Foram encontradas 552 questões.
Os conceitos de espécies e de agrupamentos supraespecíficos
são discutidos há séculos, refletindo as visões da comunidade
zoológica sobre a natureza desses táxons na teoria e prática.
Sobre a delimitação de táxons e os conceitos disponíveis na
literatura, assinale a alternativa correta.
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O Código Internacional de Nomenclatura Zoológica
estabelece regras para o uso de nomes taxonômicos que
prezem pela precisão de sua aplicação, evitando
ambiguidades. Sobre as regras que contribuem para a
aplicação do princípio da prioridade, assinale a alternativa
correta.
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Leia o texto a seguir sobre as conclusões de uma pesquisa em
taxonômica sobre um grupo de insetos:
“All species of the families Cicadellidae, Eurymelidae and Membracidae described from Australia are listed, together with details of the primary type (type locality, type depository, collection details), known distribution and known hosts. Where appropriate, notes are given on nomenclature, biology and economic significance. Lectotypes are designated for Eurinoscopus sontiates Kirkaldy (Iassinae), Eutettix selbyi Evans (Deltocephalinae) and Empoasca australis Froggatt (Typhlocybinae). Idioscopus niveosparsus (Lethierry) (Idiocerinae) is recorded from Torres Strait islands, the first Australian records of this species. Ipoides brunomaculatus Evans (Eurymelidae: Ipoini) is recorded from Australia for the first time. The following nomenclatural changes are made. Batracomorphus pallas Knight is synonymised with Batracomorphus sontiates (Kirkaldy). Bythoscopus testaceus Walker is synonymised with Krisna kirbyi (Kirkaldy). Limotettix condylus Knight is synonymised with Limotettix pullatus (Evans).”
Day, M.F. & Fletcher, M.J. (1994) An annotated catalogue of the Australian Cicadelloidea (Hemiptera : Auchenorrhyncha). Invertebrate Systematics 8, 1117–1288.
É correto afirmar sobre a passagem apresentada que
“All species of the families Cicadellidae, Eurymelidae and Membracidae described from Australia are listed, together with details of the primary type (type locality, type depository, collection details), known distribution and known hosts. Where appropriate, notes are given on nomenclature, biology and economic significance. Lectotypes are designated for Eurinoscopus sontiates Kirkaldy (Iassinae), Eutettix selbyi Evans (Deltocephalinae) and Empoasca australis Froggatt (Typhlocybinae). Idioscopus niveosparsus (Lethierry) (Idiocerinae) is recorded from Torres Strait islands, the first Australian records of this species. Ipoides brunomaculatus Evans (Eurymelidae: Ipoini) is recorded from Australia for the first time. The following nomenclatural changes are made. Batracomorphus pallas Knight is synonymised with Batracomorphus sontiates (Kirkaldy). Bythoscopus testaceus Walker is synonymised with Krisna kirbyi (Kirkaldy). Limotettix condylus Knight is synonymised with Limotettix pullatus (Evans).”
Day, M.F. & Fletcher, M.J. (1994) An annotated catalogue of the Australian Cicadelloidea (Hemiptera : Auchenorrhyncha). Invertebrate Systematics 8, 1117–1288.
É correto afirmar sobre a passagem apresentada que
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O grande clado de insetos alados é denominado Pterygota.
Sobre os membros desse táxon, é correto afirmar:
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A urbanização e outras alterações dos ambientes naturais por
ação humana têm impactos sobre a diversidade de insetos.
Sobre as alterações antrópicas de habitats naturais, é correto
afirmar:
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Assinale a alternativa correta considerando os caminhos
disponíveis para a identificação taxonômica de insetos.
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O princípio da tipificação é fundamental para que estabilidade
nomenclatural seja alcançada na prática taxonômica.
Considerando a normatização pelo Código Internacional de
Nomenclatura Zoológica, foram feitas as seguintes
afirmações:
( ) Quando a descrição de uma espécie foi realizada com a designação de uma série de tipos, sem discriminação entre eles na publicação original, esses exemplares são considerados como síntipos.
