Foram encontradas 6.725 questões.
“Três questões podem ser formuladas sobre a existência de Deus: 1. A existência de Deus é uma
verdade evidente? 2. A existência de Deus pode ser demonstrada? 3. Deus existe?”.
(Aquino, Santo Tomás. Suma Teológica, I, questão 2, art.1).
A questão da existência de Deus é central na filosofia cristã, no tocante às provas da existência de Deus pela razão.
(Aquino, Santo Tomás. Suma Teológica, I, questão 2, art.1).
A questão da existência de Deus é central na filosofia cristã, no tocante às provas da existência de Deus pela razão.
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David Hume (1711-1776) é um dos principais autores da tradição empirista. A publicação do Tratado
sobre a natureza humana, em 1739, traz os traços fundamentais de sua filosofia, levando o empirismo às
últimas consequências. Como se caracteriza o empirismo de Hume?
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“O primeiro que, tendo cercado um terreno, ousou dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente
simplórias para lhe dar crédito foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.
(Rousseau. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade humana. São Paulo: Martins Fontes, parte II).
“O texto do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade, publicado em 1755, é uma resposta à questão formulada em 1753 pela Academia de Dijon, ‘qual a origem da desigualdade entre os homens; ela é resultado da lei natural?’ Tais concursos eram comuns no século XVIII, sobretudo na França e na Alemanha, e, embora o texto de Rousseau não tenha obtido o primeiro lugar, tornou-se um clássico do pensamento político”.
(Marcondes, D. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1999, p. 95)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Rousseau analisa as origens do mal na sociedade por uma crítica da organização social.
II. A natureza humana originalmente é má, e se caracteriza pela falta de liberdade e instinto de sobrevivência.
III. O ‘bom selvagem’ é o instrumento de Rousseau para criticar o homem civilizado.
IV. O instinto de sobrevivência e o sentimento de piedade são próprios da corrupção da natureza humana.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
(Rousseau. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade humana. São Paulo: Martins Fontes, parte II).
“O texto do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade, publicado em 1755, é uma resposta à questão formulada em 1753 pela Academia de Dijon, ‘qual a origem da desigualdade entre os homens; ela é resultado da lei natural?’ Tais concursos eram comuns no século XVIII, sobretudo na França e na Alemanha, e, embora o texto de Rousseau não tenha obtido o primeiro lugar, tornou-se um clássico do pensamento político”.
(Marcondes, D. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1999, p. 95)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Rousseau analisa as origens do mal na sociedade por uma crítica da organização social.
II. A natureza humana originalmente é má, e se caracteriza pela falta de liberdade e instinto de sobrevivência.
III. O ‘bom selvagem’ é o instrumento de Rousseau para criticar o homem civilizado.
IV. O instinto de sobrevivência e o sentimento de piedade são próprios da corrupção da natureza humana.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
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“Há alguns anos, em relato sobre o julgamento de Eichmann em Jerusalém, mencionei a “banalidade do
mal”. Não quis, com a expressão, referir-me a teoria ou doutrina de qualquer espécie, mas antes a algo
bastante factual, o fenômeno dos atos maus, cometidos em proporções gigantescas – atos cuja raiz não
iremos encontrar em uma especial maldade, patologia ou convicção ideológica do agente; sua
personalidade destacava-se unicamente por uma extraordinária superficialidade.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)
Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)
Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.
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“O que aprendemos sobre a velocidade e possível irreversibilidade das mudanças climáticas
iminentes instaura uma nova situação. O “Homem”, nos damos conta, não foi apenas abusivo, mas
também bancou o aprendiz de feiticeiro e pode muito bem provocar a reação assombrosa de algo que
não pode mais ser pensado como uma “vítima”, algo que dá um novo sentido ao poderoso ser que
Lovelock e Margulis chamaram de Gaia”.
(Stengers, I. “Accepting the reality of Gaia: a fundamental shift?” In: Hamilton, C.; Gemenne, F.; Bonneuil, C. (orgs.). The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking modernity in a new epoch. 2015, p. 135.
“Considerando muitos outros impactos importantes e ainda crescentes das atividades humanas na Terra e na atmosfera, e em todas as escalas, incluindo a global, parece-nos mais do que apropriado enfatizar o papel central da humanidade na geologia e ecologia, propondo o uso do termo “antropoceno” para a época geológica atual. Os impactos das atividades humanas atuais continuarão por longos períodos”.
