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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Aqui pretende-se estabelecer um cruzamento entre os
seis instrumentos da documentação museológica, a saber:
livro tombo, arrolamento/inventário, identificação e
marcação do objeto e ficha de catalogação e sistemas de
informatização com as quatro práticas da cultura digital:
informacional, comunicacional, relacional e curatorial, com o
intuito de identificar possibilidades de atualização dos
procedimentos com o conceito de cada prática. Para tanto,
elaboramos o quadro 01 com o objetivo de apresentar em
perspectiva os diálogos possíveis para estimular os
profissionais e pesquisadores do campo museológico, mais
especificamente, aqueles interessados e comprometidos com
o desenvolvimento da documentação museológica e gestão
de acervos no que tange aos aspectos socioculturais, o uso das
tecnologias digitais e a web.”

A transformação da documentação
museológica pela perspectiva da cultura digital. Renata
Cardozo Padilha. MUSEOLOGIA & INTERDISCIPLINARIDADE Vol.
11, nº Especial, ago 2022.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“A documentação museológica se estrutura a partir do
conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis
Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e
textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade,
utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que
considera que um objeto também pode ser um documento,
na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é
colocado em uma coleção museológica por ser considerado
um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo
que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto
pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o
conceito de documento vinculado à existência de uma
evidência material. A autora sintetiza três aspectos
estruturantes para a caracterização de um documento:
(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a
sinais físicos;
(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado
como evidência;
(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados,
ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud
LOUREIRO, 2008, p. 105).
Diante desta perspectiva, podemos observar que a
materialidade é condição fundamental para a existência de
um documento. É a partir do suporte material que são
desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um
objeto.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“A documentação museológica se estrutura a partir do
conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis
Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e
textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade,
utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que
considera que um objeto também pode ser um documento,
na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é
colocado em uma coleção museológica por ser considerado
um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo
que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto
pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o
conceito de documento vinculado à existência de uma
evidência material. A autora sintetiza três aspectos
estruturantes para a caracterização de um documento:
(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a
sinais físicos;
(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado
como evidência;
(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados,
ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud
LOUREIRO, 2008, p. 105).
Diante desta perspectiva, podemos observar que a
materialidade é condição fundamental para a existência de
um documento. É a partir do suporte material que são
desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um
objeto.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Documentar é um ato de informação e conformação
porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento
porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento
sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse
sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de
documentação museológica são instauradores do próprio
processo de musealização. Musealizar, portanto, também é
um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas
instituições, ao criarem um corpus documental em papel,
criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem
a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos,
artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”
Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Documentar é um ato de informação e conformação
porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento
porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento
sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse
sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de
documentação museológica são instauradores do próprio
processo de musealização. Musealizar, portanto, também é
um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas
instituições, ao criarem um corpus documental em papel,
criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem
a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos,
artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”
Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que
diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e
extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em
si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a
recuperação e o processamento técnico das informações
sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos
critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da
pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os
diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção
e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso
impede a fragmentação do seu sentido e o consequente
esvaziamento de seu valor de memória.
O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de
o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de
documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu
próprio registro e sua numeração individual. Em outras
palavras, cada objeto museológico deve ser considerado
único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são
geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que
diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e
extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em
si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a
recuperação e o processamento técnico das informações
sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos
critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da
pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os
diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção
e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso
impede a fragmentação do seu sentido e o consequente
esvaziamento de seu valor de memória.
O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de
o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de
documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu
próprio registro e sua numeração individual. Em outras
palavras, cada objeto museológico deve ser considerado
único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são
geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que
diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e
extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em
si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a
recuperação e o processamento técnico das informações
sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos
critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da
pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os
diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção
e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso
impede a fragmentação do seu sentido e o consequente
esvaziamento de seu valor de memória.
O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de
o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de
documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu
próprio registro e sua numeração individual. Em outras
palavras, cada objeto museológico deve ser considerado
único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são
geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira
do Colonialismo Baseado em Texto.
“É claro que tem havido esforços sérios por parte de
bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e
curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes
marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas
passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção
de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento
na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais
identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de,
para e sobre povos marginalizados são repetidamente
segregados e “guetizados” por meio de catalogação
institucional e práticas de classificação. Mais comumente,
essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou
usar termos centrados no Ocidente para descrever
fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever
fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e
desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento
de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização
nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal
como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e
(4) ênfase na proibição de alterações em práticas que
perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente.
O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de
conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental
moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as
outras ontologias que tenham o potencial para descrever o
mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira
do Colonialismo Baseado em Texto.
“É claro que tem havido esforços sérios por parte de
bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e
curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes
marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas
passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção
de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento
na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais
identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de,
para e sobre povos marginalizados são repetidamente
segregados e “guetizados” por meio de catalogação
institucional e práticas de classificação. Mais comumente,
essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou
usar termos centrados no Ocidente para descrever
fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever
fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e
desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento
de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização
nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal
como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e
(4) ênfase na proibição de alterações em práticas que
perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente.
O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de
conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental
moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as
outras ontologias que tenham o potencial para descrever o
mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
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