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“A ciência, tanto por sua necessidade de coroamento como por princípio, opõe-se absolutamente à opinião. Se, em determinada questão, ela legitimar a opinião, é por motivos diversos daqueles que dão origem à opinião; de modo que a opinião está, de direito, sempre errada.”
(BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento.
Tradução de Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008)
Considerando o excerto acima, assinale a alternativa que justifica a afirmação de que a opinião está sempre errada.
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“Quando o fazemos (imaginamos) para criar outro mundo ao qual os outros seres humanos também podem ter acesso, a imaginação passa de sonho à obra de arte. Quando o fazemos para criar um outro mundo só nosso e ao qual ninguém mais pode ter acesso, a imaginação passa do sonho à loucura. Assim, a diferença entre sonho, arte e loucura é muito pequena e frágil: a imaginação aberta aos outros (arte) ou fechada aos outros (loucura).”
(CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1999. p. 117 e 119).
Sabendo da distinção tênue entre as diferentes formas de imaginação, associe a modalidade de imaginação ao seu respectivo significado.
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I- Imaginação reprodutora |
1- Presentifica o ausente por meio de imagens com forte tonalidade afetiva |
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II- Imaginação evocadora |
2- Inventa o novo nas artes, nas ciências, nas técnicas e na Filosofia |
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III- Imaginação irrealizadora |
3- Torna ausente o presente e nos coloca vivendo numa outra realidade que é só nossa |
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IV- Imaginação fabulosa |
4- Toma suas imagens da percepção e da memória |
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V- Imaginação criadora |
5- Cria os mitos pelos quais uma sociedade imagina sua própria origem |
Assinale a alternativa que apresenta a relação CORRETA entre as duas colunas, de cima para baixo.
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“A teoria do conhecimento no seu todo realiza-se como reflexão do entendimento e baseia-se num pressuposto fundamental: o de que somos seres racionais conscientes. (...) Eu, pessoa, cidadão e sujeito constituem a consciência como subjetividade ativa, sede da razão e do pensamento, capaz de identidade consigo mesma, virtudes, direitos e verdade.”
(CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1999. p. 117 e 119).
Baseando-se no excerto citado, relacione os elementos formadores da consciência (eu, pessoa, cidadão e sujeito) ao seu respectivo significado:
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I Eu |
1. Compreende e interpreta sua situação e sua condição. |
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II Pessoa |
2. Elabora conceitos, ideias, juízos e teorias. |
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III Cidadão |
3. Centro de todos os estados psíquicos. |
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IV Sujeito |
4. Indivíduo situado no tecido das relações sociais. |
Assinale a alternativa que apresenta a relação CORRETA entre as duas colunas, de cima para baixo.
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Na Grécia Antiga, na era socrática, eram conhecidas duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates. Em contrapartida a Sócrates, qual era o objeto de preocupação dos sofistas?
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Platão, ao narrar O Mito da Caverna, foi emblemático e se refere de forma associativa ao mito e a sua representatividade para descrever a relação entre a filosofia e o mundo. Nesse sentido, observe as duas colunas a seguir, e associe os itens da esquerda com os da direita de forma análoga segundo o pensamento de Platão:
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I Prisioneiro que se liberta e sai da caverna |
1. A verdade |
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II Luz exterior do sol |
2. Verdadeira realidade |
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III Mundo exterior |
3. Dialética |
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IV Instrumento que liberta o prisioneiro |
4. Filósofo |
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V Visão do mundo real iluminado |
5. Filosofia |
Assinale a alternativa que apresenta a relação CORRETA entre as duas colunas, de cima para baixo.
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Marilena Chauí, em Convite à Filosofia, afirma que a filosofia entendida como aspiração ao conhecimento racional, lógico e sistemático da realidade natural e humana, da origem e causas do mundo e de suas transformações, da origem e causa das ações humanas e do próprio pensamento é um fato tipicamente grego. Nesse sentido, a autora atribui essa afirmação ao fato
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Em A Política, de Aristóteles, vemos como se formaram as cidades de forma congruente à hierarquização das famílias. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica como se iniciou a materialização da cidade-estado, ou a polis helênica, propriamente dita.
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O que é a justiça e a quem ela se aplica? Ela deve ser igual para pessoas iguais, mas ainda resta uma dúvida: igual em quê, e desigual em quê? Eis uma dificuldade que requer o auxílio da filosofia política. Alguém talvez possa dizer que as funções mais importantes da cidade deveriam ser distribuídas desigualmente, segundo a superioridade dos indicados em cada qualidade, mesmo que não houvesse quaisquer outras diferenças entre os pretendentes, mas todos fossem aparentemente idênticos, pois homens diferentes têm direitos e méritos diferentes.
Aristóteles. Política. Brasília: Edunb, 1997, p. 101.
Tendo como referência o texto acima, julgue o item a seguir.
No que concerne a conceitos mencionados no texto, assinale a opção correta.
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Ora, entre os antigos, normas de vida e exercícios espirituais formavam a essência da “filosofia”, não da religião, e a religião estava mais ou menos separada das ideias sobre a morte e o além. Havia seitas, que eram filosóficas, pois a filosofia era a matéria de seitas que propunham convicções e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um indivíduo se tornava estoico ou epicurista e se coanformava mais ou menos a suas convicções.
Paul Veyne. O Império Romano In: Philippe Ariès e Georges Duby. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 201 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Com relação ao assunto tratado no texto acima, assinale a opção correta.
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Ora, entre os antigos, normas de vida e exercícios espirituais formavam a essência da “filosofia”, não da religião, e a religião estava mais ou menos separada das ideias sobre a morte e o além. Havia seitas, que eram filosóficas, pois a filosofia era a matéria de seitas que propunham convicções e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um indivíduo se tornava estoico ou epicurista e se coanformava mais ou menos a suas convicções.
Paul Veyne. O Império Romano In: Philippe Ariès e Georges Duby. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 201 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Das informações do texto depreende-se que o saber filosófico
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