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“Nas obras filosóficas recentes, o termo
“racionalismo” associa-se mais estreitamente com
as posições de um grupo de filósofos do século
XVII, isto é, Descartes, Spinoza, Leibniz e, algumas
vezes, Malebranche. Esses pensadores são, às
vezes, chamados de racionalistas continentais
e geralmente são opostos aos assim chamados
empiristas ingleses, Locke, Berkeley e Hume.
Todos incluídos no primeiro grupo compartilham
a ideia de que temos acesso não-empírico e
racional à verdade sobre como o mundo é, e todos
privilegiam a razão em relação ao conhecimento
derivado dos sentidos ”
(AUDI, Robert. DICIONÁRIO DE FILOSOFIA DE CAMBRIDGE. Tradução de João Paulo Neto. et.al. São Paulo: Paulus, 2006. p.788.)
Sobre o racionalismo, podemos AFIRMAR:
(AUDI, Robert. DICIONÁRIO DE FILOSOFIA DE CAMBRIDGE. Tradução de João Paulo Neto. et.al. São Paulo: Paulus, 2006. p.788.)
Sobre o racionalismo, podemos AFIRMAR:
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A respeito da filosofi a em sua origem, julgue
as afirmativas abaixo como VERDADEIRAS
(V) ou FALSAS (F) e marque a alternativa que
apresenta a sequência CORRETA:
I - Havia, em torno a Protágoras, filósofos de inclinação matemática cujas investigações tomaram um rumo bem diverso. Uma receita, antes de nomear seus ingredientes, deve conter uma porção de números — tantos gramas disto, tantos litros daquilo. Os pitagóricos tinham mais interesse nos números da receita do mundo do que nos próprios ingredientes. Eles supunham, diz Aristóteles, que os elementos dos números eram os elementos de todas as coisas, e que o universo inteiro era uma escala musical.
II - Os primeiros filósofos, que viviam na área costeira da Grécia, na Ásia Menor, concentraram-se na causa material: eles buscavam os ingredientes fundamentais do mundo em que vivemos. Tales e os que o sucederam propuseram a seguinte questão: Em um nível fundamental, seria o mundo feito de água, ar, fogo, terra ou de uma combinação de todas essas causas?
III - Os milésios não são, portanto, físicos de fato, mas também não são construtores de mitos. Eles não abandonaram os mitos, mas estão se distanciando deles. (...) eles são especuladores, e em suas especulações se misturam elementos de filosofia, ciência e religião, em uma rica e borbulbante poção.
IV - Tudo o que existe, tudo o que possa ser pensado não é para Heráclito senão o Ser. O Ser é um e indivisível, não possui começo ou fim e não está sujeito ao câmbio do tempo.
I - Havia, em torno a Protágoras, filósofos de inclinação matemática cujas investigações tomaram um rumo bem diverso. Uma receita, antes de nomear seus ingredientes, deve conter uma porção de números — tantos gramas disto, tantos litros daquilo. Os pitagóricos tinham mais interesse nos números da receita do mundo do que nos próprios ingredientes. Eles supunham, diz Aristóteles, que os elementos dos números eram os elementos de todas as coisas, e que o universo inteiro era uma escala musical.
II - Os primeiros filósofos, que viviam na área costeira da Grécia, na Ásia Menor, concentraram-se na causa material: eles buscavam os ingredientes fundamentais do mundo em que vivemos. Tales e os que o sucederam propuseram a seguinte questão: Em um nível fundamental, seria o mundo feito de água, ar, fogo, terra ou de uma combinação de todas essas causas?
III - Os milésios não são, portanto, físicos de fato, mas também não são construtores de mitos. Eles não abandonaram os mitos, mas estão se distanciando deles. (...) eles são especuladores, e em suas especulações se misturam elementos de filosofia, ciência e religião, em uma rica e borbulbante poção.
