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Foram encontradas 50 questões.

1326193 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
De acordo com a lei 8.112/90, assinale a opção que descreve hipótese em que a responsabilidade administrativa do servidor público será afastada.
 

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1325859 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, sequestro ou penhora, EXCETO nos casos de
 

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1325428 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A Lei 8.080, de 17 de setembro de 1990, dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, sobre a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes ao Sistema Único de Saúde e dá outras providências. Em relação à gestão financeira, de acordo com essa lei, alguns critérios são utilizados para o estabelecimento de valores a serem repassados a Estados, Distrito Federal e Municípios. Marque a opção INCORRETA, com relação aos critérios utilizados para o planejamento desse repasse.
 

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1324293 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Exodontia por seccionamento dental - odontossecção ou odontotomia - consiste no fracionamento, na separação da porção coronária ou radicular de dentes multirradiculares, ou ainda unirradiculares, quando retirados com a finalidade de simplificar sua extração. Com tal técnica cirúrgica, uma extração complexa tornar-se- á simples pela individualização das raízes, através do seccionamento (MARZOLA, 2000). Os itens seguintes sugerem vantagens clínicas deste procedimento durante uma exodontia.

I. Redução da quantidade de tecido ósseo que se deve remover para diminuir a resistência à avulsão;

II. Diminuição do traumatismo cirúrgico;

III. Diminuição do risco de fratura alveolar.

A opção que apresenta os itens CORRETOS é:

 

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1319748 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça!$ ^{(I)} !$ foi avisar a polícia!$ ^{(II)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia!$ ^{(III)} !$. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe!$ ^{(IV)} !$ e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto ao uso do acento grave, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “veio à cabeça” , o acento grave está corretamente empregado, haja vista que o verbo ‘vir’ exige preposição ‘a’ e o substantivo ‘cabeça’ admite o artigo feminino ‘a’;
II. Em “foi avisar a polícia” , o não uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo direto;
III. Em “devo avisar à polícia” , o uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo indireto;
IV. Em “o amor à mãe” , pode-se confirmar o adequado emprego do acento grave antes do substantivo ‘mãe’ a partir da permuta deste por um masculino correlato.
 

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1319719 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar!$ ^{(I)} !$ um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(II)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar!$ ^{(IV)} !$: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
No que toca aos processos de referenciação, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “É a loteria que poderia lhes assegurar” , o pronome ‘lhes’ se refere, no parágrafo anterior, a ‘dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo’;
II. Em “nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos” , o pronome ‘nos’ refere-se tanto ao casal de moradores de rua quanto à autora do texto;
III. Todas as formas do pronome ‘lhe’ (singular) que ocorrem no texto referem-se a ‘Rejaniel de Jesus Silva Santos’;
IV. Em “Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar” ), o nome próprio retoma a ideia anterior de que a autora foi “entendendo as razões do casal”. Essa estratégia, no entanto, não foi bem desenvolvida, uma vez que, em todo parágrafo, a referência é só a Rejaniel e não ao casal.
 

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1167835 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Considerando o mesmo diagrama da questão anterior, a classificação de Kennedy para a mandíbula é

 

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1494193 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Paciente busca atendimento odontológico devido à dor provada por alimentos açucarados e gelados na região do elemento 26. No exame clínico, observa-se uma restauração de amálgama mésio-oclusal fraturada. Radiograficamente, observa-se uma imagem radiolúcida sob toda a restauração fraturada sugestiva de lesão cariosa, sendo esta imagem próxima à polpa. Optou-se por realizar um tratamento expectante.

Com base nas informações acima, responda a questão.

Preencha as lacunas das orações abaixo, de modo que expressem informações corretas.

I. O tratamento expectante é um tipo de proteção pulpar ____________;

II. No qual se deve esperar um período em média de ______ dia(s);

III. Para confirmação do sucesso do tratamento expectante é necessária a tomada de uma radiografia _______________ e a realização de testes de sensibilidade para verificar a normalidade da resposta pulpar.

A opção CORRETA é:

Questão Anulada

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1494192 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Um paciente do sexo masculino, 45 anos de idade, leucoderma e fumante, apresentou-se no consultório odontológico para a realização de uma prótese fixa unitária. Entretanto, durante o exame clínico, o cirurgião-dentista observou a presença de um crescimento tecidual de coloração rósea, exofítico, inserido no freio lingual, que apresentava projeções papilares e assemelhando-se a uma couve-flor. O mais provável

diagnóstico desta lesão é

Questão Anulada

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1494017 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:

Paciente do gênero masculino, de 60 anos, apresenta relato de dor provocada durante a mastigação no elemento 46. Ao exame radiográfico, o elemento apresenta uma ampla restauração próxima à polpa com recidiva de cárie e com comunicação pulpar. Frente ao quadro apresentado, a hipótese diagnóstica mais provável e o tratamento adequado para este paciente são, respectivamente:

Questão Anulada

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