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Foram encontradas 45.993 questões.

3500679 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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A compreensão dos conceitos fundamentais da Geografia, como espaço, território, paisagem, lugar e região, é essencial para a análise das dinâmicas socioespaciais. Sobre esses conceitos, é correto afirmar que:
 

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3500678 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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A Geografia do Brasil é marcada por uma diversidade de aspectos físicos, humanos e econômicos que interagem de maneira complexa. Considerando essa diversidade, qual das alternativas abaixo apresenta uma análise correta sobre a relação entre aspectos físicos e humanos na configuração econômica de uma região brasileira?
 

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3499837 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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A expressão “Revolução Verde” foi cunhada por William Gown em uma conferência realizada em Washington em 1966, se referindo ao conjunto de avanços nas técnicas de produção agropecuária que surgiram a partir de 1930. Essas mudanças incluíam a mecanização agrícola, o uso de fertilizantes químicos, pesticidas, herbicidas e sementes geneticamente modificadas. Embora tenha trazido inovações tecnológicas, a Revolução Verde teve impactos negativos significativos, tanto socioeconômicos quanto ambientais. Assim, a modernização agrícola no Brasil gerou também diversas crises ambientais, socioculturais e tecnológicas. Mediante tais pressupostos, identifique o fator central das crises contemporâneas associadas à modernização agrícola, conforme abordado no contexto brasileiro.

 

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3499836 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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O espaço geográfico, em particular sua face urbana, frequentemente reflete os problemas socioambientais, como as favelas e moradias irregulares, surgindo da necessidade da população de baixa renda de ocupar espaços próximos às áreas nobres e comerciais, onde mais oportunidades de emprego estão disponíveis. Estes locais muitas vezes representam a única alternativa viável para aqueles sem recursos financeiros ou estabilidade pessoal para alcançar uma vida independente e digna, resultando em uma existência à margem da sociedade. À medida que o tempo avança e a cidade se expande, surgem novas áreas de interesse ou investimento, tornando valorosas regiões antes desvalorizadas e relegando a população de baixa renda a áreas ainda mais segregadas. Esse aumento nos valores do solo muitas vezes está relacionado à especulação imobiliária, onde os preços de propriedades e terrenos crescem muito mais rapidamente do que a economia e os salários dos trabalhadores no Brasil. Em 2022, o Brasil registrou um déficit habitacional de 6 milhões de domicílios, correspondendo a aproximadamente 8,3% do total de residências ocupadas no país. Comparado com os dados de 2019 (5.964.993), houve um aumento de aproximadamente 4,2% no déficit habitacional em termos absolutos (AGENCIA BRASIL, 2024).

Assim, a heterogeneidade dos indivíduos e a densidade populacional nas cidades condicionam a estratificação social urbana e a distribuição da população em parcelas distintas do espaço. Esse processo é intensificado pela especulação imobiliária, que promove a periferização e a expulsão dos mais pobres para áreas mais distantes, agravando as desigualdades sociais e a vulnerabilidade ambiental e social. Em diversas situações, as questões ligadas ao déficit habitacional estão ligadas à segregação socioespacial, que resulta na expulsão gradual da população de menor poder aquisitivo para áreas periféricas das cidades. Dentre as proposições abaixo, qual delas discorre o impacto da especulação imobiliária no processo de periferização e na qualidade de vida urbana?

 

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3499835 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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A desindustrialização no Brasil tem sido um tópico de grande preocupação entre economistas e formuladores de políticas públicas. Desde a década de 1990, a indústria brasileira tem enfrentado desafios significativos, como a abertura econômica, oscilações cambiais e uma competitividade global crescente. A produtividade total dos fatores (PTF) é um indicador crucial para entender o desempenho econômico de um país, e no Brasil, a PTF tem mostrado uma tendência de queda desde os anos 1970. Estudos indicam que a queda na PTF é um dos principais fatores que explicam a perda de competitividade da indústria brasileira em relação a outras economias mais desenvolvidas. Além disso, a eficiência na utilização dos fatores de produção é outro aspecto fundamental, que pode ser mensurado através do modelo de fronteira estocástica de produção. Este modelo permite identificar a má-alocação dos recursos e propor políticas específicas para melhorar a eficiência dos setores industriais. Assim, a produtividade dos fatores de produção é um tema central no debate econômico do Brasil, especialmente, no contexto da estagnação da produtividade e a má-alocação de recursos produtivos (IPEA, 2022).

