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Paciente foi submetido a intervenção cirúrgica para redução, alinhamento e estabilização de fratura de tíbia. Subsequentemente, o fisioterapeuta elaborou o plano terapêutico com objetivos em curto, médio e longo prazo.
Analise as afirmativas, a seguir, sobre objetivos terapêuticos.
| I | Restringir a mobilidade funcional enquanto protege o local operado. |
| II | Diminuir ou minimizar o edema pós-operatório. |
| III | Diminuir a dor pós-operatória e/ou espasmo muscular |
| IV | Diminuir a atrofia muscular ao longo das articulações imobilizadas. |
As metas gerais para o tratamento pós-operatório durante a fase de proteção máxima estão expressas nos itens
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Na oração “Estrelas solitárias deixaram de ter valor”, há uma informação
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
O uso do vocábulo “isso”, nas duas ocorrências, justifica-se porque os elementos coesivos
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Discinesia escapular é uma alteração da postura ou movimento normal da escápula durante os movimentos escapuloumerais pareados. As causas são diversas e a identificação e classificação podem ser feitas por meio de exame físico específico. A discinesia escapular tipo I é caracterizada
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O músculo esternocleidomastoideo (ECM) é um músculo superficial, na região do pescoço, com trajeto desde o esterno e clavícula anteriormente até o processo mastoide e base do occipital posteriormente. A ação unilateral deste músculo ocasiona, na cabeça/pescoço, os seguintes movimentos:
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a 21 empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado.
Na oração “É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes [...]”, a ocorrência do acento grave justifica-se porque
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Um fisioterapeuta elaborou um programa de reabilitação baseado no treinamento de força muscular, durante 3 semanas, para dois jogadores de futebol com instabilidade articular crônica no joelho. Coincidentemente, os atletas eram atacantes e apresentavam biótipos semelhantes.
Entretanto, ao final da intervenção, foram verificados ganhos de força discrepantes entre os atletas.
Esse fato pode ser melhor explicado pelo princípio fisiológico do treinamento
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A captação de oxigênio relativamente alta após o exercício é conhecida como débito de oxigênio ou excesso de consumo de oxigênio pós-exercício – EPOC.
São fatores que podem justificar ou contribuir para a ocorrência desse fenômeno:
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A articulação do joelho é complexa e composta por diferentes estruturas que podem ser acometidas por diversos mecanismos. Em relação ao exame das estruturas do joelho, o teste de Godfrey é utilizado para detectar acometimento
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Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
De acordo com o texto, as empresas
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