(RUTZEN, P.; STOERMER, E. “The ‘Anthropocene’”. Global Change Newsletter, n. 41, p. 17-18, mai. 2000. Disponível em: <http://www.igbp.net/download/18.316f18321323470177580001401/1376383088452/NL41.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2021.)
Avalie as seguintes afirmações:
I. A questão ambiental, na perspectiva da filosofia, não figura entre os principais problemas da atualidade. E a filosofia também se interessa parcialmente pela questão, buscando tratá-la tanto do ponto de vista epistemológico quanto ético-político, ainda que não consiga lidar com a mesma metafisicamente. É o que vemos em torno da reflexão sobre a noção de antropoceno.
II. Mesmo tendo sua origem na geologia, o termo antropoceno foi ressignificado pelas ciências humanas, a partir da necessidade de explicar e atuar no meio ambiente, denunciando os grandes problemas e os negacionismos climáticos.
III. Uma das principais características do momento do antropoceno é a reversibilidade da ação humana no ambiente. Basta a observação das diversas iniciativas que buscam mitigar os impactos do problema ambiental.
IV. A filosofia ambiental também está comprometida a pensar as ondas de negacionismos que permeiam a sociedade atual; mas não abre mão de ressignificar os próprios conceitos históricos-ontológicos que possam contribuir para a reflexão.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
(Stengers, I. “Accepting the reality of Gaia: a fundamental shift?” In: Hamilton, C.; Gemenne, F.; Bonneuil, C. (orgs.). The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking modernity in a new epoch. 2015, p. 135.
“Considerando muitos outros impactos importantes e ainda crescentes das atividades humanas na Terra e na atmosfera, e em todas as escalas, incluindo a global, parece-nos mais do que apropriado enfatizar o papel central da humanidade na geologia e ecologia, propondo o uso do termo “antropoceno” para a época geológica atual. Os impactos das atividades humanas atuais continuarão por longos períodos”.
(RUTZEN, P.; STOERMER, E. “The ‘Anthropocene’”. Global Change Newsletter, n. 41, p. 17-18, mai. 2000. Disponível em: <http://www.igbp.net/download/18.316f18321323470177580001401/1376383088452/NL41.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2021.)
Avalie as seguintes afirmações:
I. A questão ambiental, na perspectiva da filosofia, não figura entre os principais problemas da atualidade. E a filosofia também se interessa parcialmente pela questão, buscando tratá-la tanto do ponto de vista epistemológico quanto ético-político, ainda que não consiga lidar com a mesma metafisicamente. É o que vemos em torno da reflexão sobre a noção de antropoceno.
II. Mesmo tendo sua origem na geologia, o termo antropoceno foi ressignificado pelas ciências humanas, a partir da necessidade de explicar e atuar no meio ambiente, denunciando os grandes problemas e os negacionismos climáticos.
III. Uma das principais características do momento do antropoceno é a reversibilidade da ação humana no ambiente. Basta a observação das diversas iniciativas que buscam mitigar os impactos do problema ambiental.
IV. A filosofia ambiental também está comprometida a pensar as ondas de negacionismos que permeiam a sociedade atual; mas não abre mão de ressignificar os próprios conceitos históricos-ontológicos que possam contribuir para a reflexão.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
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Thomas Kuhn é conhecido por sua filosofia da ciência que considera a estrutura das revoluções
científicas, com grande destaque para o conceito de paradigma. Assim, o que significa paradigma para o
autor?
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“A virtude é, pois, uma disposição de caráter relacionada com a escolha e consistente numa mediania,
isto é, a mediania relativa a nós, a qual é determinada por um princípio racional próprio do homem dotado
de sabedoria prática. E é um meio-termo entre dois vícios, um por excesso e outro por falta; pois que,
enquanto os vícios ou vão muito longe ou ficam aquém do que é conveniente no tocante às ações e
paixões, a virtude encontra e escolhe o meio-termo. E assim, no que toca à sua substância e à definição
que lhe estabelece a essência, a virtude é uma mediania; com referência ao sumo bem e ao mais justo,
é, porém, um extremo.
(Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo, Abril, 1989, 1107ª).
