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O açaí (Euterpe oleracea), planta típica das florestas de várzea do Baixo Amazonas, é uma palmeira com caule do tipo estipe e pode alcançar de 20 a 30 metros de altura. Seu fruto é transformado em vinho, que é a base da alimentação de muitas comunidades ribeirinhas na região Norte. Nas décadas de 60 e 70 do século XX, descobriu-se que o açaí poderia ser uma alternativa para a obtenção de palmito, pois a extração do palmito de juçara (Euterpe edulis), espécie da mata atlântica, poderia resultar na extinção dessa planta. Naquele período, os ribeirinhos consideravam como fonte de renda os pés de açaí de suas propriedades. A exploração do palmito de açaí provocou diminuição significativa em suas populações e, consequentemente, redução na oferta do fruto. Essa situação só começou a ser revertida na década de 80 do século XX, quando os praticantes de exercícios físicos descobriram o valor nutricional desse fruto e começaram a consumi-lo com frequência. A partir desse momento, o mercado de palmito de açaí começou a ser menos vantajoso que a exploração do fruto.
Almanaque Brasil Socioambiental 2008, p. 88 (com adaptações).
A partir das informações do texto acima, julgue os itens seguintes.
A utilização do açaí como fonte de alimento das comunidades ribeirinhas exemplifica o uso sustentável dos recursos naturais.
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O açaí (Euterpe oleracea), planta típica das florestas de várzea do Baixo Amazonas, é uma palmeira com caule do tipo estipe e pode alcançar de 20 a 30 metros de altura. Seu fruto é transformado em vinho, que é a base da alimentação de muitas comunidades ribeirinhas na região Norte. Nas décadas de 60 e 70 do século XX, descobriu-se que o açaí poderia ser uma alternativa para a obtenção de palmito, pois a extração do palmito de juçara (Euterpe edulis), espécie da mata atlântica, poderia resultar na extinção dessa planta. Naquele período, os ribeirinhos consideravam como fonte de renda os pés de açaí de suas propriedades. A exploração do palmito de açaí provocou diminuição significativa em suas populações e, consequentemente, redução na oferta do fruto. Essa situação só começou a ser revertida na década de 80 do século XX, quando os praticantes de exercícios físicos descobriram o valor nutricional desse fruto e começaram a consumi-lo com frequência. A partir desse momento, o mercado de palmito de açaí começou a ser menos vantajoso que a exploração do fruto.
Almanaque Brasil Socioambiental 2008, p. 88 (com adaptações).
A partir das informações do texto acima, julgue os itens seguintes.
O açaí é uma espécie vegetal do grupo das angiospermas.
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O açaí (Euterpe oleracea), planta típica das florestas de várzea do Baixo Amazonas, é uma palmeira com caule do tipo estipe e pode alcançar de 20 a 30 metros de altura. Seu fruto é transformado em vinho, que é a base da alimentação de muitas comunidades ribeirinhas na região Norte. Nas décadas de 60 e 70 do século XX, descobriu-se que o açaí poderia ser uma alternativa para a obtenção de palmito, pois a extração do palmito de juçara (Euterpe edulis), espécie da mata atlântica, poderia resultar na extinção dessa planta. Naquele período, os ribeirinhos consideravam como fonte de renda os pés de açaí de suas propriedades. A exploração do palmito de açaí provocou diminuição significativa em suas populações e, consequentemente, redução na oferta do fruto. Essa situação só começou a ser revertida na década de 80 do século XX, quando os praticantes de exercícios físicos descobriram o valor nutricional desse fruto e começaram a consumi-lo com frequência. A partir desse momento, o mercado de palmito de açaí começou a ser menos vantajoso que a exploração do fruto.
Almanaque Brasil Socioambiental 2008, p. 88 (com adaptações).
A partir das informações do texto acima, julgue os itens seguintes.
A diminuição drástica dos indivíduos de uma espécie resulta, necessariamente, em extinção da espécie.
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De maneira lenta e agonizante, a mata atlântica, que já cobriu 15% do território brasileiro, sucumbe à ação do homem. Segundo pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), há risco de desaparecimento da diversidade biológica na mata atlântica, mesmo nas áreas protegidas por lei. As 712 reservas, que guardam os 7% restantes da mata original, estão perdendo densidade e variedade de espécies. A causa é o isolamento. Distantes umas das outras, as reservas não trocam sua biodiversidade, o que deixa vulneráveis plantas e animais.
As análises feitas pelos pesquisadores mostraram que, nessas áreas, apenas 4% dos exemplares de árvores surgiram de pólen vindo de regiões distantes, fora das estações ecológicas em que estão localizados. O ideal para se preservar a saúde da floresta é que a taxa seja de pelo menos 10%. O isolamento aumenta os cruzamentos entre árvores semelhantes e entre animais semelhantes, o que torna as novas gerações geneticamente pobres e mais suscetíveis a pragas e doenças.
