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Tarsila do Amaral. Trabalhadores. Internet: <https://www.sp-arte.com/>.
A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
As conquistas trabalhistas do último século contrastam com o fundamento da obra de Tarsila do Amaral e alavancam os trabalhos “satisfatórios” mencionados por Nietzsche.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
O Carnaval, festa popular da cultura brasileira, é a expressão de liberdade do corpo por meio de danças e festividades que incorporam tradições das culturas ocidentais e afro-indígenas em seus diferentes aspectos.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
Tal como ocorria na tradição filosófica do Ocidente, as tradições afroindígenas, em geral, defendem a dualidade como característica do ser humano, entendimento que embasa o permanente embate entre matéria e espírito.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
O Grupo Corpo é um grupo de dança contemporâneo que montou o espetáculo Gil-Refazendo, inspirado em músicas de Gilberto Gil, cuja temática aborda a corporeidade em todas as dimensões humanas.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
A máxima cartesiana “penso, logo existo”, elaborada na Idade Moderna europeia, reflete o irracionalismo nascido com a Renascença e predominante até o advento da Idade Contemporânea.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
Na Europa medieval, a cultura clássica greco-romana foi preservada e difundida graças à atuação dos mosteiros católicos e dos intelectuais árabes. Platão influenciou Santo Agostinho (Patrística), ao passo que São Tomás de Aquino (Escolástica) acolhia ideias de Aristóteles.
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“Os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.” (Karl Marx). O marxismo é uma das correntes filosóficas presentes na construção da historiografia. Sobre o marxismo, avalie as afirmações a seguir.
I - O materialismo dialético reconhece a vida cotidiana e o modo de produção como responsáveis pela transformação da consciência e da subjetividade dos indivíduos;
II- Para romper com as condições estruturais da sociedade capitalista se faz necessária a luta de classes e a revolução, que deve ser conduzida pelo proletariado;
III- No interior da sociedade capitalista, o que determina e rege a política são os interesses econômicos dos grupos proprietários do capital;
IV- A existência de um indivíduo é determinada pela sua consciência, pelas ideologias, pelas estruturas políticas e intelectuais que toda a sociedade possui.
Após avaliar as afirmativas, assinale a alternativa correta.
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John Rawls publicou, em 1971, um dos livros mais discutidos e influentes destes últimos anos: Uma teoria da justiça. A partir da teoria apresentada por Rawls nessa obra, assinale a alternativa correta.
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Parmênides de Eleia, considerado pai da ontologia ocidental, no seu poema Sobre a natureza, descreve três vias de pesquisa sobre o ser: 1) a da verdade absoluta; 2) a das opiniões falazes; 3) a da opinião plausível. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.
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Para Aristóteles, como a mais importante dentre todas as virtudes éticas, destaca-se a
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