IV - Tudo o que existe, tudo o que possa ser pensado não é para Heráclito senão o Ser. O Ser é um e indivisível, não possui começo ou fim e não está sujeito ao câmbio do tempo.
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A lógica, segundo Hegel, apresenta três
aspectos. Cada um deles é responsável por um
tipo de operação que, apesar do filósofo descrevê-los separadamente, podem se dar em um mesmo
processo. Esses três aspectos da lógica são:
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Leia o trecho a seguir:
“O que levou Kant a elaborar toda a prospectiva do criticismo foram as observações céticas de Hume, que, levando às últimas consequências a abordagem empirista, demonstrou a inconsistência das noções de espaço e de tempo, reduzindo-as a fruto de um simples hábito. Kant quis resolver esse desafio considerando o espaço e o tempo como duas formas sintéticas a priori da percepção.” (NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de Filosofia: das origens à idade moderna. São Paulo: Globo, 2005, p. 328).
Qual das alternativas a seguir traz a concepção kantiana de espaço e tempo?
“O que levou Kant a elaborar toda a prospectiva do criticismo foram as observações céticas de Hume, que, levando às últimas consequências a abordagem empirista, demonstrou a inconsistência das noções de espaço e de tempo, reduzindo-as a fruto de um simples hábito. Kant quis resolver esse desafio considerando o espaço e o tempo como duas formas sintéticas a priori da percepção.” (NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de Filosofia: das origens à idade moderna. São Paulo: Globo, 2005, p. 328).
Qual das alternativas a seguir traz a concepção kantiana de espaço e tempo?
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Julgue as afirmativas abaixo como
VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F) e marque a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I - O debate contemporâneo entre filósofos liberais e comunitaristas parece polarizar-se de importante oposição: indivíduo e comunidade. As teorias políticas liberais são inseparáveis do individualismo moderno, ao valorizarem o indivíduo em relação ao grupo social e por se oporem às visões coletivistas da política, que tendem a valorizar o grupo social e não o indivíduo.
II - Charles Larmore é autor do livro Multiculturalism: Examining the politics of recognition (1994) e um dos principais pensadores da corrente comunitarista.
III - O comunitarismo propõe que o indivíduo seja considerado membro inserido numa comunidade política de iguais. E, para que exista um aperfeiçoamento da vida política na democracia, se exiga uma cooperação social, um empenhamento público e participação política, isto é, formas de comportamento que ajudem ao enobrecimento da vida comunitária.
IV - No caso dos Liberais, encontramos Éticas Procedimentais que definem uma teoria moral fundada segundo normas procedimentais, formais, desligadas de qualquer concepção específica do bem.
V - A concepção comunitarista defende que “uma vez que os cidadão se vejam a si mesmos como pessoas livres e iguais, reconhecerão que para realizarem as suas diferentes convicções de bem necessitam dos mesmos bens primários - ou seja, os mesmos direitos básicos, liberdades e oportunidades - bem como dos mesmos meios destinados a todos os fins, como o rendimento, a riqueza e as mesmas bases sociais de autoestima’’ (MOUFFE, 1996 p. 84)
I - O debate contemporâneo entre filósofos liberais e comunitaristas parece polarizar-se de importante oposição: indivíduo e comunidade. As teorias políticas liberais são inseparáveis do individualismo moderno, ao valorizarem o indivíduo em relação ao grupo social e por se oporem às visões coletivistas da política, que tendem a valorizar o grupo social e não o indivíduo.
II - Charles Larmore é autor do livro Multiculturalism: Examining the politics of recognition (1994) e um dos principais pensadores da corrente comunitarista.
III - O comunitarismo propõe que o indivíduo seja considerado membro inserido numa comunidade política de iguais. E, para que exista um aperfeiçoamento da vida política na democracia, se exiga uma cooperação social, um empenhamento público e participação política, isto é, formas de comportamento que ajudem ao enobrecimento da vida comunitária.
