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A falseabilidade corresponde ao critério segundo
o qual uma afirmativa, teoria ou hipótese
científica deve poder ser testada e,
eventualmente, refutada por meio de
experimentos ou observações que lhe sejam
contrários. Assim, uma teoria científica é
considerada válida apenas enquanto resistir a
tentativas de refutação empírica.
Assinale a alternativa que apresenta o autor responsável por formular o princípio da falseabilidade como critério de demarcação científica:
Assinale a alternativa que apresenta o autor responsável por formular o princípio da falseabilidade como critério de demarcação científica:
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Assinale a alternativa correta sobre o Positivismo.
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A Estética, como campo filosófico, investiga a natureza
do belo e da arte. Qual alternativa define corretamente o
objeto de estudo da Estética?
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Com o avanço das tecnologias digitais, a inteligência artificial (IA) vem sendo usada nas escolas como recurso pedagógico ou tema
para reflexão filosófica. Capaz de gerar textos, imagens e simular interações, essa tecnologia chama atenção por seu potencial
de personalização e pelas questões éticas que levanta ao produzir conteúdos enganosos. Na rede pública, dois professores
de filosofia exploram abordagens distintas desse tópico. Uma professora de 9º ano do Ensino Fundamental emprega uma IA
com recursos multissensoriais para adaptar conteúdos a uma turma com defasagem de aprendizagem, observando avanços na
atenção e na participação. Na 3ª série do Ensino Médio, um professor apresenta casos de desinformação gerada por IA, relaciona
o tema à pós-verdade e propõe o debate: em que medida podemos confiar no conhecimento produzido por tecnologias que
não distinguem verdade de invenção?
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Usualmente, na linguagem ordinária, verdade e validade são tomadas como sinônimos. Diante de um bom argumento,
diz-se que este é válido ou verdadeiro. Essa associação, contudo, não é correta do ponto de vista lógico, isso porque
verdade é propriedade de sentenças e validade, de argumentos. Podemos então afirmar que um certo argumento é
válido, dado que a suposta verdade das premissas nos obriga a aceitar a conclusão como verdadeira. Dito de outra forma,
é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão, falsa.
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2010 (adaptado).
Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2010 (adaptado).
Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
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É rigorosamente necessário separar da moral os princípios de toda religião particular, e não admitir na instrução pública o
ensino de qualquer culto religioso. Cada um deles deve ser ensinado nos templos, por seus ministros. Os pais, qualquer que
seja sua crença, qualquer que seja sua opinião sobre a necessidade de tal ou qual religião, poderão então, sem repugnância,
enviar seus filhos aos estabelecimentos nacionais, e o poder público não terá usurpado os direitos de consciência sob pretexto
de esclarecê-la e de conduzi-la.
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.
Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.
Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que
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Se retomo o diálogo com o meu suposto leitor e lhe pergunto agora: “Quais os nomes de cada uma das ilhas que compõem o
arquipélago das Filipinas?” (cerca de 7 100 ilhas). Ou: “Quais os nomes de cada uma das Ilhas Virgens (cerca de 53), território
do Mar das Antilhas incorporado aos EE.UU.?”. Com certeza, o referido leitor não saberá responder a estas perguntas e, mesmo,
é possível que sequer soubesse da existência das tais Ilhas Virgens. É evidente, contudo, que essa situação não se configura
como problemática. E quando o não saber é levado a um grau extremo, implicando a impossibilidade absoluta do saber,
configura-se, como já se disse, o mistério. Mistério, porém, não é sinônimo de problema. É, ao contrário e frequentemente,
a solução do problema, e, quiçá, de todos os problemas.
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.
Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.
Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:
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O conceito, criação racional, pode ser apreendido. Já o problema que mobiliza o pensamento, por ser sensível, pré-racional,
não pode ser compreendido. A proposta contida neste capítulo é a de um “método regressivo”: a partir de um conceito ou
conjunto de conceitos criados por um filósofo, regredir ao problema ou problemas que o levou(aram) a criá-lo. E, mediante
a realização desse movimento regressivo com os estudantes, dar a eles o “direito a seus próprios problemas”, habilitando-os
a fazerem eles mesmos o movimento de pensamento e criação de conceitos. Em outras palavras, propõe-se aqui um método
para o ensino de filosofia que seja emancipador, que ofereça a cada um as ferramentas para pensar por si mesmo.
GALLO, S. Metodologia do ensino de Filosofia: uma didática para o Ensino Médio. São Paulo: Papirus, 2012.
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O ensino de filosofia deve valorizar seus pensadores e problemas clássicos, mas não pode ignorar a realidade dos estudantes
de hoje. Mais do que repetir teorias, é preciso criar pontes entre os saberes e as vivências dos jovens. Isso exige que o
professor dialogue com temas atuais e use métodos que incentivem a reflexão crítica, sem perder de vista a formação
cognitiva dos educandos. Assim, a Filosofia deixa de parecer algo distante e passa a ajudar na formação de um pensamento
mais livre e autônomo.
Uma professora, ao realizar uma avaliação, cita a seguinte passagem do livro Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento de ser, de Sueli Carneiro: “Os teóricos políticos são majoritariamente brancos que não veem que seu privilégio racial é político e, portanto, uma forma de dominação”. Espera-se, portanto, que a atividade avaliativa promova o(a)
Uma professora, ao realizar uma avaliação, cita a seguinte passagem do livro Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento de ser, de Sueli Carneiro: “Os teóricos políticos são majoritariamente brancos que não veem que seu privilégio racial é político e, portanto, uma forma de dominação”. Espera-se, portanto, que a atividade avaliativa promova o(a)
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No antigo tempo da criação do mundo com toda sua beleza, os Munduruku viviam dispersos, sem unidade e guerreando entre si.
Era uma situação muito ruim que tornava a vida mais difícil e indócil. Foi aí que ressurgiu Karú-Sakaibê, o grande Criador,
que já havia realizado tantas coisas boas para este povo. Contam os velhos que foi ele quem criara as montanhas e as rochas
soprando em penas fincadas ao chão. Eram também criações dele os rios, as árvores, os animais, as aves do céu e os peixes que
habitam todos os rios e igarapés. Karú-Sakaibê, tendo percebido que o povo que ele criara não estava unido, decidiu voltar para
unificá-lo e lembrá-lo como havia sido trazido do fundo da Terra quando ele decidiu enfeitar a Terra com gente que pudesse
cuidar da obra que criara.
MUNDURUKU, D. Contos indígenas brasileiros. São Paulo: Global, 2005.
É possível afirmar que a influência ameríndia pode ser discutida em sala de aula com uma proposta filosófica e pedagógica na qual se evidencia o(a)
MUNDURUKU, D. Contos indígenas brasileiros. São Paulo: Global, 2005.
É possível afirmar que a influência ameríndia pode ser discutida em sala de aula com uma proposta filosófica e pedagógica na qual se evidencia o(a)
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