Foram encontradas 910 questões.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas abaixo.
Ao se utilizar o operador booleano de __________ em uma estratégia de busca, os descritores selecionados deverão aparecer simultaneamente em cada documento recuperado. Ao se utilizar o operador booleano de __________, ao menos um dos descritores selecionados deve aparecer no documento recuperado.
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Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo.
Qual dos seguintes dispositivos de armazenamento perderá os dados nele armazenados se for desconectado do computador?
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Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas abaixo.
Os _______________ “organizam os sites que compõem sua base de dados em categorias, as quais podem conter subcategorias, ou seja, os sites recebem uma organização hierárquica de assunto e permitem aos usuários localizar informações, navegando, progressivamente, para as subcategorias” (CÉNDON, 2001, p. 39). Já os _______________ “[...] permitem aos usuários localizar os itens desejados mediante buscas por palavras-chave, ou, às vezes, em linguagem natural” (CÉNDON, 2001, p. 41).
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Eletroconvulsoterapia (ECT) é a mais antiga e mais conhecida forma de neuroestimulação, mostrando-se bastante efetiva no tratamento de depressão refratária. No que diz respeito à implementação desta modalidade terapêutica, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.
( ) A eletroconvulsoterapia tipicamente é administrada de 2 a 3 vezes por semana na fase aguda.
( ) Geralmente não se excede a 20 aplicações na fase aguda.
( ) Pacientes em que a eletroconvulsoterapia é administrada por eletrodo unilateral direito apresentam maiores efeitos cognitivos e menor eficácia terapêutica, quando comparados com pacientes que recebem estímulos mais intensos por eletrodos bilaterais.
( ) A falha na indução de uma convulsão adequada deve ser seguida imediatamente pela reestimulação com maior intensidade de estímulo, até a indução de uma crise convulsiva com duração mínima de 60 segundos.
( ) Frequentemente a eletroconvulsoterapia causa bradiarritmia cardíaca resultando em hipotensão arterial.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa CORRETA.
A câmara frigorífica de um supermercado deve ser mantida a uma temperatura de -15 ºC. Para tanto, o circuito frigorífico rejeita calor para um ambiente com temperatura constante de 20 ºC. Nestas circunstâncias, o valor do COP (coeficiente de eficácia) do referido circuito frigorífico é:
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Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna abaixo.
Na figura abaixo temos o Símbolo Internacional de Risco _____________.

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500 mil homicídios em 20 anos
A violência registrada nas grandes cidades fez com que, entre 1980 e 2000, mais de 500 mil brasileiros fossem vítimas de homicídio. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, lançada na terça-feira, 13/04, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, enquanto nos anos 80 os acidentes de trânsito eram a principal causa externa dos óbitos masculinos, na década de 90, os homicídios passaram a liderar.
Entre 1980 e 2000, a taxa de mortalidade por homicídios para ambos os sexos no Brasil aumentou 130% (de 11,7 para 27 por 100 mil habitantes). De 1980 a 2000, as taxas masculinas de mortalidade por homicídios saltaram de 21,2 para 49,7 por 100 mil habitantes.
Os homens jovens, de 15 a 24 anos, são os mais afetados: em 2000, 95,6 em cada 100 mil homens dessa faixa de idade morreram vítimas de homicídio, sendo 71,7 em cada 100 mil (ou seja, 75%) mortos com armas de fogo. Em relação a 1991, cresceu 46% a taxa de homicídios de homens jovens (era de 65,5 a cada 100 mil) e aumentou 95% a taxa dos realizados com armas de fogo (era de 36,8 por 100 mil, ou 56,2% do total).
O total de causas externas (que, além de homicídios, inclui também acidentes, suicídios e outras causas não naturais) provocou no País cerca de 2 milhões de mortes de 1980 a 2000, o que corresponde a toda a população de Brasília. Em 82,2% dos casos (1,7 milhão), as vítimas foram homens. Em 2000, as causas externas foram a segunda maior causa de morte no País (14,5% do total de mortes).
Realidade catarinense
Ainda que a violência tenha aumentado em Santa Catarina no período de 1990 para 2000, na comparação com os outros estados do Sul e com o cenário brasileiro, o Estado ainda está em vantagem.
Com relação especificamente aos homicídios, o Estado também está em melhores condições. Santa Catarina registrou 17,3 ocorrências por 100 mil habitantes, em comparação com as 95,6 registradas no País no mesmo período. O Rio Grande do Sul teve 54,3 casos em 100 mil habitantes e o Paraná novamente foi o campeão negativo, com 63 casos em 100 mil habitantes.
Correio de Santa Catarina, São José, 18 a 22 abr. 2004, p. 9. [adaptado]
Considerando as estatísticas apresentadas no Texto, é CORRETO afirmar que:
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TEXTO 1
500 mil homicídios em 20 anos
A violência registrada nas grandes cidades fez com que, entre 1980 e 2000, mais de 500 mil brasileiros fossem vítimas de homicídio. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, lançada na terça-feira, 13/04, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, enquanto nos anos 80 os acidentes de trânsito eram a principal causa externa dos óbitos masculinos, na década de 90, os homicídios passaram a liderar.
