Foram encontradas 15.332 questões.
A partir das perspectivas culturais no ensino de arte, é possível:
I. Compreender que a cultura não é estática.
II. Relacionar o campo da cultura com o conceito de arte.
III. Desenvolver um posicionamento cada vez mais ético diante das diferentes culturas.
IV. Realizar uma experiência de ensino das artes visuais com caráter de pós-modernidade.
Quais estão corretas?
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Sobre a abordagem triangular de Ana Mae Barbosa, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A proposta deve iniciar com a etapa da leitura ou apreciação, que pretende compreender a obra e desenvolver uma interpretação cultural.
( ) A contextualização pretende ver a obra por diferentes vieses, histórico, social, biológico, ecológico, antropológico, etc.
( ) O fazer é desenvolvido com base na ideia de livre expressão oriunda do Modernismo.
( ) Inicialmente, denominava-se metodologia triangular, tendo seu nome modificado posteriormente para melhor adequar-se ao conceito e à prática da proposta.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Acerca de Ana Mae Barbosa, referência em Arte-Educação no Brasil, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Criou a abordagem triangular, que se baseia na criação (fazer artístico), na leitura da obra de arte e na contextualização. A autora sugere que a proposta inicie pela leitura da obra de arte, pois é fundamental que o aluno a compreenda antes de partir para a contextualização ou para a criação de um trabalho que a utilize como referência.
II. Paulo Freire é uma das referências importantes para seu trabalho.
III. Sua proposta triangular ganhou força na Escolinha de Arte do Brasil, que surgiu no século XX. Desse modo, inicialmente, a abordagem foi trabalhada no contexto de ensino não formal.
IV. A abordagem triangular foi concebida para ser aplicada no Ensino Médio, pois é nessa etapa que os alunos têm a maturidade cognitiva necessária para compreender e integrar as três ações da proposta, que exigem conhecimentos mais complexos.
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A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado, realizou, entre os anos de 2020 e 2021, uma exposição dedicada à produção indígena contemporânea, com curadoria da pesquisadora indígena Naine Terena. A exposição intitulada “Véxoa: Nós sabemos” contou com a presença de 22 artistas e coletivos de diferentes regiões do Brasil. Nesse contexto, ocorreu a ativação denominada “Morî' erenkato eseru' – Cantos para a vida”, realizada por dois artistas, sendo um deles Jaider Esbell. A proposta foi constituída de uma caminhada pelo acervo permanente da Pinacoteca até chegar ao espaço expositivo da mostra em questão para saudar a presença dos povos originários na instituição. Os cantos, rezas e o manto plumário “Kahtiri Eõrõ – Espelho da vida”, presentes na ocasião, são um convite para refletir sobre a representação dos povos indígenas nos diferentes espaços museais. O último exemplo é uma releitura de uma vestimenta sagrada que foi despojada pela guerra colonial como um objeto etnográfico. A autora de tal releitura e também da ativação “Morî' erenkato eseru' – Cantos para a vida”, juntamente com Jaider Esbell, é:
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A ideia de “grupo aberto” é uma das matrizes para as práticas conjuntas em arte e pôde ser observada em uma proposição artística de Hélio Oiticica para uma manifestação coletiva, no Rio de Janeiro, em 1968. Essa manifestação se tratava de uma “experiência de grupo aberto” como uma forma de contato direto. Fizeram parte dela os Parangolés de Oiticica e “O ovo” de Lygia Pape. Ela foi inicialmente pensada por Oiticica para propor uma arte grupal e ao ar livre que superasse o contexto de exposições e galerias. Na oportunidade, o público poderia se manifestar livremente, participando das ações propostas pelos artistas. Nessas proposições vivenciais, aumenta-se a atuação dos participantes, igualando-os em condições aos propositores. Tal manifestação coletiva é chamada de:
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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando adequadamente os nomes dos artistas aos títulos de suas respectivas obras.
Coluna 1
1. Jaider Esbell.
2. Rosana Paulino.
3. Elke Hering.
4. Lela Martorano.
Coluna 2
( ) Bastidores (1997).
( ) Série Extravios (2019).
( ) Lesma Amarela (1973).
( ) “Mereme” – A origem do arco-íris e seus mistérios (2021).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Nos anos 40, em meio à Segunda Guerra Mundial, Portinari voltou-se para temas sociais. A década foi marcada por uma terrível seca no Nordeste, provocando mortes, fome e êxodo rural. Tal condição fez com que pessoas saíssem dos seus lares, normalmente em condições miseráveis, para buscar a sobrevivência em outros locais. Nessa época, o artista pintou a obra ________________, que tem um tom de denúncia contra as misérias do mundo (Canton, 2002).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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Sobre a arte moderna, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre a arte do contexto europeu durante a Idade Média, assinale a alternativa correta.
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Acerca da arte da Grécia Antiga, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A dórica é reconhecida como a mais simples entre as três ordens de colunas gregas.
( ) A Dama de Auxerre é uma escultura do período Clássico, enquanto a obra Laocoonte e Seus Filhos pertence ao período Helenístico.
( ) As obras gregas retratam uma beleza idealizada com base em esquemas, como a proporção áurea e a perspectiva linear.
( ) O Erecteion é um exemplo de templo jônico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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