Foram encontradas 100 questões.
Os Kayabi são um dos quatro povos de filiação linguística Tupi, além dos Juruna (Yudjá), Kamayurá e Aweti, que habitam o Parque Indígena do Xingu. No período 1970-2007, a população Kayabi aumentou 5,7 vezes, crescendo, em média, 4,8% ao ano. O aumento populacional foi crescente, estabilizando-se em torno de 5,4% ao ano desde a década de 90. O crescimento vegetativo foi responsável pela quase totalidade do aumento populacional, e o crescimento migratório, irrelevante a partir de 1973, visto que os movimentos de entradas e saídas do Parque Indígena do Xingu (migração externa) e entre as aldeias Kayabi e as de outros povos habitantes do parque (migração interna) foram constantes, mas insignificantes numericamente.

Tendo como referência as informações acima e considerando que os valores apresentados correspondem ao número de indivíduos ao final dos respectivos anos, julgue os próximos itens.
Considere que, no período de 2007 a 2010, a taxa de crescimento da população dos Kayabi tenha sido de 5% ao ano. Com base nessa consideração, é correto afirmar que, ao final do ano de 2010, a população dos Kayabi era superior a 1.400 indivíduos.
Provas
Os Kayabi são um dos quatro povos de filiação linguística Tupi, além dos Juruna (Yudjá), Kamayurá e Aweti, que habitam o Parque Indígena do Xingu. No período 1970-2007, a população Kayabi aumentou 5,7 vezes, crescendo, em média, 4,8% ao ano. O aumento populacional foi crescente, estabilizando-se em torno de 5,4% ao ano desde a década de 90. O crescimento vegetativo foi responsável pela quase totalidade do aumento populacional, e o crescimento migratório, irrelevante a partir de 1973, visto que os movimentos de entradas e saídas do Parque Indígena do Xingu (migração externa) e entre as aldeias Kayabi e as de outros povos habitantes do parque (migração interna) foram constantes, mas insignificantes numericamente.

Tendo como referência as informações acima e considerando que os valores apresentados correspondem ao número de indivíduos ao final dos respectivos anos, julgue os próximos itens.
Se, em 1970, tivesse sido realizado um sorteio entre os moradores da aldeia, a probabilidade de sortear-se um indivíduo do sexo feminino teria sido inferior a 25%.
Provas
Os Kayabi são um dos quatro povos de filiação linguística Tupi, além dos Juruna (Yudjá), Kamayurá e Aweti, que habitam o Parque Indígena do Xingu. No período 1970-2007, a população Kayabi aumentou 5,7 vezes, crescendo, em média, 4,8% ao ano. O aumento populacional foi crescente, estabilizando-se em torno de 5,4% ao ano desde a década de 90. O crescimento vegetativo foi responsável pela quase totalidade do aumento populacional, e o crescimento migratório, irrelevante a partir de 1973, visto que os movimentos de entradas e saídas do Parque Indígena do Xingu (migração externa) e entre as aldeias Kayabi e as de outros povos habitantes do parque (migração interna) foram constantes, mas insignificantes numericamente.

Heloisa Pagliaro. A revolução demográfica dos povos indígenas no Brasil: a experiência dos Kayabi do Parque Indígena do Xingu, Mato Grosso, Brasil, 1970-2007. Cad. Saúde Pública, v. 26, n.o 3, Rio de Janeiro, mar./2010 (com adaptações).
Tendo como referência as informações acima e considerando que os valores apresentados correspondem ao número de indivíduos ao final dos respectivos anos, julgue os próximos itens.
Considere que, a partir de 1990, as populações feminina e masculina dos Kayabi tenham crescido de acordo com os modelos PF(t) = 17,2t + 217 e PM(t) = 13,5t + 234, respectivamente, em que t = 0 representa o ano de 1990 e t > 0, a quantidade de anos após 1990. Com base nessas informações, é correto afirmar que, depois de 1994, a população feminina dos Kayabi ultrapassou a masculina.
Provas

