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2315857 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

O respeito aos velhos

Na semana passada, li uma notícia que me chamou a atenção. As informações eram duas: os atropelamentos são a terceira principal causa de morte entre brasileiros de 5 a 14 anos de idade; e o risco de morrer atropelado sobe (para homens e mulheres) a partir dos 50 anos. Segundo a nota, envelhecer provoca patologias, como perda da visão e da capacidade auditiva, que diminuem a atenção aos alertas dados pelos motoristas, e perda da força muscular, que afeta a agilidade e dificulta a travessia de vias movimentadas.

Já comentei aqui que a cultura atual simplesmente eliminou as duas pontas da vida: a infância e a velhice. O que vale hoje é a juventude. Queiramos ou não, é preciso ser jovem de qualquer maneira.

Essa notícia, portanto, não faz mais do que confirmar o fato. O trânsito, as vias públicas, o tempo dos semáforos, a faixa de pedestres, o comportamento dos motoristas e a configuração de ruas e calçadas não são próprios para crianças e velhos. Mas o que mais me impressionou foram as explicações para o risco de morte por atropelamento entre as pessoas com mais de 50 anos: é a própria velhice a responsável. Talvez o esperado seja que os cidadãos com mais de 50 anos respeitosamente se retirem do espaço público para que não provoquem o constrangimento de serem atropelados, não? Ou, então, que mantenham a agilidade e as funções como se fossem jovens.

Adequar as condições das vias pública para respeitar os velhos - e faço questão de dizer velho e não pessoas da terceira idade ou algo parecido justamente para marcar a dignidade que se deve a essa etapa da vida - não é algo a considerar.

Não é apenas na vida pública, entretanto, que vemos esse desdém com os velhos. O modo como a família contemporânea convive também expressa o mesmo. Para grande parte dos adultos, os avós são aqueles que "estragam" os netos e que tiram a autoridade dos pais. As opiniões dos velhos a respeito das crianças, em geral cheias de bom senso, são consideradas ultrapassadas.

O que se espera dos avós é que eles façam o que os pais das crianças querem, não é? Que os substituam à sua imagem e semelhança. E o que significa tal expectativa senão desdenhar do que eles adquiriram com a experiência? Os adultos com filhos ainda conseguem reconhecer a relação que têm com seus próprios pais e respeitar algumas das opiniões deles sobre as crianças.

Já quando a relação é de aliança, ou seja, quando o velho ocupa o lugar de sogra ou de sogro, não costuma ocorrer o mesmo. Em nome da popular dificuldade desse tipo de relação, os pais simplesmente não dão valor à contribuição que os avós poderiam dar. Na prática, isso resulta em grande diminuição do convívio entre crianças e velhos. Aqui é preciso um adendo: as crianças são colocadas, em geral, na relação com os avós no sentido utilitarista - quando os pais precisam que os avós cuidem de seus netos.

Não se trata de convivência, e sim de trabalho. O fato é que, como não admitimos a velhice - porque isso significa reconhecer a proximidade da morte -, não sabemos conviver com os velhos e como tratá-los. E, se os adultos não sabem fazer isso, não conseguem ensinar aos mais novos o respeito à geração mais velha.

Uma sociedade que não é generosa nem respeitosa com os velhos, que equipara a primeira e a última etapas da vida à juventude, que não dá valor ao acúmulo de experiência, nada mais faz do que abolir o passado e o futuro e considerar apenas o tempo presente. Estamos, assim, armando uma cilada contra nós mesmos.

(SAYÃO, Rosely. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.

htmhttps://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.htm Acessado em 07/10/2021)

Em “Aqui é preciso um adendo: as crianças são colocadas, em geral, na relação com os avós no sentido utilitarista - quando os pais precisam que os avós cuidem de seus netos.

Não se trata de convivência, e sim de trabalho”, os dois pontos e o conectivo “e” têm, respectivamente, as funções de:

 

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2315856 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

O respeito aos velhos

Na semana passada, li uma notícia que me chamou a atenção. As informações eram duas: os atropelamentos são a terceira principal causa de morte entre brasileiros de 5 a 14 anos de idade; e o risco de morrer atropelado sobe (para homens e mulheres) a partir dos 50 anos. Segundo a nota, envelhecer provoca patologias,(c) como perda da visão e da capacidade auditiva, que diminuem a atenção aos alertas dados pelos motoristas, e perda da força muscular, que afeta a agilidade e dificulta a travessia de vias movimentadas.

Já comentei aqui que a cultura atual simplesmente eliminou as duas pontas da vida: a infância e a velhice.(b) O que vale hoje é a juventude. Queiramos ou não, é preciso ser jovem de qualquer maneira.