( ) Um tipo designado para um táxon do grupo de espécie pode ser considerado também tipo de um táxon do grupo de família.
( ) Um holótipo, um neótipo e um lectótipo, individualmente, têm a mesma função: a de fixar a aplicação de um nome específico ou subespecífico.
( ) Um exemplar de uma série sintípica pode ser selecionado, posteriormente à descrição da espécie da qual faz parte, e designado como lectótipo. Neste caso, os demais exemplares passam a ser considerados sublectótipos.
Verifique se cada afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Quando a descrição de uma espécie foi realizada com a designação de uma série de tipos, sem discriminação entre eles na publicação original, esses exemplares são considerados como síntipos.
( ) Um tipo designado para um táxon do grupo de espécie pode ser considerado também tipo de um táxon do grupo de família.
( ) Um holótipo, um neótipo e um lectótipo, individualmente, têm a mesma função: a de fixar a aplicação de um nome específico ou subespecífico.
( ) Um exemplar de uma série sintípica pode ser selecionado, posteriormente à descrição da espécie da qual faz parte, e designado como lectótipo. Neste caso, os demais exemplares passam a ser considerados sublectótipos.
Verifique se cada afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Leia o trecho a seguir:
“No entanto, percebemos as obras de arte como uma categoria especial de documento. Diferentes dos objetos históricos, que são criados inicialmente para uma função utilitária e quando investidos de valor simbólico são afastados desta função original para se tornarem documento, podemos considerar que as obras de arte nascem como objetos estéticos. O objeto de arte é criado a fim de possibilitar a experiência estética, e essa função é mantida no ambiente do museu. Uma obra de arte no contexto museológico não passa a ser somente um objeto histórico ou um documento, mas continua sendo apresentada e fruída pelo público como objeto estético. Desta forma, o objeto artístico musealizado sobrepõe duas dimensões: a estética e a documental.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.
Neste excerto a autora, Mariana Estellita, apresenta as relações entre obras de arte, documentos e coleções museológicas. De acordo com a autora, é correto afirmar:
“No entanto, percebemos as obras de arte como uma categoria especial de documento. Diferentes dos objetos históricos, que são criados inicialmente para uma função utilitária e quando investidos de valor simbólico são afastados desta função original para se tornarem documento, podemos considerar que as obras de arte nascem como objetos estéticos. O objeto de arte é criado a fim de possibilitar a experiência estética, e essa função é mantida no ambiente do museu. Uma obra de arte no contexto museológico não passa a ser somente um objeto histórico ou um documento, mas continua sendo apresentada e fruída pelo público como objeto estético. Desta forma, o objeto artístico musealizado sobrepõe duas dimensões: a estética e a documental.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.
Neste excerto a autora, Mariana Estellita, apresenta as relações entre obras de arte, documentos e coleções museológicas. De acordo com a autora, é correto afirmar:
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Leia o trecho a seguir:
“Aqui há uma inversão do que poderíamos chamar obra de arte. Tradicionalmente, ela estava relacionada ao espaço e à materialidade; a delimitação física de um objeto fazia a separação da arte e da realidade. Para a estética relacional, essa relação é substituída, e a delimitação da obra de arte passa a ser uma duração momentânea. O que se considera obra não é mais o espaço físico a ser percorrido (mesmo que em alguns casos apenas com os olhos), mas se torna um tempo a ser vivenciado. Para o autor “[...] Já não se pode considerar a obra contemporânea como um espaço a ser percorrido [...]. Agora ela se apresenta como uma duração a ser experimentada, como uma abertura para a discussão ilimitada” (BOURRIAUD, 2009a, p. 20-21).
Esse tipo de linguagem, frequente na arte contemporânea, depende do trabalho da documentação para existir, ainda que somente enquanto memória ou informação de uma obra definitivamente acabada.
