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Foram encontradas 552 questões.

    “A política externa e a atividade diplomática têm, como um item permanente na agenda, o defender os interesses de um país no plano internacional. Identificar esses interesses e a sua especificidade, diferenciando-os daqueles dos demais atores que operam na vida internacional é, assim, um problema prático e um exercício diário da representação da identidade coletiva de um país.
    Traduzir necessidades internas em possibilidades externas para ampliar o poder de controle de uma sociedade sobre o seu destino é a tarefa da política externa considerada como política pública. (...). Requer novos e abrangentes mapas de conhecimento à luz do processo de globalização que, lastreado na inovação tecnológica, não só acelerou o tempo e encurtou os espaços como também diluiu a diferença entre o interno e o externo.

    A diluição da diferença entre o interno e o externo vem levando ao questionamento de uma das clássicas hipóteses de trabalho da teoria das relações internacionais: a que conferia à política externa uma esfera de autonomia em relação à política interna. (...) 

    É por esta razão que hoje os estudiosos tendem a definir o campo como o das complexas redes de interação governamentais e não governamentais – que estruturam o espaço do planeta e a governança do mundo. Daí o tema de uma diplomacia global e o problema correlato da sua multiplicidade de atores que passaram a incluir, rotineiramente, as empresas transnacionais, as organizações internacionais, a mídia – e seu papel na estruturação da agenda da opinião pública –, os partidos políticos, os sindicatos, as agências de rating do mercado financeiro etc.”
A identidade internacional do Brasil e a política externa brasileira: passado, presente e futuro. Celso Lafer. Adaptado.
Considere as seguintes situações: 

I- Paula, brasileira, decide cursar uma faculdade na Inglaterra, submetendo-se aos exames admissionais e realizando sua matrícula após ser selecionada.
II- Antonio, brasileiro, cursa mestrado em Portugal; de volta ao Brasil, ingressa no Doutorado na USP e o finaliza antes mesmo de obter a documentação necessária para o reconhecimento de seu título de mestre.
III- Juliana, brasileira, ingressa no doutorado na USP e consegue ver aprovado entre a USP e uma universidade italiana um instrumento que prevê dupla certificação após estágio de médio prazo na Itália e defesa perante Banca Examinadora mista, formada por examinadores italianos e brasileiros. 

Uma “complexa rede de interação não governamental”, como menciona Lafer em seu texto, pode ser reconhecida em:
 

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3895927 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
    “A política externa e a atividade diplomática têm, como um item permanente na agenda, o defender os interesses de um país no plano internacional. Identificar esses interesses e a sua especificidade, diferenciando-os daqueles dos demais atores que operam na vida internacional é, assim, um problema prático e um exercício diário da representação da identidade coletiva de um país.
    Traduzir necessidades internas em possibilidades externas para ampliar o poder de controle de uma sociedade sobre o seu destino é a tarefa da política externa considerada como política pública. (...). Requer novos e abrangentes mapas de conhecimento à luz do processo de globalização que, lastreado na inovação tecnológica, não só acelerou o tempo e encurtou os espaços como também diluiu a diferença entre o interno e o externo.

    A diluição da diferença entre o interno e o externo vem levando ao questionamento de uma das clássicas hipóteses de trabalho da teoria das relações internacionais: a que conferia à política externa uma esfera de autonomia em relação à política interna. (...) 

    É por esta razão que hoje os estudiosos tendem a definir o campo como o das complexas redes de interação governamentais e não governamentais – que estruturam o espaço do planeta e a governança do mundo. Daí o tema de uma diplomacia global e o problema correlato da sua multiplicidade de atores que passaram a incluir, rotineiramente, as empresas transnacionais, as organizações internacionais, a mídia – e seu papel na estruturação da agenda da opinião pública –, os partidos políticos, os sindicatos, as agências de rating do mercado financeiro etc.”
A identidade internacional do Brasil e a política externa brasileira: passado, presente e futuro. Celso Lafer. Adaptado.
O texto do Professor e antigo Ministro das Relações Exteriores do Brasil admite uma série de paralelos entre a carreira diplomática e a atividade de um especialista de cooperação internacional no âmbito da USP. Nesse contexto, “identificar os interesses de um país no plano internacional e a sua especificidade, diferenciando-os daqueles dos demais atores que operam na vida internacional” tem como paralelo plausível a identificação dos interesses de um(a)
 

