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Um trapézio retângulo desloca-se para a direita à velocidade escalar constante \( u \). No instante inicial, um de seus vértices está à distância \( h \) do ponto P. Ainda nesse instante, um objeto parte do ponto P à velocidade constante \( v \), indicada na figura juntamente com outras grandezas. O valor mínimo de \( v \) para que o objeto não seja atingido pelo trapézio, onde \( 0 < \alpha < \beta < \dfrac{\pi}{2} \), é:
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Para simular a órbita \( (x(t),y(t)) \) do satélite de um planeta, no referencial do planeta, utilizou-se um modelo unidimensional com as seguintes equações:
\( x(t) = Acos(\omega t) \,\,\,\, y(t) = B sen(\omega t) \)
onde \( A \), \( B \) e \( \omega \) são constantes e \( t \) é o instante de tempo.
Dados:
• massa do planeta: \( M \);
• massa do satélite: \( m \), onde \( m << M \);
• constante universal de gravitação: \( G \);
• \( C=\sqrt{A^2-B^2} \);
• localização do centro do planeta: \( (C,0) \).
A diferença entre a maior e a menor energia potencial gravitacional do satélite é:
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Na figura, é mostrada a transformação de Lorentz para diversas velocidades (0,3 c a 0,9 c) de um referencial em movimento em relação a um referencial inercial. Essa transformação é usada para calcular a velocidade relativa (eixo vertical) de um outro objeto se movimentando no mesmo sentido do referencial que está em alta velocidade (0,3 c a 0,9 c). Repare que o eixo horizontal exibe uma escala de velocidade em relação ao referencial inercial e o eixo vertical informa a velocidade relativa entre objeto e referencial em movimento.
Uma nave X viaja a 0,5 c e atira um foguete Y, no mesmo sentido de seu movimento, a uma velocidade relativa a X de 0,3 c. Por sua vez, o foguete Y atira um projétil Z, também no mesmo sentido dos movimentos, a uma velocidade relativa a Y de 0,1 c.
Dado:
• velocidade da luz: c.
Em relação ao referencial inercial, a velocidade de Z é aproximadamente:
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Dois feixes de luz em fase se propagam no vácuo para a direita paralelamente ao eixo \( x \) desenhado na figura. Um dos feixes atravessa um bloco com a forma de um paralelepípedo, em cujo meio o índice de refração é variável, provocando uma diminuição de velocidade e consequente atraso no tempo de viagem.
Dados:
• comprimento de onda do feixe de luz no vácuo: \( \lambda \);
• comprimento do paralelepípedo: \( L \);
• índice de refração no interior do paralelepípedo: \( n(x) = \sqrt{\dfrac{2L}{L+x}};0 \le x \le L \)
O menor valor de \( L \), para que a interferência entre os feixes, em um anteparo à direita do bloco, seja destrutiva, é:
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A figura mostra uma rampa inclinada, de massa desprezível, apoiada por dois suportes fixados nos pontos A e B. O apoio em A admite forças horizontais e verticais e o apoio em B apenas forças verticais. Um objeto de dimensões desprezíveis é liberado do ponto B a partir do repouso e se desloca sem atrito em direção a A.
Dados:
• aceleração da gravidade: g;
• massa do objeto: m;
• ângulo da rampa com a horizontal: \( \alpha \);
• comprimento horizontal da rampa: L.
O módulo da reação de apoio em A quando o objeto estiver passando pelo meio da rampa é igual a:
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Uma fonte sonora é lançada do ponto \( 1 \) indicado na figura e segue uma trajetória balística parabólica emitindo um tom de frequência constante \( f_f \). Sejam \( f_1 \) a \( f_5 \) as frequências percebidas pelo observador “o" quando a fonte passa pelos pontos de 1 a 5, respectivamente, indicados na figura.
Observações:
• os pontos 1 e 5 estão no mesmo plano horizontal;
• os pontos 2 e 4 estão na mesma altitude;
• o ponto 3 é o de maior altitude na trajetória;
• o ponto 1 é aquele imediatamente depois do lançamento;
• o ponto 5 é aquele imediatamente antes do choque com o plano horizontal;
• o observador “o" está na mesma vertical do ponto 3;
• a fonte emite em todas as direções;
• considere a velocidade da fonte muito menor que a do som.
Desta forma, podemos afirmar que:
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Para simular o protótipo de um navio, um engenheiro constrói um prisma reto, com seção reta no formato de um triângulo equilátero, a partir de quatro chapas metálicas (duas triangulares de lado L, duas retangulares 6L\( \times \)L) e uma chapa retangular superior de massa desprezível e dimensões 6L \( \times \) L. A estrutura encontra-se bem vedada e contém ar em seu interior. Uma carga cúbica de aresta 0,5L é fixada simetricamente sobre o prisma e em conformidade com as figuras. Em seguida, a estrutura (prisma + carga) é colocada numa piscina, afundando h. Dados:
- massa específica superficial das chapas metálicas: 8 kg/m2;
- massa específica volumétrica da carga cúbica: 240 kg/m3;
- massa específica da água: 1000 kg/m3;
- \( L=20\, cm \);
- \( \sqrt{3} \simeq 1,7; \)
- \( \dfrac{6}{5\sqrt{3}}=\dfrac{2\sqrt{3}}{4} \approx 0,68 \)
Supondo que a estrutura flutue de forma equilibrada, o valor de h, em centímetros, pode ser arredondado para:
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Considere um sistema de carga de bateria hipotético, mostrada na Figura 1, no qual, os gráficos da corrente I(t) e da tensão V (t) são mostradas nas Figuras 2a e 2b. Ao longo do período de carga, que é de 5 h, a energia fornecida pelo carregador, em kJ, é:
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Na Figura 1, é apresentado um manômetro de Hg, graduado em cm, que aprisiona uma certa massa de gás ideal em equilíbrio. Adiciona-se uma nova quantidade de Hg pela extremidade aberta do manômetro e, após o novo equilíbrio, obtém-se a configuração da Figura 2.
Sabendo que a temperatura ambiente se manteve constante, desprezando-se qualquer vazamento de gás e sendo 70 cmHg a pressão atmosférica, o valor da graduação \( x \), em cm, é:
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Na figura, são mostradas três partículas fixadas e uma quarta partícula pendurada por um fio inextensível. As quatro partículas estão carregadas eletricamente e em equilíbrio nos vértices de um quadrado de lado L.
Dado:
• constante elétrica do meio: k.
Observação:
• as cargas de cada partícula estão indicadas na figura.
A tração no fio é:
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