Foram encontradas 80 questões.
Leia o fragmento de texto a seguir para responder à questão nº 06:
Acesso Externo
Pode-se liberar acesso para consulta à pessoas que não são usuárias do SEI-PMPA. Para isto siga os passos abaixo:
• Ir em Controle de Processos.
• Clicar no número do processo que deseja liberar acesso para consulta.
• Clicar no ícone.
• Na tela de liberação, informar os seguintes dados:
- E-mail da unidade – a unidade que está liberando o acesso, conforme e-mail registrado no cadastro da unidade no SEI;
- Destinatário – nome do destinatário do acesso externo;
- E-mail do Destinatário – endereço de e-mail do destinatário do acesso externo;
- Motivo – texto livre;
- Tipo – se o acesso deve ser integral ou apenas à alguns documentos que serão selecionados;
- Validade (dias) – tempo onde o acesso externo ficará liberado;
- Senha – confirmação de senha do usuário que está realizando a operação;
Disponível em: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/sma/usu_doc/manual_basico_sei_2017.pdf Acesso em: 30 jan. 2020. (Adaptado)
Em relação ao uso da Língua Portuguesa, em sua variedade padrão, observa-se que:
Provas
Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
No trecho talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, a colocação pronominal está:
Provas
Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
A palavra grifada na frase As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial é retomada na frase seguinte pelo termo:
Provas
Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
No trecho o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental, o termo grifado é regido:
Provas
Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
O trecho a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então é:
Provas
- Sintaxe
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
Infere-se que a expressão no entanto, que inicia o texto, indica:
Provas
Sobre o controle laboratorial do uso de anticoagulantes, é CORRETO afirmar que:
Provas
Mulher de 40 anos com icterícia e fraqueza. Refere passado de febre reumática, sendo submetida a prótese mitral biológica. Há seis meses foi submetida à esplenectomia após acidente automobilístico. Os exames bioquímicos apresentaram níveis altos de bilirrubina indireta e desidrogenase lática. Apresenta hemoglobinúria. O hemograma mostra hemoglobina de 8,2 g/dL, VCM de 97 fL, 11.500 leucócitos/mm³, 730.000 plaquetas/ mm³, e no esfregaço de sangue periférico é provável o encontro de:
Provas
Paciente do sexo feminino, com polaciúria, colheu, com rigorosa observação da higienização, uma amostra de urina do jato médio. Essa urina foi submetida à urocultura (antes do início de qualquer tratamento, inclusive antibioticoterapia) e apresentou ausência de crescimento bacteriano nos meios de cultura adequados, após incubação a 35º C por 48 horas. A análise do sedimento urinário revelou presença de leucócitos em quantidade acima de 50 por campo com aumento de 400X (400 vezes).
Quais são as possíveis interpretações para esses resultados?
Marque (V) Verdadeiro ou Falso (F) para as afirmativas abaixo e assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
( ) Uso prévio de antimicrobianos.
( ) Infecção por Chlamydia trachomatis.
( ) Pós-operatório de prostatectomia.
( ) Conservação e transporte inadequado da amostra.
Provas
Conforme se depreende da leitura da Lei n. 8.429/92, constitui ato de improbidade administrativa, importando enriquecimento ilícito, auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade na administração pública indireta, entre outras entidades.
Dentre as várias cominações a que o responsável pelo ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito está sujeito, podemos citar a suspensão dos direitos políticos. Dito isso, essa suspensão poderá ser de:
Provas
Caderno Container