Foram encontradas 593 questões.
“Cinco categorias compõem o sistema Image Watching e
permitem formar um método direcionado ao ensino de arte.
Essas categorias estão em um tempo verbal que expressa
ação e são conhecidas como: descrevendo, analisando,
interpretando, fundamentando e revelando. Cada categoria
segue uma ordem em combinação com o estágio preparatório
do Thought Watching e proporciona um completo sistema de
crítica de arte perceptivo, conceitual e interpretativo que gera
conhecimento a partir de obras de arte para serem expressos
no trabalho de ateliê.”
OTT, R. W. Ensinando crítica nos museus. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação: leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997.
No sistema Image Watching, a categoria “revelando” tem como principal objetivo:
OTT, R. W. Ensinando crítica nos museus. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação: leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997.
No sistema Image Watching, a categoria “revelando” tem como principal objetivo:
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“As experiências de construção e exploração do loto Arte
Conceitual se somam àquelas que constituem a metodologia
lúdica na educação no MAC e são referências para a criação
de novas abordagens desse acervo específico, visando à
recepção educativa dos diversos públicos no Museu.”
FRANCOIO, Maria Angela Cerri. Arte conceitual em jogo de loto: experiência no museu. In: ARANHA, Carmen; CANTON, Katia (org.). Espaços de mediação: a arte e seus públicos. São Paulo: MAC USP, 2013.
Em relação à proposta do jogo de loto, é correto afirmar:
FRANCOIO, Maria Angela Cerri. Arte conceitual em jogo de loto: experiência no museu. In: ARANHA, Carmen; CANTON, Katia (org.). Espaços de mediação: a arte e seus públicos. São Paulo: MAC USP, 2013.
Em relação à proposta do jogo de loto, é correto afirmar:
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“A historiografia da arte vem se interessando cada vez mais
pela dimensão histórica dos museus de arte, isto é, qual a
relação que eles, como instituições (e, portanto,
representações dos valores atribuídos à arte), têm com as
esferas sociais, políticas e (por que não?) econômicas das
sociedades ocidentais. Ela também se dedica mais ao estudo
dos modos de circulação, apresentação, emulação das obras
dos artistas por via das exposições de arte. Também num
momento em que assistimos aos artistas fazerem uso dos
modos de exposição e nos chamarem a atenção para os
espaços nos quais exibem arte para realizar suas
proposições, o campo da história da arte vê cada vez mais a
necessidade em apreender tais fenômenos, bem como
revisitar outros momentos da produção artística com novas
lentes. [...] O Brasil aparece no cenário atual como espaço
privilegiado de debates em torno da arte moderna. Em
primeiro lugar, porque nossa arte moderna tem sido vista como uma espécie de “cânon alternativo” para a produção
contemporânea. Em segundo lugar, porque posicionamo-nos,
já no contexto modernista, como uma espécie de centro
deslocado/periférico, capaz de criar instâncias divulgadoras
de arte moderna de alcance internacional (caso exemplar da
Bienal de São Paulo desde sua primeira edição em 1951). Por
fim, criamos instituições e constituímos acervos justamente no
momento de reorganização do mundo naquela década de
1940. A Universidade de São Paulo (USP) é responsável pela
guarda e curadoria do acervo mais importante de arte
moderna do país, que se originou naquele momento.”
MAGALHÃES, Ana Gonçalves. Uma nova luz sobre o acervo modernista
do MAC USP. Revista USP, São Paulo, n. 90, jun./ago. 2011.
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“A historiografia da arte vem se interessando cada vez mais
pela dimensão histórica dos museus de arte, isto é, qual a
relação que eles, como instituições (e, portanto,
representações dos valores atribuídos à arte), têm com as
esferas sociais, políticas e (por que não?) econômicas das
sociedades ocidentais. Ela também se dedica mais ao estudo
dos modos de circulação, apresentação, emulação das obras
dos artistas por via das exposições de arte. Também num
momento em que assistimos aos artistas fazerem uso dos
modos de exposição e nos chamarem a atenção para os
espaços nos quais exibem arte para realizar suas
proposições, o campo da história da arte vê cada vez mais a
necessidade em apreender tais fenômenos, bem como
revisitar outros momentos da produção artística com novas
lentes. [...] O Brasil aparece no cenário atual como espaço
privilegiado de debates em torno da arte moderna. Em
primeiro lugar, porque nossa arte moderna tem sido vista como uma espécie de “cânon alternativo” para a produção
contemporânea. Em segundo lugar, porque posicionamo-nos,
já no contexto modernista, como uma espécie de centro
deslocado/periférico, capaz de criar instâncias divulgadoras
de arte moderna de alcance internacional (caso exemplar da
Bienal de São Paulo desde sua primeira edição em 1951). Por
fim, criamos instituições e constituímos acervos justamente no
momento de reorganização do mundo naquela década de
1940. A Universidade de São Paulo (USP) é responsável pela
guarda e curadoria do acervo mais importante de arte
moderna do país, que se originou naquele momento.”
MAGALHÃES, Ana Gonçalves. Uma nova luz sobre o acervo modernista
do MAC USP. Revista USP, São Paulo, n. 90, jun./ago. 2011.
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“O campo de produção de sentido das coisas que nos afetam
no nosso dia-a-dia, inclusive a arte, não é um campo com
resultados unívocos, mas é um campo de batalha entre
leituras ou interpretações às vezes até contraditórias.”
COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
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“Nestas condições, como inscrever este entendimento da arte,
pragmaticamente, aqui e agora, nas instituições educativas,
particularmente em sala de aula? Como fazer com que os
acontecimentos de linguagem, sensações, percepções e
afetos, que se fazem nas palavras, nas cores, nos sons, nas
coisas, nos lugares e eventos sejam articulados como
dispositivos, como agenciamentos de sentido irredutíveis ao
conceitual, como outro modo de experiência e do saber?”
FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53.
Na obra, como o autor responde às suas próprias indagações? Assinale a alternativa correta.
FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53.
Na obra, como o autor responde às suas próprias indagações? Assinale a alternativa correta.
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"A radicalidade moderna, emblematizada nas propostas das
vanguardas, afirmou reiteradamente, das maneiras mais
diversas, que o seu trabalho configurou-se como uma
investigação sobre o sentido da arte, sempre repropondo a
pergunta: mas o que é mesmo a arte, já que o termo recobre
coisas tão diferentes?"
FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53, 2010.
Qual seria a função das artes hoje, de acordo com o autor?
FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53, 2010.
Qual seria a função das artes hoje, de acordo com o autor?
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“Na arte ocidental, a ideia de desconstrução, segundo Minor,
pode ser vista no quadro de Picasso Les demoiselles
d’Avignon. A pintura, em si, cria um paradoxo, porque
desconstrói, no sentido histórico, uma vez que Picasso
fragmenta o espaço. A fim de desconstruir ainda mais o
significado da pintura de Picasso, Minor sugere que se
pergunte ‘o que sabia e pensava Picasso sobre máscaras
africanas? Ele capturou algo essencial nas máscaras ou, pelo
contrário, as interpretou erroneamente? De que parte da África
elas são? Em que elas diferem das máscaras ibéricas?’”
CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
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O Brasil desenvolveu uma abordagem singular da
Arte/Educação, distinta, mas em diálogo com perspectivas de
outros países. Segundo Ana Mae Barbosa, como se
configurou essa singularidade? Assinale a alternativa correta.
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No contexto de rastreamento e detecção precoce do câncer
de mama, as diretrizes ministeriais, conforme os Protocolos de
Atenção Básica: Saúde das Mulheres (Brasil, 2016), orientam:
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