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O sistema da figura é montado com o objetivo de determinar a resistência elétrica de uma espira condutora de área \( A \). O centro dessa espira descreve uma trajetória circular de raio \( R \) e período \( t \), à velocidade angular constante, ao redor de um fio também condutor com uma corrente elétrica contínua \( I \). A corrente elétrica na espira é medida e seu valor oscila harmonicamente entre \( +i \) e \( -i \).
Dados:
• área da espira: \( A=1 cm^2 \);
• raio da trajetória do centro da espira: \( R = 10 cm \);
• período da trajetória circular do centro da espira: \( t = 2 s \);
• corrente elétrica contínua do fio condutor: \( I = 50 A \);
• amplitude da corrente elétrica induzida medida na espira: \( i = 1 mA \);
• permeabilidade magnética no vácuo: = \( \mu = 4\pi.10^{-7} T.m/A \).
Observações:
• o sistema segue a orientação dos eixos \( xyz \) desenhados na figura;
• o fio condutor é paralelo ao eixo \( z \);
• o eixo da espira está sempre paralelo ao eixo \( y \);
• o plano da espira é sempre paralelo ao plano \( xz \);
• o plano da trajetória do centro da espira é paralelo ao plano \( xy \);
• considere que as linhas de campo magnético que atravessam a espira estejam paralelas;
• para toda frequência \( f \), considere \( \dfrac{\Delta sen (2\pi ft)}{\Delta t} = 2\pi f cos(2\pi ft) \).
A resistência da espira, em \( \mu \Omega \), é:
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A figura mostra dois raios paralelos de luz que viajam em fase no vácuo até que um deles encontra uma película.
Dados:
• espessura da película: d;
• índice de refração da película: n;
• frequência dos raios de luz: f;
• velocidade da luz no vácuo: c.
Observação:
• a medida de diferença de fase entre os raios tem como referência um plano ortogonal a eles.
A condição necessária e suficiente para que os raios continuem viajando em fase após o raio de baixo deixar a película é:
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Um recipiente vazio de formato cônico está parcialmente imerso na água e em equilíbrio, como geometria apresentada na figura. Insere-se no interior do recipiente uma partícula de massa \( m = K \rho \pi h^3 \), onde \( K \) é uma constante, \( \rho \) é a massa específica da água e \( h \) está indicado na figura. Após essa inserção, o recipiente sofre um pequeno deslocamento, afundando uma altura \( \Delta h \).
Dado:
• aceleração da gravidade: \( g \).
Observações:
• a espessura do recipiente é muito pequena;
• \( \Delta h << h \);
• para \( |\alpha| << 1, (1+ \alpha)^n \approx 1 + n \alpha \).
A altura \( \Delta h \) que o recipiente irá afundar até o novo ponto de equilíbrio é:
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Um projétil de chumbo está a uma temperatura de 175 °C quando atinge uma parede e nela se aloja. Considere que 25% da energia cinética do projétil imediatamente antes da colisão permaneça nele como energia interna.
Dados:
• calor específico do chumbo: 125 J/(kg.°C);
• temperatura de fusão do chumbo: 327 °C;
• calor latente de fusão do chumbo: 26.000 J/kg.
Se a energia interna que permanece após o projétil atingir a parede é justamente a mínima para que ocorra a fusão total do chumbo, a velocidade do projétil imediatamente antes da colisão, em m/s, é:
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Observe as figuras abaixo.

Sabendo-se que a bobina de um guindaste, representado pela figura, possui um número muito grande de espiras necessárias para produzir grandes campos magnéticos e, consequentemente, grandes forças para conseguir erguer materiais pesados. Existem outras bobinas menores – como as usadas em microfones, fones de ouvido, dentre outros – nas quais não se necessita de tantas espiras. De forma simplificada, adotando \( \mu = 4 \pi ^. 10^{-7} \) T.m/A, considere que a bobina da figura 3 possui um comprimento de 10 cm, com 5 enrolamentos de raio 20 cm, e que está sendo percorrida por uma corrente elétrica de 20 A. Assim, a intensidade do campo magnético no centro dessa bobina será
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Observe as figuras abaixo.

Sobre o mecanismo de funcionamento de um alarme de incêndio, ao
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Considere o excerto abaixo.
Em um período de chuvas intensas, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) lançou um alerta para o perigo de descargas atmosféricas. O primeiro alerta é para a população evitar locais abertos e descampados, como campos de futebol, praias e estacionamentos. Além disso, nesses casos, deve-se evitar proximidade com estruturas metálicas, como cercas de arame, varais metálicos, linhas férreas, torres de telefonia e outras estruturas que possam atuar como condutoras da descarga elétrica.
Dis ponív el em: https ://www.bombeir os .ce.gov.br /2022/02/13/corpo- de- bombeir os - orienta- cuidados - nocas
o- de- descargas - eletricas - durante- per iodo- de- chuvas /Acesso em: 23 nov. 2022.
Nesse contexto, no caso de pessoas dentro de um veículo em uma região onde há presença de chuvas intensas e perigo de raios por descargas atmosféricas, o procedimento mais seguro será
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Considere o excerto e a figura abaixo.
“Em uma pessoa normal, os raios de luz passam pela córnea, que é a primeira lente do nosso olho, e quando chegam à outra lente, a retina, eles convergem – ou seja, se juntam em um mesmo ponto para formar a imagem”, diz o oftalmologista Canrobert Oliveira, do Hospital Oftalmológico de Brasília. Como você já deve estar adivinhando, esse processo não funciona direito com quem tem miopia ou hipermetropia. Os primeiros enxergam mal de longe, enquanto os hipermétropes sofrem para ver de perto."
Disponível em: https ://super.abril.c om.br /mundo- estranho/qual- e- a- diferenca- entre- miopia- hiper metropiae- as tigmatismo/ Ac es s o em: 27 nov. 2022.

Na imagem acima, considere que o personagem aparece com seu olho esquerdo maior do que o normal e que ele tem uma das duas doenças citadas no texto no seu olho esquerdo. Assim, conclui-se que, no olho esquerdo, a lente é
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Considere o excerto abaixo.
Os bombeiros explicam que o GLP é formado pela combinação de butano e propano, dois gases derivados do petróleo. Esse derivado do petróleo é composto por gases à temperatura ambiente, mas que são facilmente transformados em líquidos sob pressão. Os botijões possuem pressão interna de 6 a 8 vezes a atmosférica para torná-los líquidos. Os botijões costumam ser cheios até 85% de sua capacidade, reservando os 15% restantes para expansão.
Disponível em: https ://www.omundodaquimic a.c om.br /curiosidade/gas _c ozinha. Ac es s o em: 27 nov. 2022.
No caso de um botijão com gás (considerado ideal) à pressão interna de 6 atm e a uma temperatura de 20°C, quando colocado em local onde a temperatura é de 40°C, a transformação gasosa sofrida pelo gás e o valor da nova pressão que ficará o gás serão, respectivamente,
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O cerol tradicional é uma mistura de pó de vidro, normalmente de bulbos de lâmpadas, com cola, porém existem outras variações do cerol. Uma delas é substituir o vidro por pó de ferro, que é facilmente adquirido em serralherias. Nesse caso, ao tocarem na rede elétrica,
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