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A ética é um elemento vital na criação de regras que regem as relações humanas, facilitando a vida em sociedade. Um ser humano que possui atitudes que NÃO condizem com a ética da instituição em que está inserido é denominado de:
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IHU On-Line – A medicalização de condutas classificadas como “anormais” se estendeu a praticamente todos os domínios de nossa existência. A quem interessa a medicalização da vida?
Sandra Caponi – A muitas pessoas. Em primeiro lugar ao saber médico, aos psiquiatras, mas também aos médicos gerais e especialistas. Interessa muito especialmente aos laboratórios farmacêuticos que, desse modo, podem vender seus medicamentos e ampliar o mercado de consumidores de psicofármacos de modo quase indefinido. Porém, esse interesse seria irrelevante se não existisse uma demanda social que aceita e até solicita que uma ampla variedade de comportamentos cotidianos ingresse no domínio do patológico. Um exemplo bastante óbvio é a escola. Crianças com problemas de comportamento mais ou menos sérios hoje recebem rapidamente um diagnóstico psiquiátrico. São medicadas, respondem à medicação e atingem o objetivo social procurado. Essas crianças que tomam ritalina ou antipsicóticos ficam mais calmas, mais sossegadas, concentradas e, ao mesmo tempo, mais tristes e isoladas.
(www.ihuonline.unisinos.br. Adaptado.)
Podemos considerar como uma importante implicação filosófica da medicalização da vida
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Examine as afirmativas sobre o pensamento político de Nicolau Maquiavel, em O Príncipe.
I. Seu pensamento é marcado pela proposição de uma política autônoma e, logo, examinada na sua especificidade própria e desvinculada da ética e da religião.
II. Ao contrário dos pensadores políticos antigos e medievais, Maquiavel reflete sobre a política no nível do “dever ser”, e não do “ser”, pois quer apresentar o estereótipo do governante perfeito.
III. Seu pensamento apresenta traços de grande realismo, bem como uma tendência a uma espécie de utilitarismo, pois desenvolve sua teoria voltada para a ação eficaz e imediata.
IV. A virtude (virtù) nada tem a ver com qualidade moral ou com alguma virtude em sentido cristão, mas com a capacidade de perceber o jogo de forças da política para então agir com energia, a fim de conquistar e manter o poder.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente africano pelos europeus. Essas fronteiras teriam acotovelado no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Porém, guerras entre nações rivais e disputas pela sucessão de tronos existiam muito antes de os europeus atingirem o interior da África. Graves conflitos étnicos aconteceram também em países que tiveram suas fronteiras mantidas pelos governos europeus. É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los da responsabilidade por seus problemas.
(Leandro Narloch. Guia politicamente incorreto da história do mundo, 2013. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que:
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Examine as afirmativas sobre o pensamento político de John Rawls:
I. O intento da filosofia política de Rawls foi oferecer uma alternativa ao utilitarismo, mediante a proposição de uma teoria da justiça embasada na doutrina contratualista.
II. O pensamento político rawlsiano inspira-se sobretudo no pensamento político hobbesiano, pois Rawls também supõe a existência de conflitos antes do contrato, no caso: na posição original, que corresponde ao Estado de Natureza.
III. A concepção rawlsiana de justiça pode integrar em si diferentes ideias de bem, no entanto, o justo tem prioridade sobre o bom.
IV. O contrato, em Rawls, não visa à fundação de uma sociedade com a escolha de uma forma de governo ou governante, mas visa à seleção de princípios de justiça para a estrutura básica da sociedade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Considerando os grandes períodos da História da Filosofia, podemos afirmar que aquele que se centra nas filosofias racionalistas, empiristas e iluministas é aquele que corresponde à:
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Segundo o filósofo Peter Singer, as pessoas que vivem em países afluentes estão moralmente obrigadas a ajudar as pessoas desnutridas e vítimas de inanição que vivem em países pobres. O autor chega a essa proposição após estabelecer o seguinte princípio moral: “se está em nosso poder evitar que algo ruim aconteça, sem sacrificar algo de comparável importância moral, devemos moralmente fazê-lo”
(SINGER apud BONJOUR, L.; BAKER, A. Filosofia: Textos Fundamentais Comentados. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 425).
O princípio estabelecido por Singer fundamenta-se numa concepção de moralidade
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Em relação à Ciência da Religião, é permitido dizer que, diante do seu objeto, sua base científica não permite atitudes teológicas, confessionais e dogmáticas.
Sobre a Ciência da Religião, analise as proposições abaixo:
I - As religiões são objetos de estudo e não de crença.
II - As religiões são cosmovisões, isto é, formas de conhecer o mundo.
III - Todas as religiões são formas culturais, portanto apresentam características da sociedade e da cultura em que estão inseridas.
Estão CORRETAS as proposições
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Texto 1
O livro Cultura do narcisismo, escrito por Christopher Lasch em 1979, é um clássico. O texto de Lasch mostra como o que era diagnosticado como patologia narcísica ou limítrofe nos anos 50 torna-se uma espécie de “normalidade compulsória” depois de duas décadas. Para que alguém seja considerado “bem-sucedido”, é trivialmente esperado que manipule sua própria imagem como se fosse um personagem, com a consequente perda do sentimento de autenticidade.
(Christian Dunker. “A cultura da indiferença”. www.mentecerebro.com.br. Adaptado.)
Texto 2
Zigmunt Bauman: Afastar-se da percepção de mundo consumista e do tipo de atitude individualista contra o mundo e as pessoas não é uma questão a ponderar, mas uma obrigação determinada pelos limites de sustentabilidade desse modelo da vida que pressupõe a infinidade de crescimento econômico. Segundo esse modelo, a felicidade está obrigatoriamente vinculada ao acesso a lojas e ao consumo exacerbado.
(“Lojas são alívio a curto prazo, diz o sociólogo Zigmunt Bauman”. www.mentecerebro.com.br. Adaptado.)
Considerando os textos, é correto afirmar que:
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Escrever mal é difícil, declarou um dos maiores escritores contemporâneos. Durante debate para divulgar seu romance O homem que amava os cachorros, o cubano Leonardo Padura caçoou de autores de best-sellers. “Escrever livros como os de Paulo Coelho e Dan Brown não é fácil, não há muitos Dan Browns que possam escrever um romance tão horrível como O Código Da Vinci, que venda milhões de exemplares. Há que se saber fazer má literatura para poder escrever um livro desses”.
(Fábio Victor. “Fazer má literatura é difícil, diz escritor Leonardo Padura”. Folha de S.Paulo, 17.04.2014. Adaptado.)
O comentário irônico do escritor acerca da qualidade literária justifica-se pela
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