Essa notícia, portanto, não faz mais do que confirmar o fato. O trânsito, as vias públicas, o tempo dos semáforos, a faixa de pedestres, o comportamento dos motoristas e a configuração de ruas e calçadas não são próprios para crianças e velhos. Mas o que mais me impressionou foram as explicações para o risco de morte por atropelamento entre as pessoas com mais de 50 anos: é a própria velhice a responsável. Talvez o esperado seja que os cidadãos com mais de 50 anos respeitosamente se retirem do espaço público para que não provoquem o constrangimento de serem atropelados, não? Ou, então, que mantenham a agilidade e as funções como se fossem jovens.

Adequar as condições das vias pública para respeitar os velhos - e faço questão de dizer velho e não pessoas da terceira idade ou algo parecido justamente para marcar a dignidade que se deve a essa etapa da vida - não é algo a considerar.

Não é apenas na vida pública, entretanto, que vemos esse desdém com os velhos. O modo como a família contemporânea convive também expressa o mesmo. Para grande parte dos adultos, os avós são aqueles que "estragam" os netos e que tiram a autoridade dos pais. As opiniões dos velhos a respeito das crianças, em geral cheias de bom senso, são consideradas ultrapassadas.

O que se espera dos avós é que eles façam o que os pais das crianças querem,(d) não é? Que os substituam à sua imagem e semelhança. E o que significa tal expectativa senão desdenhar do que eles adquiriram com a experiência? Os adultos com filhos ainda conseguem reconhecer a relação que têm com seus próprios pais e respeitar algumas das opiniões deles sobre as crianças.

Já quando a relação é de aliança, ou seja, quando o velho ocupa o lugar de sogra ou de sogro, não costuma ocorrer o mesmo.(a) Em nome da popular dificuldade desse tipo de relação, os pais simplesmente não dão valor à contribuição que os avós poderiam dar. Na prática, isso resulta em grande diminuição do convívio entre crianças e velhos. Aqui é preciso um adendo: as crianças são colocadas, em geral, na relação com os avós no sentido utilitarista - quando os pais precisam que os avós cuidem de seus netos.

Não se trata de convivência, e sim de trabalho. O fato é que, como não admitimos a velhice - porque isso significa reconhecer a proximidade da morte -, não sabemos conviver com os velhos e como tratá-los. E, se os adultos não sabem fazer isso, não conseguem ensinar aos mais novos o respeito à geração mais velha.

Uma sociedade que não é generosa nem respeitosa com os velhos, que equipara a primeira e a última etapas da vida à juventude, que não dá valor ao acúmulo de experiência, nada mais faz do que abolir o passado e o futuro e considerar apenas o tempo presente. Estamos, assim, armando uma cilada contra nós mesmos.

(SAYÃO, Rosely. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.

htmhttps://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.htm Acessado em 07/10/2021)

Num texto, promove-se a manutenção e/ou progressão temática do texto por meio de diversos elementos coesivos.

Desse ponto de vista pode-se afirmar que:

 

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2315855 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

O respeito aos velhos

Na semana passada, li uma notícia que me chamou a atenção. As informações eram duas: os atropelamentos são a terceira principal causa de morte entre brasileiros de 5 a 14 anos de idade; e o risco de morrer atropelado sobe (para homens e mulheres) a partir dos 50 anos.(c) Segundo a nota, envelhecer provoca patologias, como perda da visão e da capacidade auditiva, que diminuem a atenção aos alertas dados pelos motoristas, e perda da força muscular, que afeta a agilidade e dificulta a travessia de vias movimentadas.

Já comentei aqui que a cultura atual simplesmente eliminou as duas pontas da vida: a infância e a velhice.(a) O que vale hoje é a juventude. Queiramos ou não, é preciso ser jovem de qualquer maneira.

Essa notícia, portanto, não faz mais do que confirmar o fato. O trânsito, as vias públicas, o tempo dos semáforos, a faixa de pedestres, o comportamento dos motoristas e a configuração de ruas e calçadas não são próprios para crianças e velhos. Mas o que mais me impressionou foram as explicações para o risco de morte por atropelamento entre as pessoas com mais de 50 anos: é a própria velhice a responsável. Talvez o esperado seja que os cidadãos com mais de 50 anos respeitosamente se retirem do espaço público para que não provoquem o constrangimento de serem atropelados, não? Ou, então, que mantenham a agilidade e as funções como se fossem jovens.

