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Para responder a questão, leia atentamente o texto a seguir.

Considerando o emprego das palavras “fiambre”, “lubrificado” e “fase”, assinale, nas alternativas a seguir, o recurso linguístico empregado por Calvin.
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Para responder a questão, leia atentamente o texto a seguir.

Considerando o diálogo entre Calvin e seu pai, podemos afirmar que:
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O que é a leitura profunda e por que ela faz
bem para o cérebro
Redação BBC Mundo
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/
geral-59121175>
Acesso em 25 de fevereiro de 2022.
(…) Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.
Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada. O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
É uma invenção relativamente recente — “é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos”, diz [Maryanne] Wolf [pesquisadora estadunidense]. “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”
“Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro”, ressalta a neurocientista. “Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa.
Essa transformação “começa com cada novo leitor”. “(A habilidade de ler) Não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro.” E isso abre portas para um novo mundo. (…)
Considerando o segmento “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”, assinale a alternativa a seguir em que há manutenção da ideia central desenvolvida no trecho citado:
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O que é a leitura profunda e por que ela faz
bem para o cérebro
Redação BBC Mundo
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/
geral-59121175>
Acesso em 25 de fevereiro de 2022.
(…) Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.
Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada. O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
É uma invenção relativamente recente — “é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos”, diz [Maryanne] Wolf [pesquisadora estadunidense]. “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”
“Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro”, ressalta a neurocientista. “Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa.
Essa transformação “começa com cada novo leitor”. “(A habilidade de ler) Não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro.” E isso abre portas para um novo mundo. (…)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
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O ‘making off’ do ‘pout-pourri’
Sérgio Rodrigues
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/
colunas/sergio-rodrigues/2022/02/o-making-off-do-pout-
pourri.shtml>
Acesso em 25 de fevereiro de 2022.
Quem hoje sofre ao ver a língua do dia a dia poluída por bijuterias anglófilas como “enderecei o problema”, “é sobre isso” e “call” talvez não saiba que, não faz tanto tempo, era da França que importávamos nossos brilharecos verbais.
(…)
Uma conclusão a que chegamos ao examinar mais de perto a francofilia recente de nossa imprensa é que ela representava uma tentativa meio desajeitada de democratizar o acesso a um conhecimento que, poucas décadas antes, fazia questão de excluir na cara dura a massa dos leitores.
Com todo o seu pedantismo e toda a sua jequice, salpicar francesices no texto como quem tempera generosamente um cassoulet já era, na minha infância, um avanço inclusivo.
A geração anterior de intelectuais brasileiros – inclusive os mais progressistas – gostava mesmo era de citar estrofes inteiras de Baudelaire sem tradução.
Traduzir para quê? Falar francês, privilégio de poucos, era o pedágio mínimo para entrar no papo. Classismo sempre foi coisa nossa.
Como se sabe, aquela onda francófila foi perdendo o élan até se quebrar, antes mesmo do fin de siècle, contra o imenso rochedo anglófilo que hoje é dominante na paisagem.
Agora o dernier cri – o último grito, aquilo que há de mais quente – é endereçar um problema no fim do dia. Hélas, vai passar também.
Analise atentamente as assertivas a seguir:
I) O adjetivo “poluída” pode ser substituído, sem alteração ou prejuízo de sentido no contexto empregado, pelo termo “enriquecida”.
II) As expressões “uma tentativa meio desajeitada” e “um avanço inclusivo” poderiam ser substituídas, respectivamente, sem alteração ou prejuízo de sentido no contexto empregado, por “uma alternativa” e “uma grande vantagem”.
III) Apesar de ter sido publicado em um veículo de comunicação impresso tradicional, o jornal Folha de São Paulo, o texto apresenta um estilo mais informal, o que se comprova pelas expressões “como quem tempera um cassoulet”, “entrar no papo” e “na cara dura”.
IV) A leitura compreensiva do artigo exige do leitor alguns conhecimentos que não foram explicitamente veiculados no texto, tais como “estrofes inteiras de Baudelaire” e a tradução de alguns termos em francês.
Considerando as afirmações anteriores, estão corretas:
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O ‘making off’ do ‘pout-pourri’
Sérgio Rodrigues
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/
colunas/sergio-rodrigues/2022/02/o-making-off-do-pout-
pourri.shtml>
Acesso em 25 de fevereiro de 2022.
Quem hoje sofre ao ver a língua do dia a dia poluída por bijuterias anglófilas como “enderecei o problema”, “é sobre isso” e “call” talvez não saiba que, não faz tanto tempo, era da França que importávamos nossos brilharecos verbais.
(…)
Uma conclusão a que chegamos ao examinar mais de perto a francofilia recente de nossa imprensa é que ela representava uma tentativa meio desajeitada de democratizar o acesso a um conhecimento que, poucas décadas antes, fazia questão de excluir na cara dura a massa dos leitores.
Com todo o seu pedantismo e toda a sua jequice, salpicar francesices no texto como quem tempera generosamente um cassoulet já era, na minha infância, um avanço inclusivo.
A geração anterior de intelectuais brasileiros – inclusive os mais progressistas – gostava mesmo era de citar estrofes inteiras de Baudelaire sem tradução.
Traduzir para quê? Falar francês, privilégio de poucos, era o pedágio mínimo para entrar no papo. Classismo sempre foi coisa nossa.
Como se sabe, aquela onda francófila foi perdendo o élan até se quebrar, antes mesmo do fin de siècle, contra o imenso rochedo anglófilo que hoje é dominante na paisagem.
Agora o dernier cri – o último grito, aquilo que há de mais quente – é endereçar um problema no fim do dia. Hélas, vai passar também.
Com base nos recursos lexicais mobilizados pelo autor, considere as seguintes afirmações:
I) A palavra “francofilia” significa, no contexto em que foi utilizada, grande apreço pela franqueza, sendo construída pela palavra “franco” e pelo sufixo “filia”, que significa adoração, como ocorre em “zoofilia”.
II) A palavra “brilhareco” é derivada do verbo “brilhar” e, no contexto em que foi empregada, sugere a ideia de diminutivo afetivo, ou seja, de pequenos adornos verbais de que se gosta.
III) A palavra “classismo” é empregada, no contexto do texto, em referência à presença de classe, tal como “pedantismo” se refere a uma atitude em que alguém se porta de forma pedante.
IV) “Jequice” e “francesice” são formadas pelo mesmo sufixo e ambas apresentam tom pejorativo.
Considerando as afirmações anteriores, está(ão) correta(s):
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O ‘making off’ do ‘pout-pourri’
Sérgio Rodrigues
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/
colunas/sergio-rodrigues/2022/02/o-making-off-do-pout-
pourri.shtml>
Acesso em 25 de fevereiro de 2022.
Quem hoje sofre ao ver a língua do dia a dia poluída por bijuterias anglófilas como “enderecei o problema”, “é sobre isso” e “call” talvez não saiba que, não faz tanto tempo, era da França que importávamos nossos brilharecos verbais.
(…)
Uma conclusão a que chegamos ao examinar mais de perto a francofilia recente de nossa imprensa é que ela representava uma tentativa meio desajeitada de democratizar o acesso a um conhecimento que, poucas décadas antes, fazia questão de excluir na cara dura a massa dos leitores.
Com todo o seu pedantismo e toda a sua jequice, salpicar francesices no texto como quem tempera generosamente um cassoulet já era, na minha infância, um avanço inclusivo.
A geração anterior de intelectuais brasileiros – inclusive os mais progressistas – gostava mesmo era de citar estrofes inteiras de Baudelaire sem tradução.
Traduzir para quê? Falar francês, privilégio de poucos, era o pedágio mínimo para entrar no papo. Classismo sempre foi coisa nossa.
Como se sabe, aquela onda francófila foi perdendo o élan até se quebrar, antes mesmo do fin de siècle, contra o imenso rochedo anglófilo que hoje é dominante na paisagem.
Agora o dernier cri – o último grito, aquilo que há de mais quente – é endereçar um problema no fim do dia. Hélas, vai passar também.
Assinale a alternativa correta quanto ao posicionamento do autor frente às importações de línguas estrangeiras adotadas em português.
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Analise as afirmações a seguir sobre o método de espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier:
I) Apesar de produzirem espectros praticamente idênticos para um composto qualquer, os espectrômetros de infravermelho com transformada de Fourier produzem o espectro muito mais rapidamente do que os espectrômetros de infravermelho dispersivos.
II) A espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier não permite a medição simultânea de todos os comprimentos de onda.
III) Um interferograma é essencialmente um gráfico de intensidade versus tempo (um espectro no domínio temporal). Para que um gráfico de intensidade versus frequência (um espectro no domínio da frequência) seja gerado, uma operação matemática conhecida como transformada de Fourier deve ser realizada.
Com base nessas afirmações, assinale a alternativa CORRETA.
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Para responder a questão, leia atentamente o texto a seguir.

