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Foram encontradas 80 questões.

1394283 Ano: 2008
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com relação aos Instrumentos da Política Urbana previstos no Estatuto da Cidade, é CORRETO afirmar que eles se constituem de:
 

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1393916 Ano: 2008
Disciplina: Biomedicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com relação à biossíntese de proteínas, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1393826 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Os Desafios da Destruição e da Conservação do Patrimônio Cultural no Brasil
Pedro Paulo A. Funari
Os desafios da destruição e da conservação do patrimônio cultural no Brasil são, provavelmente, pouco conhecidos do público acadêmico internacional, e este artigo visa a apresentar alguns aspectos dessas questões. [...]
Os monumentos históricos e os restos arqueológicos são importantes portadores de mensagens e, por sua própria natureza, como cultura material, são usados pelos atores sociais para produzir significado, em especial, ao materializar conceitos como identidade nacional e diferença étnica. Deveríamos, entretanto, procurar encarar esses artefatos como socialmente construídos e contestados, em termos culturais, antes do que portadores de significados inerentes e a-históricos; inspiradores, pois, de reflexões, mais do que de admiração. Uma abordagem antropológica do próprio patrimônio cultural ajuda a desmascarar a manipulação do passado. A experiência brasileira, a esse respeito, é muito clara: a manipulação oficial do passado, incluindo-se o gerenciamento do patrimônio, é, de forma constante, reinterpretada pelo povo. [...]
Em cidades coloniais, algumas delas bem conhecidas no exterior, como Ouro Preto, declarada Patrimônio da Humanidade, a modernidade está sempre presente, por desejo de seus habitantes. É fácil entender que as pessoas estejam interessadas em ter acesso à infra-estrutura moderna, mas, como notam os europeus quando visitam as cidades coloniais, se os edifícios medievais podem ser completamente reaparelhados, sem danificar os prédios, não haveria por que não fazer isso no Brasil. Outra ameaça ao patrimônio arqueológico das cidades coloniais é o roubo. Os ladrões são muito atuantes e há mais de quinhentas igrejas e museus locais para serem protegidos. Um problema mais prosaico é a deterioração dos monumentos devido à falta de manutenção e abrigo, mesmo no interior de edifícios (LIRA, 1997; SEBASTIÃO, 1998). Esses três perigos para a manutenção dos bens culturais, aparentemente não relacionados, revelam uma causa subjacente comum: a alienação da população, o divórcio entre o povo e as autoridades, a distância que separa as preocupações corriqueiras e o ethos e políticas oficiais.
Para o povo, há, pois, um sentimento de alienação, como se sua própria cultura não fosse, de modo algum, relevante ou digna de atenção. Tradicionalmente, havia dois tipos de casa no Brasil: as moradas de dois ou mais andares, chamadas de "sobrados", onde vivia a elite, e todas as outras formas de habitação, como as "casas" e "casebres", os "mocambos" (derivado do quimbundo, mukambu, "fileira"), as "senzalas" (locais da escravaria) e as "favelas". Numa sociedade baseada na escravidão, desde o início houve sempre dois grupos de pessoas no país: os poderosos, com sua cultura material esplendorosa, cuja memória e monumentos são dignos de reverência e preservação, e os vestígios esquálidos dos subalternos, dignos de desdém e desprezo. A Catedral, freqüentada pela "gente de bem", deve ser preservada, enquanto a Igreja de São Benedito, dos "pretos da terra", não é protegida e é, com freqüência, abandonada.
Nesse contexto, não é de surpreender que o povo não preste muita atenção à proteção cultural, sentida como se fosse estrangeira, não relacionada à sua realidade. Há uma expressão no português do Brasil que demonstra, com clareza, essa alienação das classes: "eles, que são brancos, que se entendam". Note-se que essa frase é usada também por brancos para se referirem às autoridades em geral. A mesma distância afeta o patrimônio, pois os edifícios coloniais são considerados como "problema deles, não nosso". Poderíamos dizer, assim, que a busca da modernidade, mesmo sem levar em conta a destruição dos bens culturais, poderia bem ser interpretada como um tipo de luta não apenas por melhores condições de vida, mas contra a própria lembrança do sofrimento secular dos subalternos. [...]
No Brasil, o cuidado do patrimônio sempre esteve a cargo da elite, cujas prioridades têm sido tanto míopes como ineficazes. Edifícios de alto estilo arquitetônico, protegidos por lei, são deixados nas mãos do mercado e o comércio ilegal de obras de arte é amplamente tolerado. Recentemente, a Christie’s vendeu uma obra-prima de Aleijadinho. A imprensa está sempre a noticiar a respeito, sem que se faça algo a respeito. A gente comum sente-se alienada tanto em relação ao patrimônio erudito quanto aos humildes vestígios arqueológicos, já que são ensinados a desprezar índios, negros, mestiços, pobres, em outras palavras, a si próprios e a seus antepassados. Nesse contexto, a tarefa acadêmica a confrontar arqueólogos e aqueles encarregados do patrimônio, no Brasil, é particularmente complexa e contraditória. Devemos lutar para preservar tanto o patrimônio erudito quanto o popular, a fim de democratizar a informação e a educação, em geral. Acima de tudo, devemos lutar para que o povo assuma seu destino, para que tenha acesso ao conhecimento, para que possamos trabalhar, como acadêmicos e como cidadãos, com o povo e em seu interesse. Como cientistas, em primeiro lugar, deveríamos buscar o conhecimento crítico sobre nosso patrimônio comum. E isto não é uma tarefa fácil.
Disponível em: <http://www.arquitextos.com.br/arquitextos/numeros/numeros_001_007-2000.asp>. [Adaptado].
A partir da leitura do texto 2, assinale com V as alternativas VERDADEIRAS e com F as FALSAS.
( ) Na conservação do patrimônio cultural no Brasil, a tarefa acadêmica a confrontar arqueólogos e acadêmicos mostra-se complexa, pois é preciso preservar tanto o patrimônio erudito quanto o popular, bem como é preciso que os acadêmicos assumam a preservação desse patrimônio.
( ) As aspas usadas em "gente de bem" e "pretos da terra" (linhas 35-36) têm por função marcar a presença de um outro discurso, que o autor cita, mas do qual se distancia.
( ) O uso de itálico em ethos e mukambu tem por objetivo marcar que essas palavras são de origem estrangeira, no caso, da língua latina.
( ) O uso de parênteses e as informações constantes nesses parênteses em “(LIRA, 1997; SEBASTIÃO, 1998)” têm por objetivo indicar que as informações apresentadas são baseadas em outras obras.
( ) A citação da expressão "eles, que são brancos, que se entendam" tem por função demonstrar a existência do discurso negro no país.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1392745 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa em que a troca do verbo foi feita de acordo com as normas gramaticais do português padrão.
 