Adequar as condições das vias pública para respeitar os velhos - e faço questão de dizer velho e não pessoas da terceira idade ou algo parecido justamente para marcar a dignidade que se deve a essa etapa da vida - não é algo a considerar.(d)

Não é apenas na vida pública, entretanto, que vemos esse desdém com os velhos. O modo como a família contemporânea convive também expressa o mesmo. Para grande parte dos adultos, os avós são aqueles que "estragam" os netos e que tiram a autoridade dos pais. As opiniões dos velhos a respeito das crianças, em geral cheias de bom senso, são consideradas ultrapassadas.

O que se espera dos avós é que eles façam o que os pais das crianças querem, não é? Que os substituam à sua imagem e semelhança. E o que significa tal expectativa senão desdenhar do que eles adquiriram com a experiência? Os adultos com filhos ainda conseguem reconhecer a relação que têm com seus próprios pais e respeitar algumas das opiniões deles sobre as crianças.

Já quando a relação é de aliança, ou seja, quando o velho ocupa o lugar de sogra ou de sogro, não costuma ocorrer o mesmo.(b) Em nome da popular dificuldade desse tipo de relação, os pais simplesmente não dão valor à contribuição que os avós poderiam dar. Na prática, isso resulta em grande diminuição do convívio entre crianças e velhos. Aqui é preciso um adendo: as crianças são colocadas, em geral, na relação com os avós no sentido utilitarista - quando os pais precisam que os avós cuidem de seus netos.

Não se trata de convivência, e sim de trabalho. O fato é que, como não admitimos a velhice - porque isso significa reconhecer a proximidade da morte -, não sabemos conviver com os velhos e como tratá-los. E, se os adultos não sabem fazer isso, não conseguem ensinar aos mais novos o respeito à geração mais velha.

Uma sociedade que não é generosa nem respeitosa com os velhos, que equipara a primeira e a última etapas da vida à juventude, que não dá valor ao acúmulo de experiência, nada mais faz do que abolir o passado e o futuro e considerar apenas o tempo presente. Estamos, assim, armando uma cilada contra nós mesmos.

(SAYÃO, Rosely. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.

htmhttps://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.htm Acessado em 07/10/2021)

Sobre o emprego de sinais de pontuação, no texto, pode-se afirmar que:

 

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2315854 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

O respeito aos velhos

Na semana passada, li uma notícia que me chamou a atenção. As informações eram duas: os atropelamentos são a terceira principal causa de morte entre brasileiros de 5 a 14 anos de idade; e o risco de morrer atropelado sobe (para homens e mulheres) a partir dos 50 anos. Segundo a nota, envelhecer provoca patologias, como perda da visão e da capacidade auditiva, que diminuem a atenção aos alertas dados pelos motoristas, e perda da força muscular, que afeta a agilidade e dificulta a travessia de vias movimentadas.

Já comentei aqui que a cultura atual simplesmente eliminou as duas pontas da vida: a infância e a velhice. O que vale hoje é a juventude. Queiramos ou não, é preciso ser jovem de qualquer maneira.

Essa notícia, portanto, não faz mais do que confirmar o fato. O trânsito, as vias públicas, o tempo dos semáforos, a faixa de pedestres, o comportamento dos motoristas e a configuração de ruas e calçadas não são próprios para crianças e velhos. Mas o que mais me impressionou foram as explicações para o risco de morte por atropelamento entre as pessoas com mais de 50 anos: é a própria velhice a responsável. Talvez o esperado seja que os cidadãos com mais de 50 anos respeitosamente se retirem do espaço público para que não provoquem o constrangimento de serem atropelados, não? Ou, então, que mantenham a agilidade e as funções como se fossem jovens.

Adequar as condições das vias pública para respeitar os velhos - e faço questão de dizer velho e não pessoas da terceira idade ou algo parecido justamente para marcar a dignidade que se deve a essa etapa da vida - não é algo a considerar.

Não é apenas na vida pública, entretanto, que vemos esse desdém com os velhos. O modo como a família contemporânea convive também expressa o mesmo. Para grande parte dos adultos, os avós são aqueles que "estragam" os netos e que tiram a autoridade dos pais. As opiniões dos velhos a respeito das crianças, em geral cheias de bom senso, são consideradas ultrapassadas.

O que se espera dos avós é que eles façam o que os pais das crianças querem, não é? Que os substituam à sua imagem e semelhança. E o que significa tal expectativa senão desdenhar do que eles adquiriram com a experiência? Os adultos com filhos ainda conseguem reconhecer a relação que têm com seus próprios pais e respeitar algumas das opiniões deles sobre as crianças.