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"As plataformas como as conhecíamos acabaram", disse Zizi Papacharissi, professora de comunicação da Universidade de Illinois-Chicago, que leciona sobre redes sociais. "Elas viveram além de sua utilidade." (...)
    Para os usuários, isso significa que, em vez de gastar todo o tempo em uma ou algumas grandes redes sociais, alguns estão gravitando em direção a sites menores e mais focados.
    "Os usuários não serão capturados pela primeira plataforma reluzente que aparecer", disse Papacharissi.
    As identidades online das pessoas se tornarão cada vez mais fragmentadas entre vários sites, acrescentou ela. (...)
    "O que nos interessa são grupos menores de pessoas que se comunicam entre si sobre coisas específicas", disse Papacharissi.  

Enunciado 4705281-1
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/07/o-futuro-das-redessociais-e-muito-menos-social.shtml

Uma das habilidades exigidas de um especialista de cooperação e extensão universitária é a de “prestar apoio ao processo de integração da USP com as demais assessorias internacionais, órgãos do governo local, embaixadas e consulados, buscando o estabelecimento de parcerias para facilitar a tramitação dos projetos de extensão e cooperação universitária”. Nesse contexto e considerando a notícia reproduzida, é correto afirmar que incumbe ao especialista
 

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“O ___________ aplica-se à organização em sua totalidade (____________) e também a cada uma de suas partes: estratégias de produção, de marketing, recursos humanos e assim por diante. As formas de colocar em prática as estratégias da organização e das áreas funcionais podem ser chamadas de __________. A estratégia chega ao nível do indivíduo. Você, como pessoa ou funcionário de uma organização, pode ter seu próprio ___________ definindo o caminho que você quer seguir em sua vida ou sua profissão e os objetivos que pretende realizar.”

Introdução à administração. A.C. Amaru Maximiano.

Assinale a alternativa que preenche as lacunas na ordem correta.
 

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3895924 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
    A análise de cenários é a etapa na qual o profissional de relações públicas examina o ambiente interno e externo, as oportunidades e ameaças que possam vir a afetar uma organização, assim como os chamados assuntos emergentes (issues management) que eventualmente envolvam a vida organizacional. Quanto mais o profissional conhecer o ambiente da organização, identificar as tendências a serem atendidas, for capaz de classificar os públicos da organização por ordem de importância e compreender a cultura organizacional, mais fácil lhe será escolher estratégias para conseguir o cumprimento dos objetivos organizacionais. Na medida em que o profissional analisa os elementos constitutivos da organização e desenha as estratégias para alcançar os objetivos definidos pela alta direção, mais aumenta a possibilidade de reforçar os seus valores. É na sua função de “analista de cenários” que o relações-públicas dará sentido ao seu trabalho e encontrará sustentação para tornar as Relações Públicas mais bem compreendidas. Dessa forma cumprirá sua missão de colaborar com a alta administração no estabelecimento das diretrizes que conduzirão suas ações para realizar sua missão e promover o espírito empreendedor das pessoas que com ela colaboram para a consecução de seus objetivos. 
Relações públicas: razões para praticá-la. Maria Aparecida Ferrari. https://www.revistas.usp.br/organicom/article/download
Pode-se afirmar que, na dinâmica de um responsável pelas relações internacionais de uma instituição universitária, os assuntos emergentes (issues management) a que o texto se refere diriam respeito, primordialmente, a novas oportunidades de
 

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    A análise de cenários é a etapa na qual o profissional de relações públicas examina o ambiente interno e externo, as oportunidades e ameaças que possam vir a afetar uma organização, assim como os chamados assuntos emergentes (issues management) que eventualmente envolvam a vida organizacional. Quanto mais o profissional conhecer o ambiente da organização, identificar as tendências a serem atendidas, for capaz de classificar os públicos da organização por ordem de importância e compreender a cultura organizacional, mais fácil lhe será escolher estratégias para conseguir o cumprimento dos objetivos organizacionais. Na medida em que o profissional analisa os elementos constitutivos da organização e desenha as estratégias para alcançar os objetivos definidos pela alta direção, mais aumenta a possibilidade de reforçar os seus valores. É na sua função de “analista de cenários” que o relações-públicas dará sentido ao seu trabalho e encontrará sustentação para tornar as Relações Públicas mais bem compreendidas. Dessa forma cumprirá sua missão de colaborar com a alta administração no estabelecimento das diretrizes que conduzirão suas ações para realizar sua missão e promover o espírito empreendedor das pessoas que com ela colaboram para a consecução de seus objetivos. 
Relações públicas: razões para praticá-la. Maria Aparecida Ferrari. https://www.revistas.usp.br/organicom/article/download
Ana é especialista em cooperação internacional em uma unidade da USP que já possui programa de internacionalização iniciado. De acordo com o texto, se Ana conhecer os fundamentos das relações-públicas, enquanto “analista de cenários”, ela poderá
 