Foi entre os Bororos, na aldeia Meruri – MT, que os pesquisadores Maurício Lima e Breno Nogueira fizeram uma descoberta instigante. Ali se joga o adugo, um jogo de estratégia, complexo, digno de culturas muito desenvolvidas. “É um jogo muito elaborado. Não sabíamos que índios brasileiros o conheciam”, relata Lima. Adugo, um jogo de tabuleiro, jogado no chão, é composto por uma pedra que representa a onça e outras 14 pedras que representam cachorros. Desenvolve-se da seguinte maneira: a onça tem de comer os cachorros, e estes, por sua vez, têm de encurralar a onça. O jogador que está com a onça começa o jogo movimentando a peça para qualquer casa que esteja vazia, em qualquer direção. Em seguida, o jogador que está com os cachorros move suas peças. Tanto a onça quanto os cães podem andar uma casa (vazia) por vez, em qualquer direção e, desse modo, a onça captura um cachorro se saltar sobre a casa em que ele está para a próxima casa vazia, podendo capturar mais de um cachorro de cada vez (em todas essas situações, procede-se como no jogo de damas). Para vencer a partida, o jogador com a onça deve capturar cinco cachorros ou o jogador com os cachorros deve impedir qualquer movimento da onça. Ao final da partida, invertem-se os papéis: o jogador que ficar com a peça da onça passa a representar os cachorros, e vice-versa.
Benelesi Salete Grando (Org.). Jogos e cultura indígenas: possibilidades para a educação intercultural na escola (com adaptações).
Considere que o tabuleiro do adugo, ilustrado acima, seja retangular e que cada segmento não diagonal meça uma unidade de comprimento. Com base nessas informações, na figura e no texto acima, julgue os itens a seguir.
A área do triângulo ABC é igual a duas vezes a área do triângulo ADB.
Provas

Foi entre os Bororos, na aldeia Meruri – MT, que os pesquisadores Maurício Lima e Breno Nogueira fizeram uma descoberta instigante. Ali se joga o adugo, um jogo de estratégia, complexo, digno de culturas muito desenvolvidas. “É um jogo muito elaborado. Não sabíamos que índios brasileiros o conheciam”, relata Lima. Adugo, um jogo de tabuleiro, jogado no chão, é composto por uma pedra que representa a onça e outras 14 pedras que representam cachorros. Desenvolve-se da seguinte maneira: a onça tem de comer os cachorros, e estes, por sua vez, têm de encurralar a onça. O jogador que está com a onça começa o jogo movimentando a peça para qualquer casa que esteja vazia, em qualquer direção. Em seguida, o jogador que está com os cachorros move suas peças. Tanto a onça quanto os cães podem andar uma casa (vazia) por vez, em qualquer direção e, desse modo, a onça captura um cachorro se saltar sobre a casa em que ele está para a próxima casa vazia, podendo capturar mais de um cachorro de cada vez (em todas essas situações, procede-se como no jogo de damas). Para vencer a partida, o jogador com a onça deve capturar cinco cachorros ou o jogador com os cachorros deve impedir qualquer movimento da onça. Ao final da partida, invertem-se os papéis: o jogador que ficar com a peça da onça passa a representar os cachorros, e vice-versa.
Benelesi Salete Grando (Org.). Jogos e cultura indígenas: possibilidades para a educação intercultural na escola (com adaptações).
Considere que o tabuleiro do adugo, ilustrado acima, seja retangular e que cada segmento não diagonal meça uma unidade de comprimento. Com base nessas informações, na figura e no texto acima, julgue os itens a seguir.
Considere que, a partir de um momento inicial t0 = 0, a população de onças-pintadas seja expressa, a cada ano t > 0, pela função P (t) = 2 550 !$ e^{-\dfrac{t}{10}} !$. Nessa situação, se 0,69 é valor aproximado para ln2, então, após sete anos, a população de onças se reduzirá a menos da metade da que existia no instante t0 = 0.
Provas

Foi entre os Bororos, na aldeia Meruri – MT, que os pesquisadores Maurício Lima e Breno Nogueira fizeram uma descoberta instigante. Ali se joga o adugo, um jogo de estratégia, complexo, digno de culturas muito desenvolvidas. “É um jogo muito elaborado. Não sabíamos que índios brasileiros o conheciam”, relata Lima. Adugo, um jogo de tabuleiro, jogado no chão, é composto por uma pedra que representa a onça e outras 14 pedras que representam cachorros. Desenvolve-se da seguinte maneira: a onça tem de comer os cachorros, e estes, por sua vez, têm de encurralar a onça. O jogador que está com a onça começa o jogo movimentando a peça para qualquer casa que esteja vazia, em qualquer direção. Em seguida, o jogador que está com os cachorros move suas peças. Tanto a onça quanto os cães podem andar uma casa (vazia) por vez, em qualquer direção e, desse modo, a onça captura um cachorro se saltar sobre a casa em que ele está para a próxima casa vazia, podendo capturar mais de um cachorro de cada vez (em todas essas situações, procede-se como no jogo de damas). Para vencer a partida, o jogador com a onça deve capturar cinco cachorros ou o jogador com os cachorros deve impedir qualquer movimento da onça. Ao final da partida, invertem-se os papéis: o jogador que ficar com a peça da onça passa a representar os cachorros, e vice-versa.
Benelesi Salete Grando (Org.). Jogos e cultura indígenas: possibilidades para a educação intercultural na escola (com adaptações).
Considere que o tabuleiro do adugo, ilustrado acima, seja retangular e que cada segmento não diagonal meça uma unidade de comprimento. Com base nessas informações, na figura e no texto acima, julgue os itens a seguir.
Considere que a onça-pintada, maior mamífero carnívoro do Brasil, necessitando encontrar, pelo menos, 2 kg de alimento por dia, ocupe, individualmente, um território de, no mínimo, 4.000 hectares. Nesse caso, se a extensão da região do Pantanal é de 165 mil km2, então há, no Pantanal, menos de 5.000 onças-pintadas.
Provas