Já quando a relação é de aliança, ou seja, quando o velho ocupa o lugar de sogra ou de sogro, não costuma ocorrer o mesmo. Em nome da popular dificuldade desse tipo de relação, os pais simplesmente não dão valor à contribuição que os avós poderiam dar. Na prática, isso resulta em grande diminuição do convívio entre crianças e velhos. Aqui é preciso um adendo: as crianças são colocadas, em geral, na relação com os avós no sentido utilitarista - quando os pais precisam que os avós cuidem de seus netos.

Não se trata de convivência, e sim de trabalho. O fato é que, como não admitimos a velhice - porque isso significa reconhecer a proximidade da morte -, não sabemos conviver com os velhos e como tratá-los. E, se os adultos não sabem fazer isso, não conseguem ensinar aos mais novos o respeito à geração mais velha.

Uma sociedade que não é generosa nem respeitosa com os velhos, que equipara a primeira e a última etapas da vida à juventude, que não dá valor ao acúmulo de experiência, nada mais faz do que abolir o passado e o futuro e considerar apenas o tempo presente. Estamos, assim, armando uma cilada contra nós mesmos.

(SAYÃO, Rosely. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.

htmhttps://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3108200621.htm Acessado em 07/10/2021)

No texto, a autora:

 

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2315901 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

Faça a associação correta das atribuições dos órgãos responsáveis pela regulação, supervisão e avaliação das instituições de educação superior e dos cursos superiores de graduação e de pós-graduação no sistema federal de ensino, de acordo com o Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017, da Presidência da República.

1. Ministério da Educação - Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior.

2. Conselho Nacional de Educação – CNE.

3. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep.

4. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – Conaes.

( ) Conceber, planejar, coordenar e operacionalizar as ações destinadas à avaliação de IES, de cursos de graduação e de escolas de governo; e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - Enade, os exames e as avaliações de estudantes de cursos de graduação.

( ) Exercer as funções de regulação e supervisão da educação superior no âmbito do sistema federal de ensino.

( ) Estabelecer diretrizes para organização das comissões de avaliação, analisar relatórios, elaborar pareceres e encaminhar recomendações às instâncias competentes.

( ) Conceber, planejar, avaliar e atualizar os indicadores dos instrumentos de avaliação externa in loco , em consonância com as diretrizes propostas pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação.

( ) Deliberar, por meio da Câmara de Educação Superior, sobre pedidos de credenciamento, recredenciamento e descredenciamento de IES e autorização de oferta de cursos vinculadas a credenciamentos.

( ) Exercer atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação nos temas afetos à regulação e à supervisão da educação superior, inclusive nos casos omissos e nas dúvidas surgidas na aplicação das disposições deste Decreto.

Questão Anulada e Desatualizada

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2315895 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

De acordo com Mill (2016) a história recente da EaD – Educação a Distância pode ser organizada em quatro períodos: pré-1996 (fecundação e gestação), 1996-2005 (nascimento, definições pedagógicas e legais), 2006-2015 (amadurecimento e experiências nas instituições públicas); e pós-2015 (redefinições legais, pedagógicas etc).

Em qual desses períodos foi instituída a UAB – Universidade Aberta do Brasil?

Questão Anulada e Desatualizada

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2315887 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

Sobre a responsabilidade de construção dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFTM e o trâmite de aprovação do documento, o documento Guia Didático para elaboração e atualização de Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFTM, diz que:

Questão Anulada e Desatualizada

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2315879 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

O usuário necessita fazer uma pesquisa na internet para completar o seu relatório.

Para isso, utiliza-se de navegadores de internet, EXCETO :

Questão Anulada e Desatualizada

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2315876 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

O usuário utilizando do Excel 2010, construiu a tabela exibida na figura abaixo:

Enunciado 3567817-1

Ele deseja exibir na coluna intitulada “RESULTADO”, a palavra “APROVADO”, caso o aluno seja aprovado, ou a palavra “REPROVADO”, caso o mesmo seja reprovado. Sabendo-se que o aluno para ser aprovado necessita obter uma frequência mínima de 70 e uma nota mínima de 6. A frequência e a nota do aluno são exibidas nas colunas intituladas “FREQUÊNCIA (%)” e “NOTA”, respectivamente. Para qualquer outra situação diferente da mencionada, o aluno estará reprovado. Dessa forma, na célula D3, o usuário criará uma fórmula que satisfará a sua necessidade, a qual será copiada para as células de D4 a D6. O usuário criará a fórmula:

Questão Anulada e Desatualizada

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2315873 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFTM
Orgão: UFTM

(Lei 8.112/90) Assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada e Desatualizada

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