Avalie as seguintes afirmativas sobre a produtividade dos fatores de produção na indústria brasileira entre 2007 e 2019:

( )A produtividade total dos fatores (PTF) da indústria brasileira caiu aproximadamente 15,7% ao longo do período de 2007 a 2019.

( )Após 2016, os setores industriais brasileiros apresentaram um aumento na produtividade total dos fatores (PTF).

( )O setor de extração de petróleo e gás natural foi o único que apresentou um aumento expressivo na produtividade durante o período analisado.

( )A má-alocação dos recursos produtivos é apontada como uma das causas da baixa produtividade na indústria brasileira.

 

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3499834 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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A partir dos anos 80 do século passado, teve início nova onda de inovações técnicas que constituiu a Segunda Revolução Industrial. Ela produziu o acesso a novas formas de energia, como a elétrica e a produzida pelo motor à explosão, e a novas modalidades de consumo, desde o automóvel e os aparelhos domésticos até a radiodifusão, a televisão, a medicina científica, etc. Assim como a Primeira, também a Segunda Revolução Industrial encurtou as distâncias mediante novas formas de transporte aéreo, aquático e terrestre e de telecomunicações. É claro que a infraestrutura sofreu imenso impacto em função da Segunda Revolução Industrial, com inúmeros efeitos sobre produção, distribuição e consumo. Destes todos, interessa destacar um, que teve o condão de fazer o capitalismo entrar em uma nova etapa. Trata-se da produção e distribuição em massa. [...] Finalmente, técnicas de produção em massa foram inventadas também para as indústrias de montagem, a começar pela de armas, depois máquinas de escrever e, finalmente, automóveis. A invenção da linha de montagem, por Ford, já no começo do século passado, é a culminância de um processo iniciado cerca de 50 anos antes. Quando a produção em massa começou a revelar seu prodigioso potencial, estas técnicas se difundiram por outros continentes, a começar pela Europa e, em seguida, pela América Latina e Ásia. [...] O resultado foi uma imensa centralização de capitais. Muitas empresas se fundiam ou as maiores adquiriam as menores, sempre no intuito de ampliar a escala de produção e distribuição. Em cada ramo industrial, o número de empresas caía e o tamanho das que restavam era cada vez maior. Havia, é claro, dificuldades em controlar e gerir efetivamente empresas que se tornavam gigantescas. Mas estes problemas já estavam sendo enfrentados, havia décadas, pelas grandes prestadoras de serviços públicos, sobretudo as ferrovias. A estrutura administrativa desenvolvida por estas empresas foi adaptada pelas indústrias que resultavam da centralização do capital. Generalizava-se o capital monopólico. O caráter dos mercados modificavase, pois os capitais monopólicos tinham poder para determinar seus preços em vez de aceitar os praticados no mercado. Os setores em que a produção em massa ainda não era possível, como a agricultura, ficaram em posição de franca inferioridade em relação aos que se tornaram monopólicos. [...] A lógica da centralização é produzir o monopólio. A maximização do lucro em ramos de produção em que ganhos de escala são significativos leva os capitais a se centralizar até constituírem uma só empresa. [...] A preservação do capitalismo é vital para todos os capitais, pequenos, médios e grandes. Por isso, coletivamente, a classe capitalista deseja preservar alguma descentralização dos capitais e alguma competição entre eles, apoiando a ação governamental que impede a monopolização da economia. [...] Os efeitos centralizadores da produção em massa também atingiram os sindicatos de trabalhadores. As multiempresas trataram de impedir de todas as maneiras que seus trabalhadores fossem organizados por forças hostis ao capital. Algumas recorreram à repressão violenta, outras promoveram a formação de “sindicatos de empresas”, que elas controlavam [...] (PAUL, 1998). A partir da leitura do texto, marque qual das alternativas é capaz de explicar o impacto da Segunda Revolução Industrial na centralização de capitais e na formação de monopólios.

