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Foram encontradas 1.287 questões.

2477528 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFS
Orgão: UFS
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O fósforo é um nutriente essencial para os seres vivos. Sobre o fósforo é correto afirmar:
 

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2477523 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Atualmente os computadores possuem softwares capazes de simular diversos tipos de efeitos de áudio. Sobre os efeitos de áudio, considere as seguintes afirmações:
I O delay é um tipo de efeito muito utilizado para transformar um som mono em estéreo e/ou também criar ecos.
II Os efeitos phase e flange, normalmente, utilizam atrasos longos acima de 100 ms.
III O efeito chorus cria variações de amplitude no sinal gerando o efeito muito encontrado nas igrejas.
IV O reverb simula o ambiente onde o som é produzido e ocorre através das reflexões das ondas sonoras. Os geradores do reverb são classificações em relação ao espaço simulado sendo muito comuns hall, church, plate e room.
Estão corretas as afirmações
 

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2477514 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A Tabela a seguir apresenta as potências ativa e reativa consumidas por instrumentos que serão alimentados por um transformador de potencial (TP).
Instrumento Potência Ativa (W) Potência Reativa (VAR)
Medidor de kWh (bobina de potencial) 1,4 6,8
Medidor de kVarh (bobina de potencial) 2,2 6,5
A carga nominal padronizada do TP imediatamente superior à potência total consumida pelos instrumentos será
 

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2477512 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Na programação de uma calagem, três aspectos devem ser considerados em relação ao calcário: a quantidade, a qualidade e a aplicação. Leia as afirmações a seguir relativas a esses aspectos.
I A granulometria do calcário não influi no seu poder de neutralização da acidez do solo.
II O calcário é um material de baixa solubilidade e deve ser aplicado num período de dois a três meses antes do plantio, para que a reações químicas esperadas ocorram.
III O calcário deve ser uniformemente distribuído sobre a superfície do solo e, posteriormente, incorporado na camada arável do solo.
IV O teor de argila do solo não deve ser considerado na determinação da quantidade de calcário a ser aplicado.
Das afirmações, estão corretas
 

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2477508 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Para a gestão logística, a busca por flexibilidade e rapidez na armazenagem faz com que as instituições utilizem equipamentos para movimentação de materiais. Um acessório que pode facilitar o trabalho na movimentação da carga é o carrinho hidráulico. O carrinho hidráulico manual é um equipamento que serve para transportar

 

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2477502 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
Considere um bloco de madeira com as dimensões de 10,0 cm de espessura x 20,0 cm de largura e 4,00 m de comprimento. Em relação à cubagem de madeira maciça, é correto afirmar que 2/3 do volume desse bloco correspondem a
 

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2477435 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: UFS
Orgão: UFS
O médico veterinário cirurgião irá realizar uma operação no rúmen de um boi para retirada de um corpo estranho, mas antes pediu ao técnico em zootecnia que realizasse a raspagem dos pelos (tricotomia) da região de acesso ao rúmen. A região em que o técnico deverá realizar a depilação é a
 

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2477393 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFS
Orgão: UFS

A Norma Regulamentadora nº 15 estabelece as atividades ou operações consideradas insalubres. De acordo com essa Norma, o exercício de trabalho em condições de insalubridade assegura ao trabalhador a percepção do adicional de insalubridade. Um trabalhador de uma determinada empresa desempenha atividade com incidência de condições de insalubridade de grau mínimo, médio e máximo, devido a três tipos de exposição a agentes insalubres (exposição simultânea). Sabendo-se que esse trabalhador ganha um salário de R$ 2.000,00, o percentual de adicional de insalubridade a que ele terá direito é de

 

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2477342 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
Sobre a aproximação e contenção de felinos domésticos é correto afirmar:
 

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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
O principal objetivo da pesquisa de Izabelle Vieira é
 

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