Foram encontradas 50 questões.
A área de comportamento organizacional e humano pode ser considerada uma das principais fundamentações teóricas inerentes à gestão de recursos humanos, especialmente no que se refere à liderança, ao desempenho, à motivação e à Qualidade de Vida no Trabalho (QVT).
Acerca da QVT é incorreto afirmar que:
Provas
A perspectiva estratégica da gestão de pessoas é um campo de estudos e práticas que vem crescendo significativamente, vislumbrando contribuir para que as organizações alcancem seus objetivos por meio de práticas de planejamento. Sobre a gestão estratégica de pessoas, analise as afirmativas a seguir e assinale com (F) as afirmativas Falsas e com (V) as alternativas Verdadeiras:
( ) Uma organização deve adotar a perspectiva estratégica da gestão de pessoas caso tenha como objetivos a minimização de seus custos com mão de obra e a potencialização de seus resultados com planejamento apenas de curto prazo.
( ) Na perspectiva da gestão estratégica de pessoas, a relação de trabalho é vista como um jogo em que a prioridade é somente o ganho organização, o gerenciamento dos trabalhadores se dá de forma prescritiva e as pessoas são concebidas como ativos patrimoniais da organização.
( ) A preocupação com a orientação dos comportamentos dos indivíduos para o atingimento dos objetivos organizacionais foi um dos condicionantes que evidenciou o caráter estratégico da gestão de pessoas para os negócios.
( ) A abordagem estratégica enfatiza o investimento em capital humano e o envolvimento dos trabalhadores, defendendo um alinhamento integrativo das práticas de gestão do trabalho com sistemas de recompensa baseados no ganho mútuo.
Considerando as afirmações apresentadas, a sequência que corresponde às respostas é:
Provas
Os processos de Avaliação de Pessoas (Avaliação de Desempenho, Avaliação de Competências) têm passando por mudanças significativas, haja vista as dificuldades que decorrem do processo avaliativo e as resistências que se configuram por parte das pessoas avaliadas. Nesses termos, cada vez mais se tem estabelecido estratégias que melhor comuniquem os objetivos da sistemática de avaliação de desempenho das organizações, priorizando as competências estratégicas para o sucesso profissional e organizacional. Acerca do processo de Avaliação de Desempenho, analise as proposições que se seguem:
I. Para realizar avaliações de desempenho de forma justa e eficiente, é necessário congregar diversas técnicas e pontos de vista nos modelos de avaliação, de modo a superar os desafios e aumentar a subjetividade no processo.
II. Na contemporaneidade, os resultados da avaliação de desempenho são considerados importantes para o planejamento das organizações como um todo e mudanças significativas têm transformado o foco da remuneração/demissão em práticas de desenvolvimento, assim como as metas quantitativas em metas qualitativas, abandonando o ponto de vista único e assumindo a diversidade de opiniões nos processos de avaliação.
III. A avaliação de pessoas em suas competências e desempenhos é necessária para que os trabalhadores saibam o que se espera deles no trabalho e também porque o feedback é uma das maneiras de permitir a reflexão para a mudança de comportamento organizacional.
IV. A avaliação de desempenho corresponde a uma análise sistemática do desempenho do profissional em função das atividades que realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento.
Sobre as premissas apresentadas, é correto o que se afirma em:
Provas
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
Os princípios orçamentários são regras fundamentais que funcionam como norteadoras da prática orçamentária. São um conjunto de premissas que devem ser observadas durante cada etapa da elaboração orçamentária. Segundo Jund (2008), são 15 (quinze) os princípios orçamentários: (1) Princípio da Legalidade; (2) Princípio da Anualidade; (3) Princípio da Unidade; (4) Princípio da Universalidade; (5) Princípio do Orçamento Bruto; (6) Princípio da Programação; (7) Princípio do Equilíbrio; (8) Princípio Participativo; (9) Princípio da Exclusividade; (10) Princípio da Especificação; (11) Princípio da Publicidade; (12) Princípio da Clareza; (13) Princípio da Uniformidade; (14) Princípio da Não-afetação das Receitas; (15) Princípio da Legalidade da Tributação.
Marque a alternativa que não indica a correta definição do princípio orçamentário:
Provas
Presságio
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
(Fonte: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972.)
Na última estrofe do poema:
Provas
Presságio
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
(Fonte: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972.)
Em todos os versos transcritos abaixo, o “se” pertence à mesma classe de palavras, exceto em:
Provas
Presságio
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
(Fonte: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972.)
Observe o uso do “lhe” nos versos transcritos abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. “Mas não lhe sabe falar”
II. “Mas se isto puder contar-lhe”
III. “E se um olhar lhe bastasse”
Provas
De gramática e de linguagem
E havia uma gramática que dizia assim:
“Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta”.
Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante...)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão.
Amigo ou adverso... João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João...
Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...
(Fonte: QUINTANA, Mario. Sapato Florido. Edição especial. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1994.)
No trecho “Eu sonho com um poema / Cujas palavras sumarentas escorram / Como a polpa de um fruto maduro em tua boca”, a palavra em destaque classifica-se morfologicamente como:
Provas
De gramática e de linguagem
E havia uma gramática que dizia assim:
“Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta”.
Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante...)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão.
Amigo ou adverso... João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João...
Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...
(Fonte: QUINTANA, Mario. Sapato Florido. Edição especial. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1994.)
Assinale a alternativa em que a palavra “mesmo” foi empregada com valor semântico semelhante ao que ela apresenta no seguinte verso: “Mas o bom, mesmo, são os adjetivos”.
Provas
De gramática e de linguagem
E havia uma gramática que dizia assim:
“Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta”.
Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante...)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão.
Amigo ou adverso... João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João...
Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...
(Fonte: QUINTANA, Mario. Sapato Florido. Edição especial. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1994.)
O poema apresenta um jogo de ideias referente a “pessoas” e a “cousas”.
Esses dois elementos relacionam-se principalmente por:
Provas
Caderno Container