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1391152 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale as frases que estão escritas de acordo com as normas gramaticais do português padrão.
I. O diretor da empresa, que os trabalhadores tinham pedido demissão, visto que não concordavam com ele, devia assinar um acordo mediante o qual estabelecer-se-iam os novos salários.
II. O assunto deve ser estudado ao nível da diretoria, visando à minimizar conseqüências gravíssimas.
III. Poucos sabiam, mas sentia-se magoado por lhe terem tirado o posto de comandante.
IV. Bolsas verde-garrafa, sapatos e bermudas pretos, meias e acessórios amarelos, tudo estava à venda na loja recém-inaugurada.
V. No Rio de Janeiro do século XIX, Joaquim Manoel de Macedo fixa a vida pequena-burguesa, como no trecho a seguir: “E nos campos a mimosa sensitiva fecha com cuidado os pequenos folíolos, dobra o pecíolo e vai dormir”.
VI. Sobrou, apesar do esforço, somente algumas questões a resolver.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1390570 Ano: 2008
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação às atividades técnicas que serão desenvolvidas pelo relatório de impacto ambiental – RIMA segundo a Resolução CONAMA n. 001, de 23 de janeiro de 1986.
( ) O relatório de impacto ambiental deverá conter os objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais, planos e programas privados e planos e programas governamentais.
( ) O relatório de impacto ambiental deverá conter a descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais – especificando para cada um deles, nas fases de construção e operação, a área de influência, as matérias-primas e mão-de-obra, as fontes de energia, os processos e técnicas operacionais, os prováveis efluentes, emissões, resíduos de energia, os empregos diretos e indiretos a serem gerados – e a síntese dos resultados dos estudos de diagnóstico ambiental da área de influência do projeto.
( ) O relatório de impacto ambiental deverá conter o programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos, assim como a recomendação quanto à alternativa menos favorável (conclusões e comentários de ordem geral).
( ) O relatório de impacto ambiental deverá conter a descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade, considerando o projeto, suas alternativas, os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identificação, quantificação e interpretação.
( ) O relatório de impacto ambiental deverá conter a caracterização da qualidade ambiental pretérita da área de influência, comparando as diferentes situações da adoção do projeto com suas alternativas, bem como com a hipótese de sua não realização; a descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos, mencionando aqueles que não puderam ser evitados; e o grau de alteração esperado.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1390435 Ano: 2008
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa CORRETA.
No manual de procedimentos da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, elaborado pelo CREA – SC, um parecer é:
 

