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A figura acima mostra um cesto produzido pelo povo Caiapó, que habita o norte do Pará. Sua forma assemelha-se a um tronco de pirâmide regular de bases quadradas, sendo a área da base maior, o quadrado ABCD, igual a quatro vezes a área da base menor, o quadrado EFGH. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem.
Se a altura do tronco de pirâmide correspondente ao cesto ilustrado acima for igual a 120 cm, conclui-se que esse tronco de pirâmide foi obtido de uma pirâmide de altura inferior a 200 cm.
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A figura acima mostra um cesto produzido pelo povo Caiapó, que habita o norte do Pará. Sua forma assemelha-se a um tronco de pirâmide regular de bases quadradas, sendo a área da base maior, o quadrado ABCD, igual a quatro vezes a área da base menor, o quadrado EFGH. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem.
Suponha que, para se confeccionar uma parte lateral do cesto, como, por exemplo, a parte limitada pelos pontos FGCD, sejam feitas 65 fileiras de trançados, desde a base inferior, FG, até a superior, CD. Nesse caso, se a fileira FG tiver 30 trançados e se cada fileira subsequente tiver 2 trançados a mais que a anterior, então a fileira CD terá mais de 160 trançados.
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Um fato interessante ocorreu na aldeia Tapirapé, no dia em que um dos índios resolveu me ensinar a pescar com arco e flecha. Evidentemente que não aprendi. Mas ele, de pé, no barco, lançou a flecha na metade da distância entre o local onde víamos o peixe e a proa do barco, e conseguiu pescá-lo. Perguntei-lhe como sabia que não deveria atirar a flecha no ponto onde víamos o peixe, e sua resposta foi ainda mais intrigante: “O peixe não estava lá, os olhos da gente estão errados.”
Revista Scientific American (com adaptações).

A figura acima representa, em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, o esquema de pesca relatado no texto. Os ângulos !$ \alpha, \beta\, e \,\delta !$, $ e * são ângulos agudos, não nulos, e o ângulo no ponto E é reto. A imagem no ponto C é a percebida pelo pescador, e a imagem no ponto D corresponde à posição real do peixe. Com base nessas informações, julgue os seguintes itens.
Se os segmentos AF e FB tiverem o mesmo comprimento, então !$ \beta !$ = 2!$ \alpha !$.
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Um fato interessante ocorreu na aldeia Tapirapé, no dia em que um dos índios resolveu me ensinar a pescar com arco e flecha. Evidentemente que não aprendi. Mas ele, de pé, no barco, lançou a flecha na metade da distância entre o local onde víamos o peixe e a proa do barco, e conseguiu pescá-lo. Perguntei-lhe como sabia que não deveria atirar a flecha no ponto onde víamos o peixe, e sua resposta foi ainda mais intrigante: “O peixe não estava lá, os olhos da gente estão errados.”
Revista Scientific American (com adaptações).

A figura acima representa, em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, o esquema de pesca relatado no texto. Os ângulos !$ \alpha, \beta\, e \,\delta !$, $ e * são ângulos agudos, não nulos, e o ângulo no ponto E é reto. A imagem no ponto C é a percebida pelo pescador, e a imagem no ponto D corresponde à posição real do peixe. Com base nessas informações, julgue os seguintes itens.
Considerando-se que B = (6, 2), que F é o ponto médio do segmento AE e que D = (x, y), então !$ \dfrac{2}{3} x - y = 2 !$
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Um fato interessante ocorreu na aldeia Tapirapé, no dia em que um dos índios resolveu me ensinar a pescar com arco e flecha. Evidentemente que não aprendi. Mas ele, de pé, no barco, lançou a flecha na metade da distância entre o local onde víamos o peixe e a proa do barco, e conseguiu pescá-lo. Perguntei-lhe como sabia que não deveria atirar a flecha no ponto onde víamos o peixe, e sua resposta foi ainda mais intrigante: “O peixe não estava lá, os olhos da gente estão errados.”
Revista Scientific American (com adaptações).

A figura acima representa, em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, o esquema de pesca relatado no texto. Os ângulos !$ \alpha, \beta\, e \,\delta !$, $ e * são ângulos agudos, não nulos, e o ângulo no ponto E é reto. A imagem no ponto C é a percebida pelo pescador, e a imagem no ponto D corresponde à posição real do peixe. Com base nessas informações, julgue os seguintes itens.
Os triângulos ADF e AFB são semelhantes.
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Um fato interessante ocorreu na aldeia Tapirapé, no dia em que um dos índios resolveu me ensinar a pescar com arco e flecha. Evidentemente que não aprendi. Mas ele, de pé, no barco, lançou a flecha na metade da distância entre o local onde víamos o peixe e a proa do barco, e conseguiu pescá-lo. Perguntei-lhe como sabia que não deveria atirar a flecha no ponto onde víamos o peixe, e sua resposta foi ainda mais intrigante: “O peixe não estava lá, os olhos da gente estão errados.”
Revista Scientific American (com adaptações).