Na pesquisa, avaliou-se a produção de biomassa para cada hectare de terra em reservas de diversos tamanhos. Verificou-se que, na mata virgem, cada hectare de mata produz 250 t de biomassa, ao passo que, nas reservas de proteção de 1 milhão de metros quadrados, esse índice cai para 228 t por hectare. Em áreas protegidas menores, de 10 mil metros quadrados, esse valor despenca ainda mais, chegando a 140 t, uma redução de quase 40% na capacidade de sequestro de carbono.
Uma das saídas defendidas por especialistas é a conexão das pequenas reservas com áreas de preservação maiores, diminuindo-se as regiões de borda.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue os próximos itens.
Com base nas informações do texto, conclui-se que, atualmente, as reservas da mata atlântica não ocupam mais que 2% do território brasileiro.
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De maneira lenta e agonizante, a mata atlântica, que já cobriu 15% do território brasileiro, sucumbe à ação do homem. Segundo pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), há risco de desaparecimento da diversidade biológica na mata atlântica, mesmo nas áreas protegidas por lei. As 712 reservas, que guardam os 7% restantes da mata original, estão perdendo densidade e variedade de espécies. A causa é o isolamento. Distantes umas das outras, as reservas não trocam sua biodiversidade, o que deixa vulneráveis plantas e animais.
As análises feitas pelos pesquisadores mostraram que, nessas áreas, apenas 4% dos exemplares de árvores surgiram de pólen vindo de regiões distantes, fora das estações ecológicas em que estão localizados. O ideal para se preservar a saúde da floresta é que a taxa seja de pelo menos 10%. O isolamento aumenta os cruzamentos entre árvores semelhantes e entre animais semelhantes, o que torna as novas gerações geneticamente pobres e mais suscetíveis a pragas e doenças.
Na pesquisa, avaliou-se a produção de biomassa para cada hectare de terra em reservas de diversos tamanhos. Verificou-se que, na mata virgem, cada hectare de mata produz 250 t de biomassa, ao passo que, nas reservas de proteção de 1 milhão de metros quadrados, esse índice cai para 228 t por hectare. Em áreas protegidas menores, de 10 mil metros quadrados, esse valor despenca ainda mais, chegando a 140 t, uma redução de quase 40% na capacidade de sequestro de carbono.
Uma das saídas defendidas por especialistas é a conexão das pequenas reservas com áreas de preservação maiores, diminuindo-se as regiões de borda.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue os próximos itens.
Suponha que, em 1500, ano do descobrimento do Brasil, a mata atlântica ocupasse uma área de 1,3 milhão de km2 do território brasileiro e que os números correspondentes aos valores das áreas preservadas, em cada um dos 100 anos seguintes, constituíssem uma progressão geométrica de razão !$ \dfrac{1}{2}. !$ Nesse caso, é correto afirmar que, em 2000, a área do território brasileiro ocupado pela mata atlântica era superior a 40.000 km2.
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De maneira lenta e agonizante, a mata atlântica, que já cobriu 15% do território brasileiro, sucumbe à ação do homem. Segundo pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), há risco de desaparecimento da diversidade biológica na mata atlântica, mesmo nas áreas protegidas por lei. As 712 reservas, que guardam os 7% restantes da mata original, estão perdendo densidade e variedade de espécies. A causa é o isolamento. Distantes umas das outras, as reservas não trocam sua biodiversidade, o que deixa vulneráveis plantas e animais.
As análises feitas pelos pesquisadores mostraram que, nessas áreas, apenas 4% dos exemplares de árvores surgiram de pólen vindo de regiões distantes, fora das estações ecológicas em que estão localizados. O ideal para se preservar a saúde da floresta é que a taxa seja de pelo menos 10%. O isolamento aumenta os cruzamentos entre árvores semelhantes e entre animais semelhantes, o que torna as novas gerações geneticamente pobres e mais suscetíveis a pragas e doenças.
Na pesquisa, avaliou-se a produção de biomassa para cada hectare de terra em reservas de diversos tamanhos. Verificou-se que, na mata virgem, cada hectare de mata produz 250 t de biomassa, ao passo que, nas reservas de proteção de 1 milhão de metros quadrados, esse índice cai para 228 t por hectare. Em áreas protegidas menores, de 10 mil metros quadrados, esse valor despenca ainda mais, chegando a 140 t, uma redução de quase 40% na capacidade de sequestro de carbono.
Uma das saídas defendidas por especialistas é a conexão das pequenas reservas com áreas de preservação maiores, diminuindo-se as regiões de borda.
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Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue os próximos itens.
Infere-se do texto que, nas espécies vegetais da mata atlântica, a fecundação é cruzada.
