Foram encontradas 125 questões.
Pesquisas em ciências exatas geralmente utilizam softwares com grande poder de tratamento de dados. Entretanto, é necessário um conhecimento mínimo para trabalhar com eles.
Se em uma simulação de dados numéricos forem gerados os conjuntos !$ A = \left\{ 3,5,7 \right \} !$ e !$ B = \left\{ 3,4,5 \right \} !$ posteriormente for solicitada uma subtração da seguinte forma: A - B.
O resultado deverá ser:
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Durante o ano de 2016, a Universidade B efetuou 1075 matrículas, distribuídas entre os cursos de Matemática, Biologia e Química. Sabendo que Matemática teve o dobro de matrículas que Biologia e que Biologia teve 25 matrículas a mais que Química, calcule quantos alunos se matricularam em Matemática e assinale a alternativa correta.
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A secretaria de uma universidade possui duas impressoras capazes de imprimir juntas 50.000 cópias no período de cinco dias. Sabendo que foram adquiridas mais quatro impressoras de igual capacidade de produção, calcule quantos dias as seis impressoras juntas levarão para produzir 90.000 cópias e assinale a alternativa correta.
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Quando completou 70 anos em 20 de janeiro de 2000, o Sr. Francisco possuía um patrimônio de R$ 250.000,00 e tinha três netos, com as idades de 8, 9 e 13 anos. Nesse mês ele resolveu se precaver escrevendo seu testamento. No testamento, o Sr. Francisco esclareceu que todo o patrimônio que possuísse na data de sua morte deveria ser dividido somente entre seus três netos. Ele também esclareceu que a divisão de seu patrimônio deveria ser feita de forma diretamente proporcional às idades de seus netos à época da morte.
Sabendo que o Sr. Francisco faleceu em 20 janeiro de 2010 e que aumentou seu patrimônio em 20% a partir de janeiro do ano 2000, calcule a quantia que o neto mais novo dele recebeu de herança e assinale a alternativa que apresenta o valor correto.
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Texto F

(DAVIS, Jim. Garfield. Disponível em: <https://tirinhasdogarfield.blogspot.com.br/search?updated-max=2010-05-14T09:18:00-03:00&max results=7&start=70&by-date=false>. Acesso em: 14 fev. 2018.)
Qual das afirmações apresentadas abaixo está incorreta?
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Um tempinho a mais
Se dormir cedo sempre foi uma dificuldade para qualquer adolescente, hoje em dia, com o smartphone eternamente plugado ao WhatsApp, ao Facebook, ao Instagram e ao Snapchat, tornou-se uma impossibilidade prática. O resultado: um jovem zanzando como zumbi na manhã seguinte, atônito, calado, chato, chatíssimo e sempre atrasado para a primeira aula. O sono matinal, fruto do desleixo na madrugada e da evidente preguiça ao acordar, é atalho para notas ruins e mau aproveitamento escolar. A novidade é que a Associação Brasileira do Sono (ABS) parece ter uma solução para o problema. Em abril, a ABS proporá ao governo federal atrasar em uma hora – das 7 horas para as 8 horas – a entrada dos alunos nas escolas de ensino médio. [...]
Os adolescentes devem dormir nove horas por noite – mais do que todas as faixas etárias posteriores. Não é o que acontece. Um estudo recente publicado pelo Centro de Controle de Doenças, nos Estados Unidos, mostra que sete em cada dez adolescentes americanos dormem menos que oitos horas por dia. No Brasil, o quadro também é ruim – apenas um terço dos 16 milhões de adolescentes brasileiros dorme o necessário. O sono tem função crucial na adolescência. [...] Nessa fase da vida, dá-se o fortalecimento de regiões cerebrais, sobretudo aquelas associadas aos mecanismos de aprendizagem, solução de problemas complexos e autocontrole. Se o adolescente não dorme o suficiente, corre o risco de ter a maturação dessas áreas afetada. No cotidiano da sala de aula, as matérias mais prejudicadas são as da área de exatas.
A falta crônica de sono (que significa dormir seis horas ou menos ao longo de um mês, no mínimo) aumenta a liberação de cortisol, o hormônio do stress. Com isso, eleva-se o risco de oscilações bruscas de humor, depressão e transtornos de ansiedade. É também durante o sono que o corpo aumenta a liberação de GH, o hormônio do crescimento ósseo e muscular. O risco de obesidade é igualmente maior nos jovens que dormem pouco, pois os hormônios relacionados ao ciclo de fome e saciedade, como a grelina e a leptina, são produzidos durante a noite. A vigília provoca desequilíbrio no metabolismo, levando ao inevitável ganho de peso.
