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Qual sinal radiológico na tomografia computadorizada do tórax de alta resolução é diagnóstico de bronquiectasia?
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TEXTO
Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico!$ ^{(A)} !$ levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico!$ ^{(A)} !$ e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”!$ ^{(B)} !$, que fosse resolver todos os seus problemas!$ ^{(B)} !$.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja!$ ^{(C)} !$.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção!$ ^{(D)} !$ de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço!$ ^{(D)} !$ nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas!$ ^{(E)} !$ da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los!$ ^{(E)} !$. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere o pronome destacado.
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A gestão de recursos humanos no setor público é considerada uma atividade de alta complexidade, dada a necessidade que tem de seguir regras rígidas e de difícil manejamento. Tais condicionantes afetam especialmente a contratação, a classificação, a promoção e a demissão de funcionários, tornando lento e oneroso o gerenciamento de todo o sistema de pessoal. Assinale a alternativa que apresenta as principais características de um sistema de gerenciamento de pessoal adequado para uma administração pública moderna.
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A Bioética é considerada uma ponte entre as ciências e a humanidade, uma construção entre pessoas, profissionais de saúde e demais áreas que atuem direta ou indiretamente com o humano. Utiliza um discurso pluralista, no qual estão presentes elos de correntes do pensamento humano existentes na Filosofia, Teologia, Direito, Sociologia, Biologia e Psicologia (COHEN e MARCOLINO, 1995). Tratando de uma ética da vida e para a vida, a Bioética fundamenta-se em princípios, como a autonomia, a beneficência e a justiça. A ideia de autonomia, fundamental para o trabalho do psicólogo, é melhor expressa como:
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De acordo com o pronunciamento da Coordenadoria Técnica do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) sobre o PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01 (R1) – REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS, que produz reflexos contábeis, é correto afirmar que:
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Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão!$ ^{(A)} !$ e as consequências negativas advindas!$ ^{(E)} !$ dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência!$ ^{(B)} !$ característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária!$ ^{(D)} !$; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação!$ ^{(C)} !$ imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
Assinale a alternativa em que a relação de sinonímia está correta no contexto.
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A pesquisa-ação-participante é uma proposta de pesquisa e de ação transformadora solidária por meio de consensos acerca da realidade que se pretende mudar. Faz parte de um campo de pesquisa cada vez mais necessário ao estudo do meio urbano e do meio rural, das organizações e dos grupos com distâncias psicológicas em vez de geográficas. Sobre esse tema, é correto afirmar:
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Uma mulher de 33 anos, sexualmente ativa, procura atendimento na unidade de saúde com queixa de secreção vaginal. É solteira, mas tem relacionamento sexual com diversos parceiros. Ao exame físico da vagina, o enfermeiro constatou secreção verde-amarelada, com odor fétido e a paciente referiu prurido eventual e dor à micção. O útero apresentava tamanho normal e não havia massas anexiais. Com base nesses dados, pode-se constatar que a paciente provavelmente apresentava:
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No que se refere à ética, é correto afirmar que:
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Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
Quanto ao conhecimento científico e tecnológico (C&T) e o seu rápido avanço, o quinto parágrafo denota que o autor:
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