 

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3499833 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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As mudanças climáticas têm se mostrado um dos maiores desafios para o setor agrícola brasileiro, influenciando diretamente a produtividade e a sustentabilidade das culturas. A variabilidade climática e os eventos extremos, como secas e chuvas intensas afetam a disponibilidade de água e a fertilidade do solo, exigindo adaptações constantes dos agricultores para mitigar os impactos negativos. O desenvolvimento de políticas nacionais robustas em relação às mudanças climáticas é crucial para impulsionar a agenda internacional do clima, garantindo maior coesão e eficácia. Qual das seguintes estratégias é a mais eficaz para o setor agrícola brasileiro enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas?

 

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3499832 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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Uma massa de ar pode ser descrita como um grande corpo horizontal e homogêneo que se desloca de forma distinta, podendo ter origem tanto tropical quanto polar, se formando em locais onde as condições são propícias para o desenvolvimento de vastos corpos de ar homogêneos e horizontais, geralmente em áreas extensas e uniformes. Locais com terrenos acidentados ou onde a terra e a água se encontram são desfavoráveis para o surgimento de massas de ar. Quando uma massa de ar sai da sua região de origem, ela pode sofrer alterações térmicas ou dinâmicas, por isso, elas são classificadas de acordo com suas regiões de origem e possuem características distintas que influenciam o clima global. Cada tipo de massa de ar é formado em uma região específica e possui propriedades que afetam diretamente as condições meteorológicas das áreas que atravessam. Identifique a principal característica das massas de ar formadas na região dos Alísios do Atlântico Sul.

Enunciado 4074367-1

 

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3499831 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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As unidades geomorfológicas são definidas por arranjos de formas altimétrica e fisionomicamente semelhantes, influenciadas por fatores paleoclimáticos, litológicos e estruturais. Cada unidade apresenta processos originários, formações superficiais e tipos de modelados distintos, e o comportamento da drenagem é um referencial importante para entender as relações entre os ambientes climáticos e as condicionantes litológicas ou tectônicas. Identifique a característica que distingue as chapadas dos tabuleiros dentro das unidades geomorfológicas.

Enunciado 4074366-1

 

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3499830 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: IF-PA
Orgão: IF-PA
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O cenário mundial tem se caracterizado por uma forte tendência de globalização da economia internacional, com intensa conexão dos mercados cambiais, financeiros e de investimentos diretos estrangeiros (IDE), e com fluxos maciços e continuados de capitais entre as principais praças financeiras. Geralmente, o capital financeiro mobiliza trilhões de dólares por dia no sistema interligado do mercado cambial, enquanto o mercado de capitais, por sua vez, movimenta cifras assustadoras de aproximadamente, também, trilhões de dólares diariamente. Estas “nuvens” financeiras altamente voláteis são capazes de gerar, ao menor sinal de incerteza, grande instabilidade ou vulnerabilidade a qualquer governo ou economia nacional. Neste contexto, é também cada vez maior a centralização do avanço tecnológico e do fluxo comercial entre as grandes empresas transnacionais, que concentram cerca de dois terços do comércio mundial, basicamente no interior da tríade EUA-Japão-CEE. Entre 1980 e 1989, algo em torno de 96% das alianças tecnológicas estratégicas ocorreram entre empresas situadas nos países desenvolvidos, e 92% entre os países pertencentes à tríade. Alianças envolvendo países fora da tríade responderam por apenas 3,8% dos casos registrados no período. Com relação aos acordos de transferência de tecnologia, cerca de 90% dos contratos de transferência registrados durante os anos 80 foram feitos entre empresas da tríade e de outras economias desenvolvidas (PAUL, 1998). Neste aspecto, a preferência pelas inversões nos países desenvolvidos justificar-se-ia pelas dimensões de mercado, pela estabilidade macroeconômica e pelos esforços rumo à integração hemisférica. Como decorrência, presencia-se um acirramento das rivalidades concorrenciais entre as empresas e um movimento generalizado potencializando à globalização dos fluxos financeiros, informacionais, de bens e serviços e dos sistemas de produção tecnológica.

Diante do cenário mundial de globalização econômica, qual das alternativas a seguir traz a proporção aproximada das alianças tecnológicas estratégicas que ocorreram entre empresas situadas nos países desenvolvidos durante a década de 1980?

 

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