A figura acima representa, em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, o esquema de pesca relatado no texto. Os ângulos !$ \alpha, \beta\, e \,\delta !$, $ e * são ângulos agudos, não nulos, e o ângulo no ponto E é reto. A imagem no ponto C é a percebida pelo pescador, e a imagem no ponto D corresponde à posição real do peixe. Com base nessas informações, julgue os seguintes itens.
Os ângulos !$ \alpha !$, !$ \beta !$ e !$ \delta !$ são tais que !$ \alpha !$ + !$ \delta !$ – !$ \beta !$ = 0.
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Um fato interessante ocorreu na aldeia Tapirapé, no dia em que um dos índios resolveu me ensinar a pescar com arco e flecha. Evidentemente que não aprendi. Mas ele, de pé, no barco, lançou a flecha na metade da distância entre o local onde víamos o peixe e a proa do barco, e conseguiu pescá-lo. Perguntei-lhe como sabia que não deveria atirar a flecha no ponto onde víamos o peixe, e sua resposta foi ainda mais intrigante: “O peixe não estava lá, os olhos da gente estão errados.”
Revista Scientific American (com adaptações).

A figura acima representa, em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, o esquema de pesca relatado no texto. Os ângulos !$ \alpha, \beta\, e \,\delta !$, $ e * são ângulos agudos, não nulos, e o ângulo no ponto E é reto. A imagem no ponto C é a percebida pelo pescador, e a imagem no ponto D corresponde à posição real do peixe. Com base nessas informações, julgue os seguintes itens.
Se F for o ponto médio do segmento AE, então tan!$ \beta !$ = 2tan!$ \alpha !$.
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Um fato interessante ocorreu na aldeia Tapirapé, no dia em que um dos índios resolveu me ensinar a pescar com arco e flecha. Evidentemente que não aprendi. Mas ele, de pé, no barco, lançou a flecha na metade da distância entre o local onde víamos o peixe e a proa do barco, e conseguiu pescá-lo. Perguntei-lhe como sabia que não deveria atirar a flecha no ponto onde víamos o peixe, e sua resposta foi ainda mais intrigante: “O peixe não estava lá, os olhos da gente estão errados.”
Revista Scientific American (com adaptações).

A figura acima representa, em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, o esquema de pesca relatado no texto. Os ângulos !$ \alpha, \beta\, e \,\delta !$, $ e * são ângulos agudos, não nulos, e o ângulo no ponto E é reto. A imagem no ponto C é a percebida pelo pescador, e a imagem no ponto D corresponde à posição real do peixe. Com base nessas informações, julgue os seguintes itens.
Considere que a reta que contém os pontos A e D seja expressa pela equação y = 2x e que 2x - 3y = 6 expresse a reta que contém os pontos B e D. Nesse caso, o produto das coordenadas do ponto D é inferior a 5.
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Os Kayabi são um dos quatro povos de filiação linguística Tupi, além dos Juruna (Yudjá), Kamayurá e Aweti, que habitam o Parque Indígena do Xingu. No período 1970-2007, a população Kayabi aumentou 5,7 vezes, crescendo, em média, 4,8% ao ano. O aumento populacional foi crescente, estabilizando-se em torno de 5,4% ao ano desde a década de 90. O crescimento vegetativo foi responsável pela quase totalidade do aumento populacional, e o crescimento migratório, irrelevante a partir de 1973, visto que os movimentos de entradas e saídas do Parque Indígena do Xingu (migração externa) e entre as aldeias Kayabi e as de outros povos habitantes do parque (migração interna) foram constantes, mas insignificantes numericamente.

Tendo como referência as informações acima e considerando que os valores apresentados correspondem ao número de indivíduos ao final dos respectivos anos, julgue os próximos itens.
Considere que, de 2007 a 2008, a população dos Kayabi tenha aumentado em 5% e que a população com idade entre 15 e 49 anos tenha diminuído em 2%. A partir dessas informações, conclui-se que, no ano de 2008, mais de 35% dos Kayabi tinham entre 15 e 49 anos de idade.
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Os Kayabi são um dos quatro povos de filiação linguística Tupi, além dos Juruna (Yudjá), Kamayurá e Aweti, que habitam o Parque Indígena do Xingu. No período 1970-2007, a população Kayabi aumentou 5,7 vezes, crescendo, em média, 4,8% ao ano. O aumento populacional foi crescente, estabilizando-se em torno de 5,4% ao ano desde a década de 90. O crescimento vegetativo foi responsável pela quase totalidade do aumento populacional, e o crescimento migratório, irrelevante a partir de 1973, visto que os movimentos de entradas e saídas do Parque Indígena do Xingu (migração externa) e entre as aldeias Kayabi e as de outros povos habitantes do parque (migração interna) foram constantes, mas insignificantes numericamente.

Tendo como referência as informações acima e considerando que os valores apresentados correspondem ao número de indivíduos ao final dos respectivos anos, julgue os próximos itens.
Comparando-se os dados apresentados na tabela, conclui-se que, de 1970 a 2007, a taxa de crescimento da população feminina dos Kayabi foi superior ao dobro da taxa de crescimento da população masculina do mesmo povo Kayabi.
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