Foi entre os Bororos, na aldeia Meruri – MT, que os pesquisadores Maurício Lima e Breno Nogueira fizeram uma descoberta instigante. Ali se joga o adugo, um jogo de estratégia, complexo, digno de culturas muito desenvolvidas. “É um jogo muito elaborado. Não sabíamos que índios brasileiros o conheciam”, relata Lima. Adugo, um jogo de tabuleiro, jogado no chão, é composto por uma pedra que representa a onça e outras 14 pedras que representam cachorros. Desenvolve-se da seguinte maneira: a onça tem de comer os cachorros, e estes, por sua vez, têm de encurralar a onça. O jogador que está com a onça começa o jogo movimentando a peça para qualquer casa que esteja vazia, em qualquer direção. Em seguida, o jogador que está com os cachorros move suas peças. Tanto a onça quanto os cães podem andar uma casa (vazia) por vez, em qualquer direção e, desse modo, a onça captura um cachorro se saltar sobre a casa em que ele está para a próxima casa vazia, podendo capturar mais de um cachorro de cada vez (em todas essas situações, procede-se como no jogo de damas). Para vencer a partida, o jogador com a onça deve capturar cinco cachorros ou o jogador com os cachorros deve impedir qualquer movimento da onça. Ao final da partida, invertem-se os papéis: o jogador que ficar com a peça da onça passa a representar os cachorros, e vice-versa.
Benelesi Salete Grando (Org.). Jogos e cultura indígenas: possibilidades para a educação intercultural na escola (com adaptações).
Considere que o tabuleiro do adugo, ilustrado acima, seja retangular e que cada segmento não diagonal meça uma unidade de comprimento. Com base nessas informações, na figura e no texto acima, julgue os itens a seguir.
Se !$ \theta !$ é o ângulo BCA, com vértice em C, então sen !$ \theta !$ > !$ \dfrac{1}{2}. !$
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
(...) Que sou eu senão um selvagem, ligeiramente polido, com uma tênue camada de verniz por fora? Quatrocentos anos de civilização, outras raças, outros costumes. E eu disse que não sabia o que se passava na alma de um caeté! Provavelmente o que se passa na minha, com algumas diferenças. Um caeté de olhos azuis, que fala português ruim, sabe escrituração mercantil, lê jornais, ouve missas. É isto, um caeté. Estes desejos excessivos que desaparecem bruscamente... (...) Admiração exagerada às coisas brilhantes, ao período sonoro, às miçangas literáriasC, o que me induz a pendurar no que escrevo adjetivos de enfeite, que depois risco... (...) Um caeté, sem dúvida. (...) Agradam-me os desregramentos da imaginação. Um caeté.
Para os lados dos Xucuru, meia dúzia de luzes indecisas, espalhadas. Aquilo há pouco tempo era dos índios. Outras luzes na Lagoa, que foi uma taba. No Tanque, montes negros como piche. Ali encontraram, em escavações, vasos de barro e pedras talhadas à feição de meia-lua. Negra também, a Cafurna, onde se arrastam, miseráveis, os remanescentes da tribo que lá existiu.
Que semelhanças não haverá entre mim e eles! Por que procurei os brutos de 1556 para personagens da novela que nunca pude acabar?
(...)
Diferenças também, é claro. Outras raças, outros costumes, quatrocentos anos. Mas, no íntimo, um caeté. Um caeté descrente.
Descrente? Engano. Não há ninguém mais crédulo que eu. E esta exaltação, quase veneração, com que ouço falar em artistas que não conheço, filósofos que não sei se existiram!
Ateu! Não é verdade. Tenho passado a vida a criar deuses que morrem logo, ídolos que depois derrubo — Uma estrela no céu, algumas mulheres na Terra...
Graciliano Ramos. Caetés. Rio de Janeiro: Record; São Paulo: Martins, 1975, p. 215-7 (com adaptações).
Julgue os itens subsequentes, relativos ao trecho do romance Caetés, obra de Graciliano Ramos em que o narrador é um personagem que pretende escrever, no século XX, uma novela sobre os indígenas que habitavam a região de Alagoas no século XVI.
O processo de criação do personagem escritor assemelha-se à admiração dos indígenas por espelhos, sons, miçangas e enfeites trazidos pelos colonizadores, a qual, no texto, se traduz como “Admiração exagerada às coisas brilhantes, ao período sonoro, às miçangas literárias” (l.9-10).
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