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1390248 Ano: 2008
Disciplina: Biomedicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação às enzimas.
( ) Enzimas alostéricas possuem, além do sítio catalítico, sítios de ligação para ativadores e/ou inibidores.
( ) As enzimas aceleram reações por alterar o equilíbrio da reação na direção de formação do produto.
( ) O Km corresponde à concentração de substrato na qual a velocidade de reação é a metade da velocidade máxima e, portanto, define a afinidade da enzima pelo substrato.
( ) Inibidores competitivos alteram a velocidade máxima das reações.
( ) A inibição não-competitiva não pode ser atenuada pelo aumento na concentração de substrato.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1390184 Ano: 2008
Disciplina: Biomedicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa CORRETA.
Northern Blot, Western Blot e Southern Blot são técnicas utilizadas em biologia molecular para estudar, respectivamente:
 

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1390173 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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O SERVIDOR VAI AO ENCONTRO DO POVO
Excertos, adaptados, de entrevista concedida
por Regina Pacheco
a Rosa Pecorelli; texto publicado
no site do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão em março de 2008.
Seis anos, 198 experiências premiadas e 607 servidores inscritos. O Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal – Prêmio Hélio Beltrão (para ações de desburocratização) chega à sétima edição1. Segundo Regina Pacheco, da década de 1980 e início da década de 1990 para cá, os servidores vêm assumindo uma postura mais dinâmica em resposta à pressão da sociedade brasileira.
1. O servidor público está indo ao encontro do povo?
Temos notado, na premiação desse Concurso, que os servidores estão saindo das suas repartições para prestar serviços ao cidadão onde ele está. Esta é a lógica da nova gestão pública, da visão empreendedora: o servidor não organiza a prestação de serviço de acordo com a sua facilidade, mas com a necessidade do seu público-alvo. Assistimos ao uso de carros, barcos, satélites para ligar computadores nos confins da Amazônia; testemunhamos a existência de consulados itinerantes; ou seja, o foco do serviço está se voltando para o cidadão, deslocando-se da organização interna, da maneira como historicamente o servidor esteve acostumado a trabalhar.
2. Houve, então, uma mudança no perfil do servidor público?
Sim, mas principalmente há uma mudança na cultura, na mentalidade do servidor, e o Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal espelha um pouco disso ao registrar as experiências de aprimoramento na gestão. Quando falamos em mudança de perfil, referimo-nos a escolaridade, qualificação, porcentagem de servidores com nível superior, o que, aliás, também está ocorrendo de maneira muito rápida. Em 2000, pela primeira vez na história da administração pública federal, mais da metade dos servidores tinha nível superior.
3. Qual postura a sociedade espera do servidor e do serviço público?
Mesmo nos países em que houve uma reforma de Estado mais profunda, mais radical, como Inglaterra, Nova Zelândia e Austrália, está muito claro que a sociedade quer um Estado atuante, saúde pública, educação, sistema de previdência confiável etc. Enfim, a sociedade exige um bom serviço público. Essa pressão é que está fazendo as coisas mudarem. É a pressão da sociedade sobre o servidor público. Acho que o brasileiro está reivindicando mais do serviço público, o que é bastante positivo. A exigência começa no básico, que é não aceitar mais corrupção e desvio de dinheiro, e vai até não aceitar ser mal atendido no balcão, seja ele um balcão de banco ou uma fila da Previdência.
4. E o servidor, o que pensa de tudo isso?
Ele não suporta mais conviver com a pecha de incompetente, daquele que ganha para não fazer nada. A imagem do serviço público do início do século XX, quando era um privilégio trabalhar na administração federal, mudou totalmente na década de 1980. A partir daí virou vergonha ser servidor; ele passou a ter uma imagem de alguém que não dava certo em nada. Nas nossas discussões, em 1995, perguntávamo-nos como iríamos reverter a imagem de desvalorização, de incompetência, até porque é uma imagem injusta; afinal, mesmo nos momentos de maior crise do setor público, sempre existiram servidores negligentes, mas sempre houve uma boa quantidade de servidores comprometidos. O que está claro é que a imagem só vai mudar na hora em que a qualidade do serviço melhorar, quando o cidadão chegar a uma repartição e resolver o problema dele sem precisar voltar cinco vezes, sem ser empurrado daqui para lá porque o funcionário não sabe dar uma explicação, ou porque fica falando ao telefone por vários minutos. Trata-se, enfim, da formação de uma nova cultura do serviço público.
Assinale a frase em que o pronome destacado está CORRETAMENTE empregado.
 

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