Considere as seguintes afirmações:
I) Na charge, o entusiasmo de Calvin – indicado por meio de sua expressão facial e do uso de exclamações – é análogo ao de seu pai, o que podemos inferir por suas palavras e indicações corporais.
II) No segundo quadro, as expressões “velho código”, “código excludente” e “mesmo idioma” retomam o termo “palavras” do primeiro quadro e antecipam a fala de Calvin no último quadro.
III) O termo “assim” (terceiro quadro) recupera a conclusão de Calvin acerca da possibilidade de mudança de significado das palavras de uma língua; já o termo “isso” (último quadro) produz uma coesão textual com os novos significados criados por Calvin para palavras já existentes.
IV) Os dois períodos coordenados “Nosso velho idioma se transforma em um código excludente! Duas gerações podem ser divididas pelo mesmo idioma” poderiam ser conectados em uma oração complexa, com manutenção do sentido empregado na tirinha, por meio do conectivo “já que”.
Considerando as afirmações anteriores, estão corretas:
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O que é a leitura profunda e por que ela faz
bem para o cérebro
Redação BBC Mundo
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/
geral-59121175>
Acesso em 25 de fevereiro de 2022.
(…) Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.
Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada. O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
É uma invenção relativamente recente — “é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos”, diz [Maryanne] Wolf [pesquisadora estadunidense]. “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”
“Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro”, ressalta a neurocientista. “Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa.
Essa transformação “começa com cada novo leitor”. “(A habilidade de ler) Não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro.” E isso abre portas para um novo mundo. (…)
Considere as seguintes afirmações sobre os recursos coesivos marcados em negrito no texto.
I) A expressão “o mesmo” se refere ao processo natural de aquisição de uma língua falada, que ocorre com qualquer criança.
II) O termo “invenção” se refere aos sistemas alfabéticos de escrita.
III) A expressão “um meio eficiente” se refere à escrita alfabética.
IV) A palavra “transformação” se refere à passagem de um mundo ágrafo para um mundo que o ser humano inventou a escrita.
Considerando as afirmações anteriores, estão corretas:
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