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Segundo Ana Pitta (1999, p. 77), no hospital "os membros da organização desenvolvem mecanismos de defesa estruturados socialmente que tendem a se tornar aspectos da realidade externa com a qual os novos e os antigos membros da instituição devem entrar em acordo". Segundo essa mesma autora, essas medidas defensivas levam ao distanciamento entre o trabalhador do hospital e o paciente, à negação de sentimentos angustiantes vindos da realidade do trabalho no hospital e à fuga da responsabilidade por decisões importantes que envolvam risco ao bem-estar do paciente.
Como alternativa para esta situação, Pitta (citando Christophe Dejours) aponta para a necessidade de se desenvolverem espaços e oportunidades para que os trabalhadores do hospital usem mecanismos de defesa menos baseados na negação de sentimentos. Que mecanismo de defesa Pitta e Dejours recomendam que seja o mais utilizado?
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Quais os principais objetivos da fisioterapia no pós-operatório imediato de mastectomia total?
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Em relação às indicações e características dos grampos para próteses parciais removíveis, é correto afirmar que
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O processo técnico de aquisição de acervo é uma das atribuições do bibliotecário na política de coleções da biblioteca. Correlacione as etapas de aquisição, na coluna à esquerda, com suas respectivas características, na coluna à direita.
(1) Compra
(2) Doação
(3) Permuta
( ) Dispensa licitação quando houver inviabilidade de competição.
( ) Intercâmbio de publicações comum em biblioteca universitária.
( ) É o procedimento de seleção, listagem e negociação para aquisição.
( ) Resulta de material descartado por pessoas, instituições.
A sequência correta é
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Assinale a alternativa que NÃO expressa elementos utilizados no diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica.
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualLuz, Iluminação e Luminotécnica em Audiovisual e Cinema
Uma apresentação precisa ser realizada em uma sala com alta luminosidade. Assinale a alternativa que apresenta a melhor configuração para um projetor multimídia a ser usado nessa situação.
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Segundo Erik Erikson (1987), todas as pessoas passam por momentos desafiantes (crises de identidade) ao entrarem em cada nova etapa das suas vidas, pois o modelo de interpretação do mundo que possuíam até então não é suficiente para dar conta da realidade mais complexa que cada nova etapa lhes apresenta.
Para Erikson, qual é o conflito de sentimentos que os jovens têm durante a adolescência e que pode gerar neles uma crise de identidade?
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A Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, dispõe sobre a participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública.
Com base no que dispõe a referida legislação, é correto afirmar
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A volta da letra bonita
Nossas histórias têm caligrafia própria. A forma da letra nos identifica, por isso a treinamos, buscando uma imagem ideal, como quando fazemos caras e bocas no espelho.
Quer escrevamos em garranchos de médico, em estudada letra de professor, em sofridos traços de quem teve pouca escola ou em estilosas maiúsculas de arquiteto, há uma razão de ser na estética, tamanho e cadência do que colocamos no papel.
Não é à toa que existem grafólogos, que sabem ler a linguagem do traço. A assinatura, com a qual emprestamos valor e seriedade a tanta coisa, nos sintetiza.
Aos nove anos, passei a usar o sobrenome do meu padrasto. Era algo que desejava, portanto preparei-me com pompa para a nova assinatura.
Sem determinação consciente, mudei de letra e nunca mais escrevi em cursiva. Imitei o traçado dos cadernos artísticos de uma colega que admirava - aliás, ela virou arquiteta. Sempre quis que meus caóticos e borrados cadernos escolares parecessem algo melhor, mas na ocasião o que importava era sua escrita em maiúsculas.
Em inglês, chamam-nas de "letras capitais", como as cidades mais importantes, como a pena que ceifa uma vida, como um valor investido.
Maiúsculo, dizemos nós, nome superlativo, como esperava do que dali em diante se tornaria o meu.
Se hoje tento escrever em cursiva, volta-me a letra de criança de nove anos, retrato congelado daquela cuja vida abriu um novo parágrafo. Acho que, também sem querer, escolhi que as letras não fossem coladas. Era uma identidade nova, peças soltas que passarei a vida tentando juntar.
O escritor Fabrício Carpinejar também tem uma história de filiação através da letra. Ele era, como eu, um desastre de aluno. Quando informado pela mãe de que no dia seguinte teria de assinar sua primeira carteira de identidade, ficou apavorado.
Com urgência, treinou fazendo calcos dos autógrafos do seu já famoso pai. Sua primeira assinatura foi um plágio, uma apropriação, prenúncio da herança artística dos dois pais poetas, que mais adiante reivindicaria para si. "A letra do meu pai me deu colo", ele definiu. No meu caso, foram as maiúsculas que deram colo para meu novo pai.
Quando os teclados tomaram conta da escrita, os presságios para o futuro da capacidade de escrever à mão foram terríveis. Como tantos
apocalipses, este não se confirmou. Entre os mais jovens, virou mania a arte do lettering. Uma caligrafia esmerada, que compõe diários-agendas, nos quais compromissos, confissões e ideias espalham-se graciosamente por páginas que não vexariam um monge escriba. Nas tatuagens que contêm palavras com que nos revestimos para sempre, as formas, os tipos de letras usados fazem toda a diferença.
Chegamos até aqui como civilização escrevendo: documentando contabilidades, leis, memórias e ficções. Não posso afirmar que isso nos tornou boa gente, mas, se temos algum potencial para ser melhores, acredito que o cuidado com a escrita pode ajudar. A letra manuscrita é um ato de amor às palavras, e nesse caso as aparências não enganam.
Vê-la resgatada com tanta graça me enche de otimismo de que as coisas se transformam, mas o essencial talvez não se perca.
Fonte: CORSO, Diana. A volta da letra bonita. Jornal Zero Hora, Porto Alegre, ano 56, 18 fev.
2019. Colunistas, p.31.
Analise as afirmativas sobre o uso do ponto final na linha do texto e possíveis alternativas para esse emprego.
I - Quanto à expressividade, o ponto final é um recurso de ênfase pois, através da fragmentação e da pausa, chama-se a atenção para esclarecimentos sobre um estrangeirismo.
II - Quanto à norma-padrão, o ponto final poderia ser substituído pela vírgula pois o aposto explicativo pode ser demarcado por esse sinal de pontuação.
III - Quanto ao caráter argumentativo, o ponto final poderia ser substituído por um travessão pois se quer destacar informações que podem ser desconhecidas do leitor.
Está(ão) correta(s)
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Juarez Cruz (1989) afirma que o profissional que pratica a Psicoterapia de Orientação Analítica deve, ao olhar para os casos clínicos que está atendento, trabalhar de forma diferente de quem pratica uma Análise tradicional.
Assinale a alternativa que distingue a prática em Psicoterapia de Orientação Analítica da prática de uma Análise propriamente dita, nos moldes propostos por Freud.
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