IV - No caso dos Liberais, encontramos Éticas Procedimentais que definem uma teoria moral fundada segundo normas procedimentais, formais, desligadas de qualquer concepção específica do bem.
V - A concepção comunitarista defende que “uma vez que os cidadão se vejam a si mesmos como pessoas livres e iguais, reconhecerão que para realizarem as suas diferentes convicções de bem necessitam dos mesmos bens primários - ou seja, os mesmos direitos básicos, liberdades e oportunidades - bem como dos mesmos meios destinados a todos os fins, como o rendimento, a riqueza e as mesmas bases sociais de autoestima’’ (MOUFFE, 1996 p. 84)
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“ (...) de um sistema científico eu não exigirei
que seja capaz de ser escolhido, em sentido
positivo, de uma vez por todas; mas exigirei que
sua forma lógica seja tal que possa ser colocado
em evidência, por meio de controles empíricos,
em sentido negativo: um sistema empírico deve
poder ser refutado pela experiência”.
A partir da citação acima e em consonância com as discussões sobre a filosofia da ciência que perpassaram principalmente o séc XX, assinale a alternativa CORRETA que apresenta o nome do filósofo que defendeu a tese supracitada:
A partir da citação acima e em consonância com as discussões sobre a filosofia da ciência que perpassaram principalmente o séc XX, assinale a alternativa CORRETA que apresenta o nome do filósofo que defendeu a tese supracitada:
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Entre os séculos XVI e XVIII, uma das
principais questões que ocuparam os debates
filosóficos foi em torno do surgimento da sociedade
civil, ou seja, o que levou os homens a formarem
Estados e qual a origem legítima de seus governos.
Neste contexto, encontra-se o holandês Baruch
de Espinosa (1632-1677), com sua obra Tratado
Teológico-Político. (1670)
Em relação à política e organização da sociedade civil, no pensamento de Espinosa, assinale a alternativa CORRETA:
Em relação à política e organização da sociedade civil, no pensamento de Espinosa, assinale a alternativa CORRETA:
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Analise as alternativas e marque aquela que
NÃO representa um enunciado coerente dentro do
debate contemporâneo em filosofia política:
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Os filósofos abaixo podem ser didaticamente
chamados de comunitaristas em suas abordagens
na área da filosofia política, EXCETO:
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Muito do que vem sendo escrito nos
últimos anos em termos de filosofia política gira
em torno das questões de igualdade distributiva
e meritocracia. Neste sentido, analise a citação
abaixo:
“Ninguém mereça sua maior capacidade natural nem mereça um ponto de partida mais favorável na sociedade [...] não decorre daí que alguém deva eliminar estas distinções. Há outra maneira de lidar com elas. A estrutura básica pode ser ordenada de maneira que estas contingencias operem para o bem dos menos afortunados. Portanto, somos levados ao princípio da diferença se desejamos estabelecer o sistema social de tal maneira que ninguém ganhe nem perca com seu lugar arbitrário na distribuição dos bens naturais ou na sua posição inicial na sociedade, sem dar nem receber vantagens compensatórias em troca.”
Marque a alternativa CORRETA que descreve a corrente de pensamento da filosofia política contemporânea.
“Ninguém mereça sua maior capacidade natural nem mereça um ponto de partida mais favorável na sociedade [...] não decorre daí que alguém deva eliminar estas distinções. Há outra maneira de lidar com elas. A estrutura básica pode ser ordenada de maneira que estas contingencias operem para o bem dos menos afortunados. Portanto, somos levados ao princípio da diferença se desejamos estabelecer o sistema social de tal maneira que ninguém ganhe nem perca com seu lugar arbitrário na distribuição dos bens naturais ou na sua posição inicial na sociedade, sem dar nem receber vantagens compensatórias em troca.”
Marque a alternativa CORRETA que descreve a corrente de pensamento da filosofia política contemporânea.
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