Entre 1980 e 2000, a taxa de mortalidade por homicídios para ambos os sexos no Brasil aumentou 130% (de 11,7 para 27 por 100 mil habitantes). De 1980 a 2000, as taxas masculinas de mortalidade por homicídios saltaram de 21,2 para 49,7 por 100 mil habitantes.
Os homens jovens, de 15 a 24 anos, são os mais afetados: em 2000, 95,6 em cada 100 mil homens dessa faixa de idade morreram vítimas de homicídio, sendo 71,7 em cada 100 mil (ou seja, 75%) mortos com armas de fogo. Em relação a 1991, cresceu 46% a taxa de homicídios de homens jovens (era de 65,5 a cada 100 mil) e aumentou 95% a taxa dos realizados com armas de fogo (era de 36,8 por 100 mil, ou 56,2% do total).
O total de causas externas (que, além de homicídios, inclui também acidentes, suicídios e outras causas não naturais) provocou no País cerca de 2 milhões de mortes de 1980 a 2000, o que corresponde a toda a população de Brasília. Em 82,2% dos casos (1,7 milhão), as vítimas foram homens. Em 2000, as causas externas foram a segunda maior causa de morte no País (14,5% do total de mortes).
Realidade catarinense
Ainda que a violência tenha aumentado em Santa Catarina no período de 1990 para 2000, na comparação com os outros estados do Sul e com o cenário brasileiro, o Estado ainda está em vantagem.
Com relação especificamente aos homicídios, o Estado também está em melhores condições. Santa Catarina registrou 17,3 ocorrências por 100 mil habitantes, em comparação com as 95,6 registradas no País no mesmo período. O Rio Grande do Sul teve 54,3 casos em 100 mil habitantes e o Paraná novamente foi o campeão negativo, com 63 casos em 100 mil habitantes.
Correio de Santa Catarina, São José, 18 a 22 abr. 2004, p. 9. [adaptado]
TEXTO 2
Recentemente, num programa de entrevistas da emissora americana NBC, Parke Kunkle, um instrutor de astronomia ligado à Sociedade do Planetário de Minnesota, afirmou que os astrólogos deveriam ajustar o calendário dos 12 signos do zodíaco e acrescentar um 13º, Ophiuchus, ou Serpentário. Tudo isso por conta de uma mudança no eixo de rotação da Terra, chamada precessão, que coloca o Sol em uma posição diferente da que estava há "3 mil anos, quando se começou a estudar astrologia". Isso gerou uma torrente de matérias, posts e tweets ridicularizando a astrologia por ter se apegado a algo que foi derrubado há tempos.
Kunkle não deixou claro, no entanto, que os astrônomos e astrólogos sabem disso e calculam a precessão desde a Antiguidade. E ignora o fato de que os signos do zodíaco se referem a segmentos do plano de órbita da Terra, não às constelações de onde vieram seus nomes. Apesar disso, a história se alastrou, e parece que a maioria das pessoas a viu como um bom exemplo de que astrólogos são idiotas.
HIGGIT, Rebekah. Mais cuidado ao criticar os astrólogos? Galileu, n. 236, mar. 2011, p. 86. [excerto]
TEXTO 3
Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me supreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca — foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas... Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número... Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver — sem nome, sem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978. p. 262-3.
A partir de informações fornecidas nos Textos 1, 2 e 3, construíram-se os períodos abaixo. Assinale o período CORRETO quanto ao emprego dos sinais de pontuação, segundo a norma padrão.
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Nas sociedades modernas e industrializadas, o jornalismo desenvolveu-se de forma a atender à complexidade que a modernidade determina. Além do noticiário de interesse geral, cresceu nos meios de comunicação a oferta de informações especializadas, seja pelas especificidades temáticas, seja pelas necessidades e interesses próprios de setores profissionais, de hobby, de lazer, difusão de crenças ou fins ideológicos.
Diante desses pressupostos, analise as afirmativas a seguir e identifique as verdadeiras (V) e as falsas (F).
( ) O jornalismo especializado constitui um conjunto de estratégias e técnicas jornalísticas que visam corresponder a necessidades informativas de diferentes grupos de interesses.
( ) Há publicações especializadas que abordam temas específicos e são destinadas a públicos restritos, por isso com abordagens geralmente técnicas e enfoques peculiares a uma audiência de “iniciados” (ex: profissionais da área tecnológica ou industrial – Revista Química e Derivados).
( ) Há publicações segmentadas, que também priorizam temas específicos, mas que são dirigidas a uma audiência mais ampla e mais heterogênea, que constitui um segmento de mercado (ex: interessados em automóveis – Quatro Rodas).
( ) As primeiras revistas especializadas de que se tem notícia circularam a partir da Revolução Industrial e privilegiavam a divulgação de produtos e serviços. Com o aperfeiçoamento das técnicas de fabricação e a produção em série, era necessário haver jornais e revistas para estimular a criação de novos mercados consumidores.
( ) O principal objetivo das publicações especializadas é esclarecer o público consumidor sobre as vantagens de produtos e serviços que divulgam em suas matérias.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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O trecho abaixo corresponde ao Artigo 7º da Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
A __________ em cargo público ocorrerá com a __________.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas acima.
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