !$: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Levando-se em conta as prescrições da Gramática Normativa (GN) sobre colocação pronominal, julgue as afirmações abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “Tenho me perguntado” , o pronome ‘me’ pode vir enclítico ao verbo ‘perguntar’;
II. Em “É a loteria que poderia lhes assegurar” , o pronome ‘lhes’ pode vir mesoclítico ao verbo ‘poder’, o qual está conjugado no futuro do pretérito;
III. Em “E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe” , o pronome ‘lhe’ pode tanto vir enclítico (assim como está no enunciado) quanto vir proclítico ao verbo ‘informar’;
IV. Em “imprevidência conseguiu lhe tirar” , o pronome ‘lhe’ pode vir enclítico tanto ao verbo ‘conseguir’ quanto ao verbo ‘tirar’, colocações estas que ainda encontram guarida na GN, mas que são cada vez menos recorrentes em usos cultos escritos contemporâneos, como comprova o próprio enunciado selecionado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1329670 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
As políticas públicas exigem a elaboração de protocolos assistenciais. Prazeres (2009, p. 336) define protocolos assistenciais como “condutas desenvolvidas com método sistemático no auxílio a tomadas de decisões, servindo de elo entre as atitudes profissionais e o preconizado pela evidência científica”. Analise as assertivas sobre a elaboração de protocolos baseados em evidências para enfermagem.
I. O primeiro passo é a formação de grupos de trabalho, definição dos temas e revisão de literatura baseada em evidências;
II. Um passo para favorecer o fluxo principal dos cuidados é a elaboração de algoritmos conforme preconiza a BIREME;
III. Para elaboração propriamente dita do protocolo de cuidados, deve-se padronizar algoritmos diferentes para cada setor da instituição desejada;
IV. No modelo de elaboração de protocolos proposto por Prazeres (2009), constam todas as etapas para sistematização da assistência para os temas de cuidado desejados.
Assinale a opção CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1329100 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
Schilling (1984) classifica em três grupos as doenças relacionadas ao trabalho, de forma que no GRUPO III tem-se doenças em que o trabalho é provocador de um distúrbio latente, ou agravador de doença já estabelecida ou preexistente em determinados grupos ocupacionais ou profissões. Assinale a opção que NÃO descreve uma doença desse grupo.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas