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Foram encontradas 552 questões.

3896088 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Aqui pretende-se estabelecer um cruzamento entre os seis instrumentos da documentação museológica, a saber: livro tombo, arrolamento/inventário, identificação e marcação do objeto e ficha de catalogação e sistemas de informatização com as quatro práticas da cultura digital: informacional, comunicacional, relacional e curatorial, com o intuito de identificar possibilidades de atualização dos procedimentos com o conceito de cada prática. Para tanto, elaboramos o quadro 01 com o objetivo de apresentar em perspectiva os diálogos possíveis para estimular os profissionais e pesquisadores do campo museológico, mais especificamente, aqueles interessados e comprometidos com o desenvolvimento da documentação museológica e gestão de acervos no que tange aos aspectos socioculturais, o uso das tecnologias digitais e a web.” 
Enunciado 4738913-1
A transformação da documentação
museológica pela perspectiva da cultura digital. Renata
Cardozo Padilha. MUSEOLOGIA & INTERDISCIPLINARIDADE Vol.
11, nº Especial, ago 2022.
Assinale a alternativa que indica corretamente quais são os seis instrumentos do processo da documentação museológica.
 

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3896087 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:
(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;
(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;
(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).
   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
Briet, que considera que objetos podem ser considerados como documentos, trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento. São eles:
 

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3896086 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:
(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;
(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;
(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).
   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
 

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3896085 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”
Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Segundo o texto, documentar é atribuir valor. Dessa forma, podemos afirmar que o sentido de “atribuir valor” que mais se aproxima da ideia dos autores seria:
 

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3896084 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”
Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Considerando a frase inicial da citação apresentada, podemos considerar como sinônimo da palavra “conformação”, de acordo com o empregado no texto:
 

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3896083 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.
  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que apresenta o procedimento que permite explorar os diferentes aspectos dos objetos.
 

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3896082 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.
  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que contemple corretamente as ideias contidas no texto.
 

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3896081 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.
  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
No texto, Juliana Monteiro afirma que o objeto museológico tem um caráter dual, pode-se dizer que a razão deste caráter deve:
 

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3896080 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.
    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
O texto “O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto” apresenta as seguintes formas de segregacionismo nas atividades de documentação e catalogação, nas instituições:
 

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3896079 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.
    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
De acordo com o texto, os esforços por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos, têm sido traduzidas nas seguintes ações:
 

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