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(Lei n. 8.112/90) Assinale a alternativa INCORRETA quanto à ação disciplinar:
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(Lei n. 8.112/90) Relacione os itens a seguir:
1 – Forma de provimento
2 – Forma de vacância
( ) aproveitamento
( ) demissão
( ) exoneração
( ) falecimento
( ) recondução
( ) reversão
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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(CF/88) Julgue os itens a seguir em Verdadeiro (V) e Falso (F):
I - O servidor abrangido por regime próprio de previdência social será aposentado, compulsoriamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, aos 70 (setenta) anos de idade, ou aos 75 (setenta e cinco) anos de idade, na forma de lei complementar.
II - É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme critérios estabelecidos em lei.
III - A lei poderá estabelecer outras formas de contagem de tempo de contribuição fictício.
IV - Aplica-se ao agente público ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, de outro cargo temporário, inclusive mandato eletivo, ou de emprego público, o Regime Geral de Previdência Social.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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(CF/88) Está CORRETO o que se afirma em:
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(Lei n. 11.091/05) Assinale a opção CORRETA:
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(Lei n. 11.091/05) Assinale a opção CORRETA:
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(Lei n. 11.091/05) Julgue os itens a seguir em Verdadeiro (V) ou Falso (F):
I – Nível de capacitação é o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
II – Os cargos do Plano de Carreira são organizados em 5 (cinco) níveis de classificação, A, B, C, D e E.
III – Na contagem do interstício necessário à Progressão por Mérito Profissional será aproveitado o tempo computado desde a última progressão.
IV – Padrão de vencimento é a posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
(Decreto n. 1.171/94) Julgue os itens a seguir em Verdadeiro (V) ou Falso (F):
I – A Comissão de Ética, criada nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, será encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público.
II – A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de suspensão e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.
III – Constitui dever fundamental do servidor público ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos.
IV – É vedado ao servidor público prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
(Decreto n. 1.171/94) Assinale a alternativa INCORRETA:
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Como será a medicina após a pandemia
A pandemia causada pelo novo coronavírus nos mostrou, nitidamente, que a medicina é atividade em constante mudança. Varia muito de um dia para outro, de uma região para outra e mesmo de uma época para outra, conhecida como ciência das verdades provisórias. É preciso estar atento às necessidades e às particularidades de cada situação, para que se possa responder à altura, de maneira rápida e eficiente.
Foi o que aconteceu com o surto de covid-19: tecnologias, processos e estratégias de saúde que já estavam em fase de implantação ganharam força e velocidade diante da necessidade de combater a pior pandemia que o mundo já viveu nos últimos 100 anos. Tudo indica que o que antes eram experiências pontuais, adotadas por alguns hospitais e clínicas pelo mundo, tenham vindo para ficar, transformando, de vez, a forma de fazer medicina no mundo.
Caso muito claro é o da telemedicina. Se antes havia certa resistência dos médicos em aceitar, sem restrições, o atendimento a distância, o surto de coronavírus provou que essa era a única maneira segura de acompanhar os pacientes. Temos um exemplo no próprio Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (Iamspe): o atendimento via telemedicina, que antes era apenas incipiente, aumentou de modo significativo e veio para ficar.
A telemedicina tem se mostrado particularmente eficaz em cidades pequenas ou em regiões mais distantes do Brasil, onde é impossível ter a presença de todas as especialidades médicas. Ao longo do Rio Amazonas, por exemplo, existem 200 comunidades ribeirinhas, muitas delas com acesso apenas de barco; a telemedicina, nesse caso, é a maneira ideal de prestar assistência a essa população.
É evidente que atendimentos emergenciais, ou mesmo os que exigem que o paciente seja examinado, continuarão sendo presenciais. Mas o atendimento a distância, por videochamada, pode ser adotado para consultas preliminares, acompanhamento do paciente, avaliação de exames, além de proporcionar a troca de opiniões sobre diagnósticos e condutas terapêuticas entre o corpo clínico.