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3895922 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Segundo Maximiano (2011), “quando se consideram produtividade e qualidade simultaneamente, mede-se o desempenho não apenas da quantidade total produzida em relação aos recursos utilizados, mas também dos produtos que são aproveitados em relação ao total fornecido”. No contexto de uma seleção de estudantes para a realização de intercâmbio no exterior, uma seleção de qualidade é aquela que consegue selecionar o maior número de alunos
 

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3895921 Ano: 2024
Disciplina: Sociologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Segundo Cohn (2014), “cultura de massa” é um sistema cultural
 

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    The Internet overtook print media as a primary source of information for national and international news in the United States in 2008. Television was still far in the lead, but especially among younger demographics, the Internet and social media are primary ways to learn about the day’s news. With 40 percent of the public receiving their news from the Internet, media outlets had to shift focus to make their presence known on the web. One of the most remarkable shifts out of that rush was the establishment of online-only news sources. 
    The conventional argument claims that the anonymity and the echo chamber of the Internet undermine worthwhile news reporting, especially for topics that are expensive to report on. The ability of large news organizations to put reporters in the field is one of their most important contributions and (because of its cost) is often one of the first things to be cut back during times of budget problems. However, as the Internet has become a primary news source for more and more people, new media outlets—publications existing entirely online—have begun to appear.
    In 2006, two reporters for the Washington Post, John F. Harris and Jim VandeHei, left the newspaper to start a politically centered website called POLITICO. Rather than simply repeating the day’s news in a blog, they were determined to start a journalistically viable news organization on the web. The different ways that POLITICO reaches out to its supporters—blogs, Twitter feeds, regular news articles, and now even a print edition—show how media convergence has even occurred within the Internet itself. The interactive nature of its services and the active comment boards on the site also show how the media have become a two-way street: more of a public forum than a straight news service.
https://boisestate.pressbooks.pub/soc122/Van Ry, Veronica. Sociological Communication. Pressbooks, 2023. Adaptado. 
Considerado o contexto, o trecho “One of the most remarkable shifts out of that rush was the establishment of online-only news sources.” (1º parágrafo) pode ser reescrito como:
 

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    The Internet overtook print media as a primary source of information for national and international news in the United States in 2008. Television was still far in the lead, but especially among younger demographics, the Internet and social media are primary ways to learn about the day’s news. With 40 percent of the public receiving their news from the Internet, media outlets had to shift focus to make their presence known on the web. One of the most remarkable shifts out of that rush was the establishment of online-only news sources. 
    The conventional argument claims that the anonymity and the echo chamber of the Internet undermine worthwhile news reporting, especially for topics that are expensive to report on. The ability of large news organizations to put reporters in the field is one of their most important contributions and (because of its cost) is often one of the first things to be cut back during times of budget problems. However, as the Internet has become a primary news source for more and more people, new media outlets—publications existing entirely online—have begun to appear.
    In 2006, two reporters for the Washington Post, John F. Harris and Jim VandeHei, left the newspaper to start a politically centered website called POLITICO. Rather than simply repeating the day’s news in a blog, they were determined to start a journalistically viable news organization on the web. The different ways that POLITICO reaches out to its supporters—blogs, Twitter feeds, regular news articles, and now even a print edition—show how media convergence has even occurred within the Internet itself. The interactive nature of its services and the active comment boards on the site also show how the media have become a two-way street: more of a public forum than a straight news service.
https://boisestate.pressbooks.pub/soc122/Van Ry, Veronica. Sociological Communication. Pressbooks, 2023. Adaptado. 
Segundo o texto, com a ascensão de novos veículos de mídia online, o site POLITICO ilustra um aspecto da convergência midiática que envolve
 

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