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Foram encontradas 50 questões.

1333813 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Paciente apresenta uma lesão cariosa nas superfícies oclusal e distal no elemento 24 e sangramento abundante na região distal durante a sondagem periodontal. Paciente relata dor provocada ao consumir alimentos açucarados e gelados. Radiograficamente, observa-se uma cavidade profunda, no qual o término cervical distal se encontra a 1mm da crista óssea. Para resolução deste caso clínico, deve-se proceder à(ao):

 

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1333635 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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No diagnóstico da doença cárie, é essencial a definição do risco e da atividade do paciente. O quadro abaixo descreve algumas situações de risco e atividade da doença cárie.

I. Fluxo salivar menor que 0,6ml/min.
II.

Presença de manchas brancas de aspecto brilhoso, sem presença de placa e a certa distância do tecido gengival.

III. Ingestão de alimentos açucarado 1 vez ao dia, logo após a refeição.
IV. Uso de aparelho ortodôntico.
V. Número de estreptococcus mutans menor que 10.000ufc.
VI. Presença de diversas restaurações.

Marque a opção que apresenta fatores de aumento de risco e de atividade de doença cárie.

 

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1333348 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Minervina da Silva é aposentada do serviço público federal em cargo técnico, recebendo normalmente os proventos merecidos. Aprovada em novo concurso público para professora da administração pública federal, ela quer continuar recebendo seus proventos e tomar posse no novo cargo. Com relação a isso, pode-se afirmar que
 

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1333216 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Servidores públicos federais de cargo efetivo foram condenados em processo administrativo disciplinar por ofensa física a outro servidor, durante o serviço e sem estarem atuando em legítima defesa. Um deles aposentou-se após a condenação e o outro permaneceu na ativa. De acordo com o disposto na Lei Federal nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis da União,
 

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1333208 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Um paciente procura tratamento odontológico após fratura do elemento 45. Durante o exame clínico, o cirurgião dentista constatou que o elemento em questão possuía tratamento endodôntico e que a fratura ocorreu ao nível cervical sem invasão do espaço biológico. A opção de tratamento escolhida foi a confecção de um núcleo metálico fundido e posterior prótese fixa unitária metalocerâmica. Ao receber o copping metálico para prova, o cirurgião dentista percebeu uma desadaptação horizontal ao redor da borda que permitia a colocação da ponta da sonda exploradora. Ao posicionar a prótese no modelo troquelado, o técnico percebeu que a adaptação está perfeita e sem sinais de desgaste no gesso. A provável causa do problema foi

 

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1332801 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado!$ ^{(A)} !$, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna!$ ^{(B)} !$. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(E)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira!$ ^{(A)} !$. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse!$ ^{(B)} !$.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic!$ ^{(E)} !$.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia!$ ^{(C)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia!$ ^{(C)} !$. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto!$ ^{(D)} !$. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou!$ ^{(D)} !$.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Levando-se em conta a resposta à questão anterior, marque, dentre as opções abaixo, aquela em que há trechos linguístico-textuais que confirmam a escolha CORRETA da primeira questão.
 

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1332449 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Classifique as afirmativas seguintes, sobre prevenção de tratamento da doença cárie, como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) lesões de cárie restritas em esmalte, detectáveis em exame radiográficos, podem ser paralisadas através de medidas preventivas, como mudanças nos hábitos alimentares e de higiene do paciente, uso terapêutico de flúor e controle periódico da dentição do paciente no consultório.

( ) a decisão do tratamento de cárie ativa depende exclusivamente das características das lesões de cárie presentes na boca.

( ) Em caso de lesões cavitadas, em que não é possível realizar o tratamento não invasivo, deve ser realizada a adequação do meio, com a remoção do tecido mais superficial e selamento (restauração) provisório das cavidades.

( ) A fase restauradora deve ser iniciada quando constatada alteração de hábitos higiênicos e alimentares do paciente, com redução de placa bacteriana.

Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

 

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1332347 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Paciente com 42 anos de idade, sexo masculino, apresenta restauração Classe II com amálgama de prata, no dente 26, que se encontra com recidiva de cárie, necessitando de substituição por uma nova restauração em amálgama. Após a remoção da antiga restauração, algumas características do preparo cavitário devem ser mantidas, como:

 

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1332243 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Em relação ao ato de posse do servidor público, conforme a lei 8.112/90, é INCORRETO afirmar que
 

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1332119 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Ainda com relação ao texto, o provérbio abaixo que melhor pode funcionar como uma síntese para ele é:
 

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