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As representações dos engenhos de cana-de-açúcar no
Recôncavo Baiano, desde o século XVI até o XVIII, são
marcadas tanto pelos aspectos da paisagem produtiva
quanto pelos vínculos com a escravidão e a formação
social da região. Analise as afirmativas a seguir:
I.As imagens retratam a arquitetura e o funcionamento dos engenhos — com moendas, casas-grandes e senzalas — evidenciando a centralidade do latifúndio e a divisão social hierarquizada, que configuraram a base econômica e simbólica do Recôncavo.
II.A implantação da monocultura açucareira no Recôncavo foi rapidamente absorvida pela pequena produção familiar, com modelos cooperativos que limitaram a expansão do latifúndio e preservaram práticas tradicionais de convivência comunitária.
III.A memória social desses engenhos é complexa: enquanto as pinturas exaltam a paisagem produtiva, as fundações como o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho revelam um passado escravista que hoje é objeto de preservação e reflexão crítica.
IV.As imagens coloniais não registram resistências ou conflitos, mas a historiografia aponta que, nos engenhos do Recôncavo, houve revoltas de escravizados e indígenas (como em 1568 e 1789), o que contesta visões idealizadas dos engenhos como espaços harmônicos.
V.A representação desses espaços é essencialmente neutra do ponto de vista social, pois se limitam a descrever a técnica de produção e nítida separação entre espaço residencial e industrial, sem qualquer implicação ideológica ou simbólica.
Assinale a alternativa correta.
I.As imagens retratam a arquitetura e o funcionamento dos engenhos — com moendas, casas-grandes e senzalas — evidenciando a centralidade do latifúndio e a divisão social hierarquizada, que configuraram a base econômica e simbólica do Recôncavo.
II.A implantação da monocultura açucareira no Recôncavo foi rapidamente absorvida pela pequena produção familiar, com modelos cooperativos que limitaram a expansão do latifúndio e preservaram práticas tradicionais de convivência comunitária.
III.A memória social desses engenhos é complexa: enquanto as pinturas exaltam a paisagem produtiva, as fundações como o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho revelam um passado escravista que hoje é objeto de preservação e reflexão crítica.
IV.As imagens coloniais não registram resistências ou conflitos, mas a historiografia aponta que, nos engenhos do Recôncavo, houve revoltas de escravizados e indígenas (como em 1568 e 1789), o que contesta visões idealizadas dos engenhos como espaços harmônicos.
V.A representação desses espaços é essencialmente neutra do ponto de vista social, pois se limitam a descrever a técnica de produção e nítida separação entre espaço residencial e industrial, sem qualquer implicação ideológica ou simbólica.
Assinale a alternativa correta.
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A concentração fundiária no Brasil tem raízes históricas
profundas, refletindo-se em desigualdades sociais,
conflitos no campo e dificuldades na implementação da
reforma agrária. A origem dessa estrutura remonta ao
período colonial e foi reforçada por políticas de Estado
ao longo dos séculos. Assinale a alternativa que
expressa corretamente uma dinâmica histórica que
contribuiu diretamente para a consolidação da
concentração fundiária no Brasil.
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Os fenômenos El Niño e La Niña fazem parte da
variabilidade climática natural do planeta e integram o
sistema ENOS (El Niño−Oscilação Sul). Suas
ocorrências estão relacionadas a anomalias na
temperatura da superfície do Oceano Pacífico Equatorial
e provocam alterações significativas nos chuvas, temperatura e pressão atmosférica em escala
global, afetando diretamente a agricultura, os recursos
hídricos e os desastres ambientais no Brasil. Com base
nos conhecimentos da climatologia física e dos impactos
regionais no território brasileiro, assinale a alternativa
correta.
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No contexto da agroecologia, os termos
agroecossistema, sistema agroflorestal e transição
agroecológica assumem significados interconectados,
compondo uma visão ampliada da relação entre
agricultura, ecologia e cultura. Assinale a alternativa que
apresenta uma associação conceitual coerente entre
esses três elementos.
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A metropolização é o processo de crescimento e expansão de uma cidade, transformando-a em uma metrópole, ou seja, um centro urbano de grande porte com influência regional, nacional ou até global. No Brasil, entre os problemas identificados nesse processo podemos citar:
I- Crescimento acelerado e desordenado, causando diversos problemas estruturais;
II- Concentração populacional, intensificando desigualdades sociais e expondo populações a vulnerabilidades sociais diversas;
III- Separação da população em diferentes áreas da cidade com base em critérios sociais e econômicos.
Dos itens acima:
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Dos municípios abaixo, qual faz divisa com o município de Estância Velha?
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O município de Estância Velha está inserido em qual dos biomas a seguir?
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A capital do estado brasileiro em destaque no mapa abaixo
será a sede da COP-30 (30ª Conferência das Partes da
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do
Clima) em novembro próximo. Trata-se de:
(Fonte:https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2025-08/cop30-brasil-sedia-conferencia-que-visa-debater-mudancas-climaticas)
(Fonte:https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2025-08/cop30-brasil-sedia-conferencia-que-visa-debater-mudancas-climaticas)
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O Brasil é um dos maiores exportadores
mundiais de commodities, como soja, minério de
ferro e petróleo. Nessa perspectiva, infere-se que
comodities são
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No Maranhão, os minifúndios representam 62,2 por
cento dos imóveis, ocupando 7,9 por cento da área
total e apenas 2,8 por cento dos imóveis são
latifúndios que ocupam 56,7 por cento da área total.
Dessa forma verifica-se que em quatro décadas, o
avanço na distribuição das terras maranhenses foi
muito tímido, pois na década de 1970,
aproximadamente, 95% das propriedades com menos
de 100 hectares controlavam 15.8% das terras do
Maranhão; já em 1995, essas propriedades
representavam 93.7% e controlavam apenas 22.2%
das terras do estado. No outro polo, na década de
1970 os estabelecimentos com mais de 1.000
hectares eram apenas 0.5% do total das propriedades
do estado, e controlavam 41.8% das terras do estado;
e na década de 1990, eles representavam 0.4% dos
estabelecimentos agrícolas e detinham cerca de
36.4% das terras do Maranhão.
(INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1980. E INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1995/96.)
O Maranhão, segundo os dados expostos pelo texto, é marcado pela
(INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1980. E INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1995/96.)
O Maranhão, segundo os dados expostos pelo texto, é marcado pela
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