No entanto, quando a arte contemporânea desloca a lógica de produção e compreensão da obra de arte e se desvincula da materialidade, ela produz um impacto na documentação museológica, que está estruturada sobre uma lógica moderna, hierárquica e linear. É precisamente esta diferença entre a lógica moderna da documentação - que trabalha a noção de documento e de obra de arte a partir da materialidade do suporte - e a nova concepção de obra trazida pela arte contemporânea, que provoca uma desarticulação estrutural que pode dificultar o acesso à informação. Com relação às obras tradicionais, cujo processo de comunicação se dá através da contemplação visual, o sistema de documentação e recuperação da informação é funcional e está adequado a esta tipologia de acervo. No caso das obras de arte contemporânea, há demandas por novas estratégias de documentação museológica que viabilizem a permanência destas linguagens independente de sua materialidade.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.
Considerando as reflexões sobre acervo, documentação e arte contemporânea nos excertos do texto, assinale a alternativa correta.
“Aqui há uma inversão do que poderíamos chamar obra de arte. Tradicionalmente, ela estava relacionada ao espaço e à materialidade; a delimitação física de um objeto fazia a separação da arte e da realidade. Para a estética relacional, essa relação é substituída, e a delimitação da obra de arte passa a ser uma duração momentânea. O que se considera obra não é mais o espaço físico a ser percorrido (mesmo que em alguns casos apenas com os olhos), mas se torna um tempo a ser vivenciado. Para o autor “[...] Já não se pode considerar a obra contemporânea como um espaço a ser percorrido [...]. Agora ela se apresenta como uma duração a ser experimentada, como uma abertura para a discussão ilimitada” (BOURRIAUD, 2009a, p. 20-21).
Esse tipo de linguagem, frequente na arte contemporânea, depende do trabalho da documentação para existir, ainda que somente enquanto memória ou informação de uma obra definitivamente acabada.
No entanto, quando a arte contemporânea desloca a lógica de produção e compreensão da obra de arte e se desvincula da materialidade, ela produz um impacto na documentação museológica, que está estruturada sobre uma lógica moderna, hierárquica e linear. É precisamente esta diferença entre a lógica moderna da documentação - que trabalha a noção de documento e de obra de arte a partir da materialidade do suporte - e a nova concepção de obra trazida pela arte contemporânea, que provoca uma desarticulação estrutural que pode dificultar o acesso à informação. Com relação às obras tradicionais, cujo processo de comunicação se dá através da contemplação visual, o sistema de documentação e recuperação da informação é funcional e está adequado a esta tipologia de acervo. No caso das obras de arte contemporânea, há demandas por novas estratégias de documentação museológica que viabilizem a permanência destas linguagens independente de sua materialidade.”
SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.
Considerando as reflexões sobre acervo, documentação e arte contemporânea nos excertos do texto, assinale a alternativa correta.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Aqui pretende-se estabelecer um cruzamento entre os
seis instrumentos da documentação museológica, a saber:
livro tombo, arrolamento/inventário, identificação e
marcação do objeto e ficha de catalogação e sistemas de
informatização com as quatro práticas da cultura digital:
informacional, comunicacional, relacional e curatorial, com o
intuito de identificar possibilidades de atualização dos
procedimentos com o conceito de cada prática. Para tanto,
elaboramos o quadro 01 com o objetivo de apresentar em
perspectiva os diálogos possíveis para estimular os
profissionais e pesquisadores do campo museológico, mais
especificamente, aqueles interessados e comprometidos com
o desenvolvimento da documentação museológica e gestão
de acervos no que tange aos aspectos socioculturais, o uso das
tecnologias digitais e a web.”

A transformação da documentação
museológica pela perspectiva da cultura digital. Renata
Cardozo Padilha. MUSEOLOGIA & INTERDISCIPLINARIDADE Vol.
11, nº Especial, ago 2022.
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