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Ao apresentar a figura do Soberano,
Thomas Hobbes (1588-1679) assim o diz:
É nele que consiste a essência do Estado, a qual pode ser assim definida: uma pessoa de cujos atos uma grande multidão, mediante pactos recíprocos uns com os outros, foi instituída por cada um como autora, de modo a ela poder usar a força e os recursos de todos, da maneira que considerar conveniente, para assegurar a paz e a defesa comum. Aquele que é portador dessa pessoa se chama Soberano, e dele se diz que possui poder soberano. Todos os restantes são súditos.
(HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Abril Cultural p.106. Coleção Os pensadores)
A figura do poder em Thomas Hobbes é, sobretudo, uma alusão à força do Estado, assim posto pelo filósofo como consequência de sua concepção da natureza humana. Sobre isso, assinale o item CORRETO.
É nele que consiste a essência do Estado, a qual pode ser assim definida: uma pessoa de cujos atos uma grande multidão, mediante pactos recíprocos uns com os outros, foi instituída por cada um como autora, de modo a ela poder usar a força e os recursos de todos, da maneira que considerar conveniente, para assegurar a paz e a defesa comum. Aquele que é portador dessa pessoa se chama Soberano, e dele se diz que possui poder soberano. Todos os restantes são súditos.
(HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Abril Cultural p.106. Coleção Os pensadores)
A figura do poder em Thomas Hobbes é, sobretudo, uma alusão à força do Estado, assim posto pelo filósofo como consequência de sua concepção da natureza humana. Sobre isso, assinale o item CORRETO.
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Deve-se compreender [..] que [..] aquilo
que generaliza a vontade é o interesse comum
que os une, pois nessa instituição cada um
necessariamente se submete às condições
que impõe aos outros: admirável acordo entre
o interesse e a justiça, que dá às deliberações
comuns um caráter de equidade que vimos
desaparecer na discussão de qualquer negócio
particular, pela falta de um interesse comum
que una e identifique a regra do juiz à da parte.
[...] Que será, pois, um ato de soberania? Não é
uma convenção entre o superior e o inferior, mas
uma convenção do corpo com cada um de seus
membros: convenção legítima por ter como base o
contrato social, equitativa por ser comum a todos,
útil por não poder ter outro objetivo que não o bem
geral e sólida por ter como garantia a força pública
e o poder supremo.
(ROUSSEAU, J-J. Do contrato social. São Paulo: Abril Cultural, 1973. p. 56. Coleção Os Pensadores)
Nome recorrente entre os contratualistas, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), porém, difere de outros dois nomes consagrados nessa corrente de filósofos. Assinale o item no qual essa distinção é CORRETAMENTE indicada.
(ROUSSEAU, J-J. Do contrato social. São Paulo: Abril Cultural, 1973. p. 56. Coleção Os Pensadores)
Nome recorrente entre os contratualistas, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), porém, difere de outros dois nomes consagrados nessa corrente de filósofos. Assinale o item no qual essa distinção é CORRETAMENTE indicada.
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Comecemos, pois, por frisar que está
na natureza dessas coisas o serem destruídas
pela falta e pelo excesso, como se observa no
referente à força e à saúde [...]. Tanto a deficiência
como o excesso de exercício destroem a força;
e, da mesma forma, o alimento ou a bebida que
ultrapassem determinados limites, tanto para mais
como para menos, destroem a saúde ao passo
que, sendo tomadas nas devidas proporções, a
produzem, aumentam e preservam.
(ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Nova Cultural, 1991, p.68. Coleção Os Pensadores)
No trecho, o filósofo inicia – pelo recurso da analogia com o que se percebe quanto à saúde e à força – assinale a apresentação de um dos aspectos relevantes na caracterização da virtude:
(ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Nova Cultural, 1991, p.68. Coleção Os Pensadores)
No trecho, o filósofo inicia – pelo recurso da analogia com o que se percebe quanto à saúde e à força – assinale a apresentação de um dos aspectos relevantes na caracterização da virtude:
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É reconhecidamente na religião que o ethos
encontra sua expressão cultural mais antiga e mais
universal. De fato, o mito e a crença aparecem
como “a linguagem mais antiga da consciência
moral” [...] É sabido, por outro lado, que a esfera
do ethos, na sua linguagem e na sua expressão
conceptual, tende historicamente a se distinguir da
esfera do religioso e do sagrado, não obstante a
“motivação religiosa permanecer”, talvez, a mais
universal das motivações que alimentam o agir
ético.
(VAZ, H. C. de L. Ética e cultura. São Paulo: Edições Loyola, 2013, p.40 e 41)
Entre os gregos antigos, desde quando o pensamento filosófico emergiu frente às narrativas e à mentalidade mitológica, observam-se algumas mudanças fundamentais. Qual mudança se deu no campo da ética? Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE essa mudança.
(VAZ, H. C. de L. Ética e cultura. São Paulo: Edições Loyola, 2013, p.40 e 41)
Entre os gregos antigos, desde quando o pensamento filosófico emergiu frente às narrativas e à mentalidade mitológica, observam-se algumas mudanças fundamentais. Qual mudança se deu no campo da ética? Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE essa mudança.
