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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
Na hoje denominada América Latina, nas primeiras décadas do século XIX, ocorreram mudanças no cenário político com o surto de independência de parte expressiva das antigas colônias ibéricas, inclusive do Brasil.
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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
Mesmo com o fim do Império Romano, na Europa, as instituições políticas e as práticas econômicas que caracterizavam Roma em seu apogeu prevaleceram na Alta Idade Média.
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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
A conquista da Europa Ocidental pelos árabes, no século VIII, correspondeu à mudança nos padrões culturais vigentes na região, a começar pelo persistente declínio do cristianismo e pela conseqüente expansão do islamismo.
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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
Na história européia, um exemplo significativo de mudança de “tempos” e de “vontades” verificou-se nos séculos XV e XVI, contexto de transformações e de conquistas de que a Renascença, as Grandes Navegações e a Reforma religiosa seriam símbolos marcantes.
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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
O desenvolvimento das atividades humanas é influenciado pela sucessão das estações do ano, referenciadas nos versos 9 e 10.
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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudadesC.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
Antes de “as saudades” (v.8), subentende-se a forma verbal ficam.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rançaC;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
A elisão da vogal em “esp’rança” (v.6) justifica-se porque mantém a métrica dos versos com dez sílabas.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
O esquema de rimas das estrofes do texto poético acima é: ABBA – ABBA – ABA – BAB.
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Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança:
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esp’rança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e em mil converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor1 espanto;
que não se muda já como soía2.
1mor – maior
2soía – costumava
Luís Vaz de Camões. Antologia escolar
portuguesa. Rio de Janeiro: Fename, 1970, p. 319.
Considerando o texto poético acima, julgue os itens a seguir, relativos a aspectos lingüísticos e literários, históricos e geográficos.
A repetição do verbo mudar e do substantivo mudança que se observa na primeira e na última estrofes é um recurso de linguagem que confere ênfase ao texto poético.
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As figuras acima representam parte do sistema de lentes do olho de um inseto, com seus componentes biológicos, sendo a retínula o elemento receptor de luz, cujo centro é ocupado por um cilindro translúcido, chamado rabdoma. Ao redor do rabdoma estão localizadas células fotorreceptoras. Sabe-se que os raios de curvatura das lentes dos olhos dos insetos são fixos. Portanto, esses animais não têm a capacidade de variar a distância focal do olho por meio da variação da curvatura de suas lentes, uma propriedade conhecida como
poder de acomodação, presente no olho humano.
Considerando essas informações, julgue os itens seguintes.
Sabendo-se que o poder de convergência de uma lente é definido como o inverso da distância focal; que, se a distância focal é medida em metros, o poder de convergência é medido em dioptrias (di); e que, em humanos, a distância entre o cristalino e a retina é igual à distância entre o cristalino e a imagem, é correto afirmar que, para o olho humano, se a distância cristalino-retina for igual a 2 cm, o seu poder de convergência será igual a 50 di.
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