Aristóteles contribui com a reflexão ética a partir da consideração da virtude como um elemento próprio da vida prática.
Assim, a partir da passagem acima, o que poderíamos afirmar sobre a virtude?
(Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo, Abril, 1989, 1107ª).
Aristóteles contribui com a reflexão ética a partir da consideração da virtude como um elemento próprio da vida prática.
Assim, a partir da passagem acima, o que poderíamos afirmar sobre a virtude?
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“Precisamos, no entanto, distinguir entre Estética e Filosofia da Arte. A rigor, o domínio dos fenômenos
estéticos não está circunscrito à Arte, embora encontre nesta a sua manifestação mais adequada. Sob
esse prisma, o domínio do estético abrange o da arte, não só por ser muito mais dilatado, como também
porque é nele que devemos ir buscar os critérios gerais que permitem distinguir, nas manifestações
artísticas, as autênticas das inautênticas, as valiosas das desvaliosas, as esteticamente boas das
esteticamente más”.
Nunes, Benedito. Introdução à filosofia da arte. São Paulo: Ática, 1989, p. 15).
“Assis Brasil faz uma distinção que vale a pena enfatizar. O fato de Alexander Baumgarten (1714-1762) ser considerado o criador da Estética como disciplina científica, pois cunhou a palavra com base nos termos gregos aisthetikós (‘que possui a faculdade de sentir’) e aisthésis (‘sensação’), evidentemente não invalida a reflexão estética feita ao longo dos séculos anteriores nem a que se fazia no seu tempo (...), com suas reflexões sobre a origem da ideia de beleza”.
(Perissé, Gabriel. Estética & Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 10-11).
Avalie as seguintes afirmações:
I - Estética e filosofia da arte são a mesma coisa.
II - Enquanto a estética lida especificamente com o caráter formal da arte, a filosofia da arte dedica-se a pensar a arte de modo ampliado, considerando outras experiências que vão além da estética.
III - A beleza é um tema comum à estética e à filosofia da arte. Ou seja, é um momento comum às duas áreas.
IV - A filosofia da arte pode ser também uma crítica da estética.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Nunes, Benedito. Introdução à filosofia da arte. São Paulo: Ática, 1989, p. 15).
“Assis Brasil faz uma distinção que vale a pena enfatizar. O fato de Alexander Baumgarten (1714-1762) ser considerado o criador da Estética como disciplina científica, pois cunhou a palavra com base nos termos gregos aisthetikós (‘que possui a faculdade de sentir’) e aisthésis (‘sensação’), evidentemente não invalida a reflexão estética feita ao longo dos séculos anteriores nem a que se fazia no seu tempo (...), com suas reflexões sobre a origem da ideia de beleza”.
(Perissé, Gabriel. Estética & Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 10-11).
Avalie as seguintes afirmações:
I - Estética e filosofia da arte são a mesma coisa.
II - Enquanto a estética lida especificamente com o caráter formal da arte, a filosofia da arte dedica-se a pensar a arte de modo ampliado, considerando outras experiências que vão além da estética.
III - A beleza é um tema comum à estética e à filosofia da arte. Ou seja, é um momento comum às duas áreas.
IV - A filosofia da arte pode ser também uma crítica da estética.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
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“Mediante essa experiência se põem uma pura consciência-de-si e uma consciência que não é
puramente para si, mas para um outro.(...) São essenciais ambos os momentos; porém, como de início
são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos soam
como duas figuras opostas da consciência: uma, a consciência independente, para a qual o ser-para-si é
a essência; outra, a consciência dependente, para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro.
Uma é o senhor, outra é o escravo”.
(Hegel. Fenomenologia do Espírito,§ 189)
Hegel compreende a dialética do senhor e escravo como o modelo pelo qual a consciência se manifesta na história,
(Hegel. Fenomenologia do Espírito,§ 189)
Hegel compreende a dialética do senhor e escravo como o modelo pelo qual a consciência se manifesta na história,
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“A ciência não é um sistema de enunciados certos ou bem estabelecidos, nem um sistema que avança
constantemente em direção a um estado final. Nossa ciência não é conhecimento (episteme)”.
Popper, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1965, p. 278.
Como Karl Popper entende a ciência?
Popper, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1965, p. 278.
Como Karl Popper entende a ciência?
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