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Qual dos padrões respiratórios abaixo é característico do paciente com dispneia e acidose metabólica grave (ex.: cetoacidose diabética)?
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2411686
Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
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No que diz respeito ao conceito, natureza jurídica e princípios orçamentários, é correto afirmar que:
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TEXTO
A insistência com que a presidenta fala às brasileiras, além de causar a ira do senador goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher!$ ^{(A)} !$, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem!$ ^{(B)} !$, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente!$ ^{(C)} !$, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher!$ ^{(D)} !$, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem!$ ^{(E)} !$.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
Assinale a alternativa em que há elipse de termo expresso na frase anterior.
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Uma mulher de 26 anos, fumante, foi admitida para investigação de um derrame pleural unilateral. A análise do líquido, após toracocentese, revelou altos valores de proteína e desidrogenase láctica (DHL), um predomínio de linfócitos e uma dosagem de adenosina deaminase (ADA) de 55 UI. A pesquisa de células neoplásicas foi negativa. A prova de PPD foi não reatora. Qual a principal hipótese diagnóstica?
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TEXTO
A insistência com que a presidenta fala às brasileiras, além de causar a ira do senador goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade!$ ^{(A)} !$, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente!$ ^{(B)} !$, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente!$ ^{(C)} !$ deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica!$ ^{(D)} !$ da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação!$ ^{(E)} !$ feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
Assinale a alternativa que relaciona corretamente a palavra e seu sentido no texto.
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A insistência com que a presidenta fala às brasileiras, além de causar a ira do senador goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
Assinale a alternativa que indica corretamente o significado do sufixo –ado, presente na palavra eleitorado .
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Considere o código JSP ilustrado a seguir:
<%@ page language="java" import="java.util.*" %>
<HTML> <HEAD> <TITLE> Hello JSP</TITLE></HEAD>
<BODY>
<H1>
<%
Integer n = (Integer)application.getAttribute("numero");
if (n==null) {
n= new Integer(1);
application.setAttribute("numero",n);
}
else
{
n = new Integer(n.intValue() + 1);
application.setAttribute("numero",n);
}
%>
Numero = <%= n.toString() %> !!!
</H1>
</BODY>
</HTML>
O atributo “numero” estará disponível:
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O Método das Partidas Dobradas é universalmente conhecido e utilizado, tendo como princípio fundamental que não há Débito sem Crédito, nem Crédito sem Débito, correspondendo a cada débito invariavelmente um crédito de igual valor. Segundo esse mecanismo, aumentam os saldos das contas do Patrimônio Líquido, Ativo, Passivo e das Receitas, os lançamentos nelas efetuados que representem, respectivamente:
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Segundo o Ministério da Saúde, são considerados fluidos biológicos de risco:
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Para refinanciar uma dívida de R$1.500.000,00 (hum milhão e quinhentos mil reais) em 36 (trinta e seis) dias, o devedor paga R$148.000,00 (cento e quarenta e oito mil reais) e é emitido um novo título no valor de R$1.400.000,00 (hum milhão e quatrocentos mil reais) para o prazo de 90 (noventa) dias. Considerando a data de referência como sendo o instante zero e taxa de juros simples, a taxa de desconto comercial adotada na operação foi de:
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