(...) Que sou eu senão um selvagem, ligeiramente polido, com uma tênue camada de verniz por fora? Quatrocentos anos de civilização, outras raças, outros costumes. E eu disse que não sabia o que se passava na alma de um caeté! Provavelmente o que se passa na minha, com algumas diferenças. Um caeté de olhos azuis, que fala português ruim, sabe escrituração mercantil, lê jornais, ouve missas. É isto, um caeté. Estes desejos excessivos que desaparecem bruscamente... (...) Admiração exagerada às coisas brilhantes, ao período sonoro, às miçangas literárias, o que me induz a pendurar no que escrevo adjetivos de enfeite, que depois risco... (...) Um caeté, sem dúvida. (...) Agradam-me os desregramentos da imaginação. Um caeté.
Para os lados dos Xucuru, meia dúzia de luzes indecisas, espalhadas. Aquilo há pouco tempo era dos índios. Outras luzes na Lagoa, que foi uma taba. No Tanque, montes negros como piche. Ali encontraram, em escavações, vasos de barro e pedras talhadas à feição de meia-lua. Negra também, a Cafurna, onde se arrastam, miseráveis, os remanescentes da tribo que lá existiu.
Que semelhanças não haverá entre mim e eles! Por que procurei os brutos de 1556 para personagens da novela que nunca pude acabar?
(...)
Diferenças também, é claro. Outras raças, outros costumes, quatrocentos anos. Mas, no íntimo, um caeté. Um caeté descrente.
Descrente? Engano. Não há ninguém mais crédulo que eu. E esta exaltação, quase veneração, com que ouço falar em artistas que não conheço, filósofos que não sei se existiram!
Ateu! Não é verdade. Tenho passado a vida a criar deuses que morrem logo, ídolos que depois derrubo — Uma estrela no céu, algumas mulheres na Terra...
Graciliano Ramos. Caetés. Rio de Janeiro: Record; São Paulo: Martins, 1975, p. 215-7 (com adaptações).
Julgue os itens subsequentes, relativos ao trecho do romance Caetés, obra de Graciliano Ramos em que o narrador é um personagem que pretende escrever, no século XX, uma novela sobre os indígenas que habitavam a região de Alagoas no século XVI.
A linha narrativa do romance está apoiada na relação de identificação e diferenciação entre o personagem-narrador, um escritor do século XX, e os índios Caetés no Brasil de 1556.
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
(...) Que sou eu senão um selvagem, ligeiramente polido, com uma tênue camada de verniz por fora? Quatrocentos anos de civilização, outras raças, outros costumes. E eu disse que não sabia o que se passava na alma de um caeté! Provavelmente o que se passa na minha, com algumas diferenças. Um caeté de olhos azuis, que fala português ruim, sabe escrituração mercantil, lê jornais, ouve missas. É isto, um caeté. Estes desejos excessivos que desaparecem bruscamente... (...) Admiração exagerada às coisas brilhantes, ao período sonoro, às miçangas literárias, o que me induz a pendurar no que escrevo adjetivos de enfeite, que depois risco... (...) Um caeté, sem dúvida. (...) Agradam-me os desregramentos da imaginação. Um caeté.
Para os lados dos Xucuru, meia dúzia de luzes indecisas, espalhadas. Aquilo há pouco tempo era dos índios. Outras luzes na Lagoa, que foi uma taba. No Tanque, montes negros como piche. Ali encontraram, em escavações, vasos de barro e pedras talhadas à feição de meia-lua. Negra também, a Cafurna, onde se arrastam, miseráveis, os remanescentes da tribo que lá existiu.
Que semelhanças não haverá entre mim e eles! Por que procurei os brutos de 1556 para personagens da novela que nunca pude acabar?
(...)
Diferenças também, é claro. Outras raças, outros costumes, quatrocentos anos. Mas, no íntimo, um caeté. Um caeté descrente.
Descrente? Engano. Não há ninguém mais crédulo que eu. E esta exaltação, quase veneração, com que ouço falar em artistas que não conheço, filósofos que não sei se existiram!
Ateu! Não é verdade. Tenho passado a vida a criar deuses que morrem logo, ídolos que depois derrubo — Uma estrela no céu, algumas mulheres na Terra...
Graciliano Ramos. Caetés. Rio de Janeiro: Record; São Paulo: Martins, 1975, p. 215-7 (com adaptações).
Julgue os itens subsequentes, relativos ao trecho do romance Caetés, obra de Graciliano Ramos em que o narrador é um personagem que pretende escrever, no século XX, uma novela sobre os indígenas que habitavam a região de Alagoas no século XVI.
O personagem escritor diferencia-se dos Caetés por ser descrente e incapaz de sofrer ao ver morrer os deuses em que acreditou.
Provas
Caderno Container