A Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar nº 101/2000 – foi instituída com o objetivo de que os entes federados
controlem os gastos, limitados às arrecadações, com possíveis endividamentos dentro de regras bem rígidas e transparentes.
A depender do aumento das despesas ou da realização das receitas, diversas ações são necessárias. Trata-se do objetivo da
limitação de empenho e movimentação financeira a ser promovida pelos poderes públicos:
O Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) é uma exigência da Constituição da República Federativa do Brasil
de 1988. Em relação a esse demonstrativo, assinale a afirmativa correta.
Sobre as relações que podem ser estabelecidas entre deficits públicos apurados pelo ente federativo, política fiscal e o
respectivo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), analise as afirmativas a seguir.
I. O deficit público do ente federativo e o RPPS estão interligados, pois o ente público é responsável pela cobertura de
eventuais insuficiências financeiras do respectivo RPPS, decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários, podendo
impactar negativamente, ainda mais, as contas públicas.
II. Aumento das despesas com previdência pode levar a um maior deficit fiscal, exigindo medidas como corte de gastos em
outras áreas ou aumento de tributos.
III. O RPPS dos servidores titulares de cargos efetivos terá caráter contributivo e solidário, mediante contribuição exclusiva de
servidores ativos, de aposentados e de pensionistas, por isso não há qualquer relação entre RPPS, política fiscal e deficit
público do ente federativo.
Os créditos adicionais se classificam em suplementares, especiais e extraordinários. Com base na Lei nº 4.320/1964, os créditos especiais são aqueles destinados a:
De acordo com as normas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC nº 101/2000), se verificado, ao final de um bimestre, que a
realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no
Anexo de Metas Fiscais, qual procedimento deverá ser adotado e por qual(is) órgão(s)?
O Tribunal de Contas do Estado Alfa, ao analisar as contas do município Beta, questiona a inclusão das despesas com inativos e
pensionistas no cálculo da despesa total com pessoal, conforme disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LC nº 101/2000).
Diante da dúvida, o município Beta consulta João, Procurador Autárquico do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais
(IPSM-Beta), em razão de seu notório saber em Direito Financeiro, para esclarecimento sobre o entendimento firmado pelo
Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da matéria. Nesse contexto, caberá a João emitir parecer orientando a administração
municipal no sentido de que o STF reconheceu:
Com base nas regras e legislações que tratam a respeito do orçamento e dos mecanismos de controle do setor público, julgue o item seguinte.
A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) autoriza
a geração de despesa obrigatória de caráter
continuado sem a demonstração de impacto
orçamentário-financeiro, desde que a despesa seja
inferior a 1% da receita corrente líquida.
Com base nas regras e legislações que tratam a respeito do
orçamento e dos mecanismos de controle do setor público,
julgue o item seguinte.
A Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de
Responsabilidade Fiscal – LRF) estabelece normas
gerais de direito financeiro aplicáveis à União, aos
estados, aos municípios e ao Distrito Federal.
De acordo com o artigo 19 da Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), foi estabelecido um percentual
máximo da despesa total com pessoal em relação à receita corrente líquida para as três esferas de governo. Sobre este percentual,
assinale a alternativa CORRETA.