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Atomismo é a doutrina filosófica elaborada
por Leucipo e desenvolvida por Demócrito e
Epicuro, retomada depois pelo poeta latino
Lucrécio, segundo a qual a matéria é composta de
átomos, isto é, partículas elementares indivisíveis
[...] eternos e possuem todos a mesma natureza,
embora difiram por sua forma.
(JAPIASSU, H.; MARCODES, D. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990, p.28)
Sobre o atomismo em Demócrito (c.460-c.370 a.C.), é CORRETO afirmar que:
(JAPIASSU, H.; MARCODES, D. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990, p.28)
Sobre o atomismo em Demócrito (c.460-c.370 a.C.), é CORRETO afirmar que:
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No último parágrafo de sua obra Anarquia,
Estado e Utopia, o filósofo estadunidense Robert
Nozick (1938-2002) afirma:
O Estado mínimo trata-nos como indivíduos invioláveis, que não podem ser usados de certas maneiras por outros como meios, ferramentas, instrumentos ou recursos. Trata-nos como pessoas que têm direitos individuais, com a dignidade que isso pressupõe. Trata-nos com respeito ao acatar nossos direitos, ele nos permite, individualmente ou em conjunto com aqueles que escolhemos, determinar nosso tipo de vida, atingir nossos fins e nossas concepções de nós mesmos, na medida em que sejamos capazes disso, auxiliados pela cooperação voluntária de outros indivíduos possuidores da mesma dignidade. Como ousaria qualquer Estado ou grupo de indivíduos fazer mais, ou menos?
(NOZICK, R. Anarquia, Estado e Utopia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991, p.357 e 358)
Robert Nozick é um dos mais conhecidos filósofos liberais do século XX e sua defesa em favor de certo modelo de Estado está em harmonia com a tese liberal, particularmente da corrente libertarianista, conforme indicado no item:
O Estado mínimo trata-nos como indivíduos invioláveis, que não podem ser usados de certas maneiras por outros como meios, ferramentas, instrumentos ou recursos. Trata-nos como pessoas que têm direitos individuais, com a dignidade que isso pressupõe. Trata-nos com respeito ao acatar nossos direitos, ele nos permite, individualmente ou em conjunto com aqueles que escolhemos, determinar nosso tipo de vida, atingir nossos fins e nossas concepções de nós mesmos, na medida em que sejamos capazes disso, auxiliados pela cooperação voluntária de outros indivíduos possuidores da mesma dignidade. Como ousaria qualquer Estado ou grupo de indivíduos fazer mais, ou menos?
(NOZICK, R. Anarquia, Estado e Utopia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991, p.357 e 358)
Robert Nozick é um dos mais conhecidos filósofos liberais do século XX e sua defesa em favor de certo modelo de Estado está em harmonia com a tese liberal, particularmente da corrente libertarianista, conforme indicado no item:
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Desde o final do século XIX e ao longo do
século XX, tanto o prestígio – social e acadêmico
– da ciência quanto os problemas pertinentes ao
trabalho científico – sua natureza, seus limites e
método – fi zeram crescer o interessa dos filósofos
pela ciência. Despontaram, assim, diferentes
abordagens naquilo que chamamos filosofia da
ciência, cada uma com seu arcabouço conceitual.
Dentre os conceitos que se consagraram na
filosofia da ciência, temos os de ciência normal e
ciência extraordinária. É CORRETO afirmar que
os termos em destaque integram:
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Locke, em sua teoria do conhecimento,
elabora uma classificação dos tipos de ideias
que nossos sentidos produzem. Entre elas, o
filósofo distingue ideias em simples e compostas
(ou complexas). Dentre as ideias compostas,
encontramos as ideias de substâncias. Marque
a alternativa que traz a CORRETA relação entre
ideias simples e complexas a partir do exemplo
das ideias de substâncias.
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As falácias são erros presente em
argumentos que comprometem, por exemplo, a
validade de uma discussão. São vários os tipos
de falácias e algumas são inclusive classificadas
do ponto de vista linguístico como figuras de
linguagem. Com base no texto: “Leo vem de uma
antiga e muito tradicional família de pintores. Logo,
quando crescer ele deverá ser um dos pintores
mais conhecidos no mundo”. Assinale a alternativa
CORRETA que apresenta essa falácia.
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Texto 1:
Neste ensaio, “ciência normal” significa uma pesquisa estavelmente fundada sobre um ou mais resultados alcançados pela ciência do passado, aos quais uma comunidade científica particular, por certo período de tempo, reconhece a capacidade de constituir o fundamento de sua práxis posterior.
Texto 2:
Essas transformações dos paradigmas da óptica e da física constituem revoluções científicas, e a passagem sucessiva de um paradigma para outro, por meio da revolução, forma o esquema habitual de desenvolvimento de uma ciência madura.
Qual o pensador cujas ideias são representadas pelos dois fragmentos acima é?
Neste ensaio, “ciência normal” significa uma pesquisa estavelmente fundada sobre um ou mais resultados alcançados pela ciência do passado, aos quais uma comunidade científica particular, por certo período de tempo, reconhece a capacidade de constituir o fundamento de sua práxis posterior.
Texto 2:
Essas transformações dos paradigmas da óptica e da física constituem revoluções científicas, e a passagem sucessiva de um paradigma para outro, por meio da revolução, forma o esquema habitual de desenvolvimento de uma ciência madura.
Qual o pensador cujas ideias são representadas pelos dois fragmentos acima é?
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