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De maneira lenta e agonizante, a mata atlântica, que já cobriu 15% do território brasileiro, sucumbe à ação do homem. Segundo pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), há risco de desaparecimento da diversidade biológica na mata atlântica, mesmo nas áreas protegidas por lei. As 712 reservas, que guardam os 7% restantes da mata original, estão perdendo densidade e variedade de espécies. A causa é o isolamento. Distantes umas das outras, as reservas não trocam sua biodiversidade, o que deixa vulneráveis plantas e animais.
As análises feitas pelos pesquisadores mostraram que, nessas áreas, apenas 4% dos exemplares de árvores surgiram de pólen vindo de regiões distantes, fora das estações ecológicas em que estão localizados. O ideal para se preservar a saúde da floresta é que a taxa seja de pelo menos 10%. O isolamento aumenta os cruzamentos entre árvores semelhantes e entre animais semelhantes, o que torna as novas gerações geneticamente pobres e mais suscetíveis a pragas e doenças.
Na pesquisa, avaliou-se a produção de biomassa para cada hectare de terra em reservas de diversos tamanhos. Verificou-se que, na mata virgem, cada hectare de mata produz 250 t de biomassa, ao passo que, nas reservas de proteção de 1 milhão de metros quadrados, esse índice cai para 228 t por hectare. Em áreas protegidas menores, de 10 mil metros quadrados, esse valor despenca ainda mais, chegando a 140 t, uma redução de quase 40% na capacidade de sequestro de carbono.
Uma das saídas defendidas por especialistas é a conexão das pequenas reservas com áreas de preservação maiores, diminuindo-se as regiões de borda.
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Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue os próximos itens.
O isolamento reprodutivo das populações pode conduzir ao surgimento de novas espécies.
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De maneira lenta e agonizante, a mata atlântica, que já cobriu 15% do território brasileiro, sucumbe à ação do homem. Segundo pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), há risco de desaparecimento da diversidade biológica na mata atlântica, mesmo nas áreas protegidas por lei. As 712 reservas, que guardam os 7% restantes da mata original, estão perdendo densidade e variedade de espécies. A causa é o isolamento. Distantes umas das outras, as reservas não trocam sua biodiversidade, o que deixa vulneráveis plantas e animais.
As análises feitas pelos pesquisadores mostraram que, nessas áreas, apenas 4% dos exemplares de árvores surgiram de pólen vindo de regiões distantes, fora das estações ecológicas em que estão localizados. O ideal para se preservar a saúde da floresta é que a taxa seja de pelo menos 10%. O isolamento aumenta os cruzamentos entre árvores semelhantes e entre animais semelhantes, o que torna as novas gerações geneticamente pobres e mais suscetíveis a pragas e doenças.
Na pesquisa, avaliou-se a produção de biomassa para cada hectare de terra em reservas de diversos tamanhos. Verificou-se que, na mata virgem, cada hectare de mata produz 250 t de biomassa, ao passo que, nas reservas de proteção de 1 milhão de metros quadrados, esse índice cai para 228 t por hectare. Em áreas protegidas menores, de 10 mil metros quadrados, esse valor despenca ainda mais, chegando a 140 t, uma redução de quase 40% na capacidade de sequestro de carbono.
Uma das saídas defendidas por especialistas é a conexão das pequenas reservas com áreas de preservação maiores, diminuindo-se as regiões de borda.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue os próximos itens.
Supondo-se que, em uma das reservas da mata atlântica, 1.200 árvores tenham surgido de pólen vindo de regiões distantes, é correto afirmar, de acordo com o texto, que o ideal para essa reserva seria que esse número tivesse sido igual a, pelo menos, 3.000.
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A figura acima mostra um cesto produzido pelo povo Caiapó, que habita o norte do Pará. Sua forma assemelha-se a um tronco de pirâmide regular de bases quadradas, sendo a área da base maior, o quadrado ABCD, igual a quatro vezes a área da base menor, o quadrado EFGH. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem.
É sabido que o volume V do tronco de uma pirâmide pode ser expresso por V = !$ (A + \sqrt{Ax a}+a) !$, em que h é a altura do tronco, em cm, e A e a, em cm2, são as áreas das bases maior e menor, respectivamente. Na situação apresentada, se a altura h for igual a 120 cm, o volume do cesto, em cm3, será superior a 80 × [área do quadrado ABCD].
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A figura acima mostra um cesto produzido pelo povo Caiapó, que habita o norte do Pará. Sua forma assemelha-se a um tronco de pirâmide regular de bases quadradas, sendo a área da base maior, o quadrado ABCD, igual a quatro vezes a área da base menor, o quadrado EFGH. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem.
A medida do lado da base menor é igual à metade da medida do lado da base maior.
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