Todos esses argumentos podem ser usados pelos pais para tentar o impossível: convencer os filhos a fechar os olhos e virar de lado. Para os filhos, há uma explicação científica muito convincente para não dormir no mesmo horário que os adultos: no organismo jovem, a produção de melatonina, o hormônio do sono, se dá entre uma e duas horas depois em relação ao mecanismo dos mais velhos. O relógio biológico interno, portanto, é atrasado, tornando mais difícil adormecer antes das 11 da noite. A ideia é que, adiando a hora de ir à escola, esse déficit de sono acabe sendo corrigido.
(CUMINALE, Natalia. Um tempinho a mais. Veja, São Paulo, ano 51, n. 7, p. 82-83, 14 fev. 2018.)
Qual das afirmações apresentadas abaixo está correta?
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Um tempinho a mais
Se dormir cedo sempre foi uma dificuldade para qualquer adolescente, hoje em dia, com o smartphone eternamente plugado ao WhatsApp, ao Facebook, ao Instagram e ao Snapchat, tornou-se uma impossibilidade prática. O resultado: um jovem zanzando como zumbi na manhã seguinte, atônito, calado, chato, chatíssimo e sempre atrasado para a primeira aula. O sono matinal, fruto do desleixo na madrugada e da evidente preguiça ao acordar, é atalho para notas ruins e mau aproveitamento escolar. A novidade é que a Associação Brasileira do Sono (ABS) parece ter uma solução para o problema. Em abril, a ABS proporá ao governo federal atrasar em uma hora – das 7 horas para as 8 horas – a entrada dos alunos nas escolas de ensino médio. [...]
Os adolescentes devem dormir nove horas por noite – mais do que todas as faixas etárias posteriores. Não é o que acontece. Um estudo recente publicado pelo Centro de Controle de Doenças, nos Estados Unidos, mostra que sete em cada dez adolescentes americanos dormem menos que oitos horas por dia. No Brasil, o quadro também é ruim – apenas um terço dos 16 milhões de adolescentes brasileiros dorme o necessário. O sono tem função crucial na adolescência. [...] Nessa fase da vida, dá-se o fortalecimento de regiões cerebrais, sobretudo aquelas associadas aos mecanismos de aprendizagem, solução de problemas complexos e autocontrole. Se o adolescente não dorme o suficiente, corre o risco de ter a maturação dessas áreas afetada. No cotidiano da sala de aula, as matérias mais prejudicadas são as da área de exatas.
A falta crônica de sono (que significa dormir seis horas ou menos ao longo de um mês, no mínimo) aumenta a liberação de cortisol, o hormônio do stress. Com isso, eleva-se o risco de oscilações bruscas de humor, depressão e transtornos de ansiedade. É também durante o sono que o corpo aumenta a liberação de GH, o hormônio do crescimento ósseo e muscular. O risco de obesidade é igualmente maior nos jovens que dormem pouco, pois os hormônios relacionados ao ciclo de fome e saciedade, como a grelina e a leptina, são produzidos durante a noite. A vigília provoca desequilíbrio no metabolismo, levando ao inevitável ganho de peso.
Todos esses argumentos podem ser usados pelos pais para tentar o impossível: convencer os filhos a fechar os olhos e virar de lado. Para os filhos, há uma explicação científica muito convincente para não dormir no mesmo horário que os adultos: no organismo jovem, a produção de melatonina, o hormônio do sono, se dá entre uma e duas horas depois em relação ao mecanismo dos mais velhos. O relógio biológico interno, portanto, é atrasado, tornando mais difícil adormecer antes das 11 da noite. A ideia é que, adiando a hora de ir à escola, esse déficit de sono acabe sendo corrigido.
(CUMINALE, Natalia. Um tempinho a mais. Veja, São Paulo, ano 51, n. 7, p. 82-83, 14 fev. 2018.)
Qual das afirmações apresentadas abaixo está correta?
