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Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Para Teixeira Coelho (1997), o conceito de um museu do homem em seu meio ambiente, no qual a população de um dado território cria como meio de autorreconhecimento, assistida por uma equipe técnica, descreve o museu
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Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Para Teixeira Coelho (1997), a preservação é o conjunto de medidas de ordem jurídica, administrativa, urbanística, arquitetural ou de outra natureza técnica que visa resguardar uma edificação, sítio urbano, obras escultóricas em locais públicos ou ambientes naturais e promover-lhes a eventual restauração ao estado quo ante.
Segundo o autor, um problema nuclear do conceito diz respeito a
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Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Em 1936, o ministro Gustavo Capanema solicita anteprojeto da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). No documento elaborado, caberia ao Serviço de Patrimônio determinar e organizar o tombamento, sugerir a conservação e defesa, determinar a conservação e restauração, sugerir aquisição e fazer os serviços de publicidade necessários para a propagação e o conhecimento do patrimônio artístico nacional.
O convidado para a elaboração do anteprojeto foi
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Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Para Hall (2003), os Estudos Culturais como problemática distinta emergem em meados da década de 1950, na recuperação de debates já em circulação. O marco desse território é, segundo o autor, a publicação de Cultura e Sociedade 1780-1950, de Raymond Williams e outra publicação denominada
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MESTRE VITALINO. Ceia. Cerâmica policromada.
14 × 24 cm. Acervo Galeria Pé de Boi, Rio de Janeiro.
Disponível em: www.itaucultural.org.br. Acesso em: 26 jul. 2010
Mestre Vitalino, importante ceramista popular brasileiro, na obra reproduzida, retrata uma cena típica da cultura nordestina: o horário da refeição. Seus bonecos de barro apresentam características artísticas marcantes, representadas como
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VISCONTI, E. Três meninas no jardim. Óleo sobre tela, 81 × 65 cm. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 1935.
Disponível em: www.eliseuvisconti.com.br. Acesso em: 18 set. 2012.
Eliseu D’Angelo Visconti (1866-1944) desenvolveu diversas obras no Brasil, com grande influência das escolas europeias. Em sua pintura Três meninas no jardim, há
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TEXTO I
A 13 de fevereiro de 1946, Graciliano Ramos escreve uma carta a Cândido Portinari relembrando uma visita que lhe fizera quando tivera a ocasião de apreciar algumas telas da série Retirantes. Diz o escritor alagoano:
Caríssimo Portinari:
A sua carta chegou muito atrasada, e receio que esta resposta já não o ache fixando na tela a nossa pobre gente da roça. Não há trabalho mais digno, penso eu. Dizem que somos pessimistas e exibimos deformações; contudo, as deformações e essa miséria existem fora da arte e são cultivadas pelos que nos censuram. [...]
Dos quadros que você me mostrou quando almocei no Cosme Velho pela última vez, o que mais me comoveu foi aquela mãe com a criança morta. Saí de sua casa com um pensamento horrível: numa sociedade sem classes e sem miséria, seria possível fazer-se aquilo? Numa vida tranquila e feliz, que espécie de arte surgiria? Chego a pensar que teríamos cromos, anjinhos cor-de-rosa, e isto me horroriza.
Graciliano
Disponível em: https://graciliano.com.br. Acesso em: 6 fev. 2024 (adaptado).
TEXTO II
Histórias de ninar (adultos)
Houve um tempo — tão perto, e, ó, tão longe — em que a arte era um holofote na unha encravada, não um campeonato de melhores esmaltes.
Raskolnikov matava velhinhas, a família de Gregor Samsa o assassinava a “maçãzadas”, Memórias póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis) é o retrato mais perfeito de tudo o que tem de pior na sociedade brasileira, uma sequência tristemente hilária de ações moralmente condenáveis, atitudes pusilânimes, cálculos mesquinhos e maus passos cretinos.
A literatura, o cinema e o teatro vêm se transformando num exercício de lacração: o mal está sempre no outro, os protagonistas são ironmen /women da virtude. A pessoa sai da leitura ou da sessão não com a guarda abaixada, as certezas abaladas, mais próxima da verdade (ou, à falta de uma palavra melhor, da sinceridade): sai com suas certezas reforçadas.
A realidade é confusa. Contraditória. Muitas vezes incompreensível. A arte é onde tentamos nos mostrar nus, com todos os nossos defeitos.
PRATA, A. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 12 jan. 2024 (adaptado).
No que diz respeito à arte, o posicionamento de Antônio Prata, no Texto II, aproxima-se da tese de Graciliano Ramos, no Texto I, uma vez que ambos
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TEXTO I
A linguagem visual dos adornos transmite informações sobre prestígio e transgressão, direito e dever, pois só é permitido ao indivíduo o uso de adornos de sua linhagem. Quando diretamente vinculadas aos conceitos cosmológicos, as artes indígenas convertem-se antes em prismas que refletem as concepções acerca da composição do universo e dos componentes que o povoam.
AGUILAR, N. (Org.); DIAS, J. A. B. F.; VELTHEN, L. H. V. Mostra do redescobrimento: artes indígenas. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo-Associação Brasil 500 anos, 2000 (adaptado).
TEXTO II

Diadema (etnia Kayapó). Estados do Mato Grosso e Pará. Museu de Arte Indígena, s.d.
Disponível em: www.maimuseu.com.br. Acesso em: 11 jul. 2024.
Pela leitura desses textos, infere-se que a compreensão da arte plumária indígena requer a consideração da
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TEXTO I

Anônimo. Cabeça de uma figura feminina. Circa 2700-2500 a.C. Escultura em mármore, 8 × 3,2 cm. Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque.
TEXTO II

MODIGLIANI, A. Cabeça de mulher. Circa 1910-1911. Escultura em calcário, 68,3 × 15,9 × 24,1 cm. National Gallery of Art, Washington.
WOLKOFF, J. These 5,000-Year-Old Sculptures Look Shockingly Similar to Modern Art. Disponível em: www.artsy.net. Acesso em: 19 jun. 2019.
A leitura comparativa das duas esculturas, separadas por mais de 2 500 anos, indica a
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Os Jogos Olímpicos já não são mais os mesmos. E isso não é nem uma crítica, nem um elogio. É uma constatação. Esse movimento começou com o vôlei de praia tornando-se esporte olímpico em 1996, passou pela chegada do BMX Racing como primeiro “radical” a entrar no programa em 2008, e agora atinge seu momento mais insólito com a inclusão do break dance como modalidade dos Jogos de Paris, em 2024. Para os mais tradicionalistas, o cruzamento da linha que delimitava o que é esporte e o que é cultura e arte é uma afronta ao espírito dos Jogos Olímpicos. Skate e surfe, que há anos têm competições na televisão, pareciam estar na divisa entre esses dois mundos, o limite do aceitável pelos puristas. O break dance estaria do lado de “lá” dessa fronteira. Para o Comitê Olímpico Internacional, a decisão faz parte de uma estratégia de se comunicar com jovens urbanos que se exercitam e se entretêm de uma maneira muito diferente da dos seus avós.
Disponível em: www.uol.com.br. Acesso em: 19 nov. 2021 (adaptado).
A mudança no programa olímpico mencionada no texto mostra que o esporte está se
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