Outra estratégia que será bastante difundida é o uso de estruturas móveis, capazes de levar o equipamento até o paciente. Bom exemplo foi a decisão da Prefeitura de São Paulo em lançar, em 2018, o Corujão da Saúde: mutirão que zerou uma fila de 768 mil exames em apenas 82 dias. Somente em exames dermatológicos foram realizados 20 mil em apenas um mês, na Zona Sul da capital, com apenas uma carreta equipada com dois dermatoscópios.
O segredo por trás disso foi algo que também aponta para o futuro da medicina no pós-pandemia: a parceria entre as redes de saúde pública e privada. Estruturas móveis já se mostraram excelente recurso em situações nas quais há aumento inesperado de casos, como no surto infeccioso provocado pelo coronavírus.
Instaladas de modo provisório nos locais onde a fila é maior, essas estruturas são capazes de atender, com rapidez, a grande número de pacientes. Vale inclusive para UTIs móveis, que serão cada vez mais comuns, e mesmo para hospitais móveis, estruturas provisórias, semelhantes aos hospitais de campanha, que poderão ser instaladas em questão de dias onde quer que seja necessário.
Certamente, haverá mais experiências como essa no futuro próximo, pois está ficando cada vez mais claro que deve existir integração entre todas as possibilidades de atendimento se quisermos evitar o colapso do sistema de saúde. Isso inclui não só a parceria entre o público e o privado, mas, também, a reorganização das redes de saúde. É preciso um pensamento voltado para a economia de escala, capaz de dimensionar a estrutura de atendimento como se fosse uma esquadra naval, em que navios grandes e pequenos atuam em consonância para garantir a vitória.
Batalhas como essa que estamos travando contra a covid-19 nos mostram que uma rede eficiente é aquela em que todas as unidades de saúde agem conforme a dimensão e a complexidade da demanda: leitos de estabilização em cidades pequenas, por exemplo, com o suporte de UTIs e centros cirúrgicos nas maiores para os casos mais graves. Para que isso ocorra, porém, é imperativo que haja planejamento, uma regulação de vagas bem alinhada e vontade política. Caso contrário, correremos novo risco de colapso.
Aproveitando a terminologia de guerra, acredito que a indústria médica deverá ser, daqui em diante, tão estratégica quanto a indústria bélica. A maioria dos gestores já percebeu que não pode depender de outros países para o fornecimento de equipamentos. Podemos chegar, facilmente, a situações como a da recente carga de 600 respiradores artificiais que estava a caminho do Brasil e acabou sendo retida nos Estados Unidos. É o aviso de que um país que quiser manter a saúde em dia não poderá mais delegar para outros a produção de insumos médicos.
Uma indústria nacional deverá, por sua vez, revelar-se, também, oportunidade valiosa para a abertura de mercado e a geração de empregos, assim como deve ocorrer com a telemedicina e a proliferação de estruturas móveis, o que aponta para o fortalecimento desse setor da economia, nos próximos anos. Quem sairá mais fortalecida dessa pandemia, porém, será a própria medicina: no mundo pós-covid, tudo leva a crer que o acesso à saúde jamais será como antes. Se tudo correr como se anuncia, teremos à nossa disposição uma medicina mais moderna, mais acessível e mais eficaz.
(Wilson Pollara. Disponível em https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ opiniao /2020/07/23/
internas_opiniao,874513/como-sera-a-medicina-apos-a-pandemia.shtml. Acessado em 16/02/2021)
Observando o fragmento do texto: “Estruturas móveis já se mostraram excelente recurso em situações nas quais há aumento inesperado de casos, como no surto infeccioso provocado pelo coronavírus”, assinale a única alternativa que substitui corretamente o termo em negrito, de acordo com a norma culta, sem perda ou modificação de sentido para o fragmento.
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