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Acione o GPS
Um relatório deve responder às demandas de sua audiência, ou seja, das pessoas que o encomendaram e o receberão. Não se trata de escrever o que você quer escrever ou o que você considera importante escrever. É o contrário disso. Trata-se de escrever o que os outros querem saber. Para descobrir tudo isso, pergunte aos interessados. Pergunte ao chefe, ao cliente, ao fornecedor, a quem, no final das contas, solicitou o documento, o que eles querem saber. Os interesses de sua audiência são o seu GPS na hora de escrever. Saber exatamente aonde quer chegar com o seu relatório é a alma do negócio.
Às vezes, a pergunta mais importante de quem encomendou o documento aparece de forma subliminar. Uma companhia que contrata uma consultora contábil para analisar as operações de uma das filiais pode estar atrás de eventuais desvios. Então, cá pra nós, a pergunta embutida no trabalho, mas nunca revelada em voz alta é: alguém roubou? Quem? Quanto? Como? Você terá de responder a essas dúvidas também de maneira subliminar – ou direta, se o desvio for comprovado. Já um relatório sobre a viabilidade econômica de um novo produto no mercado quer saber, no fundo, no fundo, uma coisa só: vai dar lucro? Quando? Quanto?
[...]
(SALVADOR, Arlete. Acione o GPS. In: . Para escrever bem no trabalho: do WhatsApp ao relatório. São Paulo: Contexto, 2015. p. 79-80.)
Analise o trecho transcrito abaixo e assinale a alternativa correta.
“Já um relatório sobre a viabilidade econômica de um novo produto no mercado quer saber, no fundo, no fundo, uma coisa só [...].”
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Acione o GPS
Um relatório deve responder às demandas de sua audiência, ou seja, das pessoas que o encomendaram e o receberão. Não se trata de escrever o que você quer escrever ou o que você considera importante escrever. É o contrário disso. Trata-se de escrever o que os outros querem saber. Para descobrir tudo isso, pergunte aos interessados. Pergunte ao chefe, ao cliente, ao fornecedor, a quem, no final das contas, solicitou o documento, o que eles querem saber. Os interesses de sua audiência são o seu GPS na hora de escrever. Saber exatamente aonde quer chegar com o seu relatório é a alma do negócio.
Às vezes, a pergunta mais importante de quem encomendou o documento aparece de forma subliminar. Uma companhia que contrata uma consultora contábil para analisar as operações de uma das filiais pode estar atrás de eventuais desvios. Então, cá pra nós, a pergunta embutida no trabalho, mas nunca revelada em voz alta é: alguém roubou? Quem? Quanto? Como? Você terá de responder a essas dúvidas também de maneira subliminar – ou direta, se o desvio for comprovado. Já um relatório sobre a viabilidade econômica de um novo produto no mercado quer saber, no fundo, no fundo, uma coisa só: vai dar lucro? Quando? Quanto?
[...]
(SALVADOR, Arlete. Acione o GPS. In: . Para escrever bem no trabalho: do WhatsApp ao relatório. São Paulo: Contexto, 2015. p. 79-80.)
Qual das afirmações apresentadas abaixo está correta?
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Acione o GPS
Um relatório deve responder às demandas de sua audiência, ou seja, das pessoas que o encomendaram e o receberão. Não se trata de escrever o que você quer escrever ou o que você considera importante escrever. É o contrário disso. Trata-se de escrever o que os outros querem saber. Para descobrir tudo isso, pergunte aos interessados. Pergunte ao chefe, ao cliente, ao fornecedor, a quem, no final das contas, solicitou o documento, o que eles querem saber. Os interesses de sua audiência são o seu GPS na hora de escrever. Saber exatamente aonde quer chegar com o seu relatório é a alma do negócio.
Às vezes, a pergunta mais importante de quem encomendou o documento aparece de forma subliminar. Uma companhia que contrata uma consultora contábil para analisar as operações de uma das filiais pode estar atrás de eventuais desvios. Então, cá pra nós, a pergunta embutida no trabalho, mas nunca revelada em voz alta é: alguém roubou? Quem? Quanto? Como? Você terá de responder a essas dúvidas também de maneira subliminar – ou direta, se o desvio for comprovado. Já um relatório sobre a viabilidade econômica de um novo produto no mercado quer saber, no fundo, no fundo, uma coisa só: vai dar lucro? Quando? Quanto?
[...]
(SALVADOR, Arlete. Acione o GPS. In: . Para escrever bem no trabalho: do WhatsApp ao relatório. São Paulo: Contexto, 2015. p. 79-80.)
GPS é uma sigla, que:
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